<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588</id><updated>2012-02-08T15:07:05.601-02:00</updated><category term='Antropologia'/><category term='Dança'/><category term='Diabo'/><category term='Mal'/><category term='Psicose'/><category term='Vaslav Nijinsky'/><category term='Literatura'/><category term='Jacques Lacan'/><category term='Identificação'/><category term='Psicanálise e Antropologia'/><category term='José Saramago'/><category term='Ódio'/><category term='Pulsão de Morte'/><category term='Piera Aulagnier'/><category term='Sigmund Freud'/><title type='text'>PSICANÁLISE E SAÚDE MENTAL</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>53</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-7235100689087720819</id><published>2011-12-11T16:07:00.001-02:00</published><updated>2011-12-11T17:19:47.321-02:00</updated><title type='text'>ADULTOS BRINCANDO DE CHEFES: A (DE) FORMAÇÃO DE ALGUNS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO</title><content type='html'>Certa vez escutei, de uma experiente pesquisadora de uma Universidade do sudeste do Brasil, que ALGUNS cursos de pós-graduação mais deformavam do que formavam seus profissionais. Minha recusa a essa ideia, no primeiro momento, foi imediata.&lt;br /&gt;Retrocedendo aos meus anos de graduação, à minha inquietante busca pelo conhecimento e os inúmeros conflitos advindos desta minha inquietação, penso que esta pesquisadora não está tão enganada assim. Explico-me: passei pela iniciação científica (1995-1996), pela especialização &lt;i&gt;lato sensu &lt;/i&gt;(1999), pelo mestrado (&lt;i&gt;stricto sensu)&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e hoje estou cursando há dois anos o doutorado. No intervalo entre a defesa de mestrado (Out/2002) e o início do meu doutorado (Ago/2009)&amp;nbsp;fui docente do curso de psicologia de uma universidade, supervisora da Clínica-escola e idealizadora e coordenadora de uma especialização. Além de ser vice-líder de um Grupo de Pesquisa que já completou sua primeira década.&lt;br /&gt;O leitor pode estar pensando: Do que ela está falando? O que quer dizer?&lt;br /&gt;Nesse percurso todo, em busca de um processo ético de formação, uma contradição se impôs de maneira visceral. A demanda pelo debate, pelo diálogo entre pensamentos distintos, pelo estudo aprofundado e crítico, promoveram um processo concomitante de distanciamento entre os pesquisadores. Uma recusa vigorosa no estabelecimento do debate foi a marca mais imperiosa deste processo.&lt;br /&gt;Escutei de alguns professores as falas frequentes de como não suportavam a sala de aula, como não preparavam suas aulas e por isso tinham que recorrer a instrumentos que ocupassem o horário da aula. Eu também me cansava com tantas aulas semanais, mas o desejo de compartilhar aquilo que eu já havia conquistado me fazia esquecer do cansaço quando entrava em sala de aula. Eu realmente levava para meus alunos uma reflexão teórica que inquietava, que angustiava e que exigia um trabalho. Mas, surpreendentemente, o conflito gerado não foi com os alunos, que durante o processo perceberam o núcleo da proposta e hoje me chamam, com carinho, de mestra.&lt;br /&gt;Percebi então que os professores se incomodavam com esse trabalho, se sentiam, indiretamente, questionados em seus ofícios, pois o trabalho de um coloca em questão o trabalho do outro, uma questão que não deveria se transformar em paranoia de perseguição, mas em uma questão de elaboração e aprimoramento do trabalho de cada um. Uma impossibilidade que inviabizava um bem-dizer e nutria o mal dizer. Inviabilizando, assim, um posicionamento ético.&lt;br /&gt;Aqueles que demandam um curso de pós-graduação, não só porque precisam de um título para prestar um concurso ou ter um aumento de salário, mas por que têm uma inquietação em suas pesquisas que precisam avançar e para isso necessitam de um grupo de pesquisa, de orientação e de diálogo, percebem que tanto os discentes de pós-graduação quanto os docentes se sentem frustrados, de certa forma, em suas expectativas. De um lado os discentes não se implicam nas aulas, ficam acuados, com medo e inibidos pela fantasia de que não sabem o suficiente. De outro lado os docentes, que demandam transmitir algo, ficam sozinhos nessa empreitada que deveria ser coletiva.&lt;br /&gt;O pior ocorre no Maranhão, neste lugar apelidado de sarneyquistão, onde a crítica é tomada como ofensa, onde o corrupto é quem processa o cidadão, onde aquele que pesquisa, trabalha, debate, produz e orienta é posto na berlinda. No Maranhão o cargo de chefia não parece ser ocupado com o objetivo de melhor gerenciar democraticamente. Aqui o cargo de chefia vira lugar do poder fazer e legislar, como se o poder advindo de uma função fosse soberano e isento de ter que se submeter a Lei de uma sociedade.&lt;br /&gt;É com pesar que assisto ao processo de deformação que alguns cursos de pós-graduação estão gestando com alguns "coordenadores" que muito se identificam com o sarneyquistão. O futuro desse tipo de gestação é que esse produto não vingue, que ele venha deformado e não possa viver, sufocado pela Lei louca de um sozinho que se pensa soberano só porque acha (delira) que tem o poder e pela falsa ideia de que seus aliados estão realmente do seu lado. Nesse mundo gerido pela mentalidade do sarneyquistão, os aliados estão do lado de quem tem o poder, são os primeiros a abandonar o barco se a Nau se mostrar mais louca do que poderosa. Já existem barcos que nunca saíram do cais, ancorados no delírio de um só.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-7235100689087720819?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/7235100689087720819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=7235100689087720819' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7235100689087720819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7235100689087720819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2011/12/adultos-brincando-de-chefes-de-formacao.html' title='ADULTOS BRINCANDO DE CHEFES: A (DE) FORMAÇÃO DE ALGUNS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-1628253180969613474</id><published>2011-08-20T11:02:00.001-03:00</published><updated>2011-08-20T11:05:50.530-03:00</updated><title type='text'>XIII JORNADAS DE FORMAÇÕES CLÍNICAS DO CAMPO LACANIANO - FCCL/RJ - "A Clínica do Ato. "</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #2a2a2a; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CPM3iKE9LXs/Tk--do4VwDI/AAAAAAAAAPI/wrGnWeIGiwU/s1600/Cartaz+Cl%25C3%25ADnica+do+Ato.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-CPM3iKE9LXs/Tk--do4VwDI/AAAAAAAAAPI/wrGnWeIGiwU/s320/Cartaz+Cl%25C3%25ADnica+do+Ato.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 16pt; line-height: 27px;"&gt;&lt;span style="line-height: 27px;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: large; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 16pt; line-height: 27px;"&gt;&lt;span style="line-height: 27px;"&gt;&lt;span style="font-size: large; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 24pt; line-height: 41px;"&gt;&lt;span style="font-size: large; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 18pt; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Century; font-size: medium; line-height: normal;"&gt;XIII Jornadas de Formações Clínicas do Campo Lacaniano -&amp;nbsp;FCCL/RJ&amp;nbsp;- "A Clínica do Ato.&amp;nbsp;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 16pt; line-height: 27px;"&gt;&lt;span style="line-height: 27px;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: large; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 16pt; line-height: 27px;"&gt;&lt;span style="line-height: 27px;"&gt;&lt;span style="font-size: large; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 24pt; line-height: 41px;"&gt;&lt;span style="font-size: large; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 18pt; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Century; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: medium; line-height: normal;"&gt;Data:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;strong style="font-weight: bold; line-height: 23px;"&gt;25 a 27 de novembro de 2011&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; font: normal normal normal 10pt/normal arial; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Century; font-size: medium; line-height: normal;"&gt;Hotel Novo Mundo,Praia do Flamengo,20- Rio de Janeiro/Tel 21 22869225&amp;nbsp;, Tel/fax 21 2537 1786&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; font: normal normal normal 10pt/normal arial; line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Century; 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font-family: Tahoma; font-size: 20pt; line-height: 32px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxBasicverso" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 20pt; line-height: 32px;"&gt;A CLÍNICA DO ATO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxBasicverso" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=32725588&amp;amp;postID=1628253180969613474" name="_GoBack" style="cursor: pointer; font-weight: inherit; line-height: 19px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;A passagem ao ato e o acting out&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-style: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left" class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Vera Pollo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Se partirmos da declaração de Lacan de que seus seminários obedecem a uma sequência tão rigorosa quanto as séries matemáticas, teremos de indagar por que e como o ato analítico se inscreve entre “a lógica da fantasia” e algo que passa “de um Outro ao outro.” Pode a fantasia passar ao ato? O que é uma passagem ao ato?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Entre as inúmeras referências de Freud ao ato, ele nos dá a entender sua concepção de que o artista é aquele que consegue passar sua fantasia ao ato. Por meio do ato criativo, ele consegue compartilhar o mais íntimo de si mesmo, ou seja, aquilo que no neurótico comum apenas faz sintoma, em quem tem o dom da sublimação pode fazer obra de arte. Eis porque Freud irá comparar o sintoma conversivo com a obra de arte fracassada. Há outras referências freudianas ao ato, como sua interpretação do&amp;nbsp;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;Niederkommen&lt;/i&gt;, o deixar-se cair/deixar-se parir da Jovem homossexual, no qual “o sujeito como que retorna à exclusão fundamental em que se sente.” (Lacan 1963/2005:124)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Lacan inicia “O Seminário, livro 15: o ato analítico” com questões simples e singelas: Será que o ato analítico é a interpretação? Ou será que é o silêncio? Ora, se a interpretação é da ordem do dizer, e se o silêncio só existe como a contraparte do barulho, ou seu pano de fundo, se assim preferirmos, tanto uma pergunta como a outra assinalam de imediato que o ato não pode ser concebido fora da dimensão significante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;Diremos que, na sequência das lições do seminário, Lacan nos conduz gradativamente a definir o ato como um significante, porém não qualquer um, pois um significante que funda um fato, que se torna ele mesmo um evento, é um significante muito especial. Ao ultrapassar certo limiar do princípio do prazer, ao fazer um corte temporal, ele instaura um antes e um depois. Assim é o ato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;O sujeito não está presente no instante do ato, pois o agente do ato é paradoxalmente o objeto, ou seja, o real enquanto aquilo que cai, no sentido do que pode ser deixado para trás. Contudo, o sujeito será profundamente modificado pelo ato, ao retornar, ele próprio, como a leitura do ato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Desnecessário dizer que o ato não deve ser confundido com a motricidade, a ação reflexa ou o impulso. Um ato só será verdadeiramente psicanalítico se trouxer consequências. Lacan ilustra esse ponto com o poema&lt;i style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;Por uma razão&lt;/i&gt;&amp;nbsp;de Rimbaud. O que diz o poema? Que um toque de dedo em um tambor pode desencadear toda uma harmonia; que um pequeno passo pode levantar novos homens e pô-los a caminhar; que um meneio de cabeça é suficiente para despertar novos amores. Numa só palavra, que cessada a causa não cessam seus efeitos, porque estes vão muito além daquela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: normal; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;A UNE RAISON&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: normal; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 31px;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 9pt; line-height: 15px;"&gt;Un coup de ton doigt sur le tambour décharge tous les sons et commence la nouvelle harmonie.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: normal; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 9pt; line-height: 15px;"&gt;Un pas de toi c’est la levée des nouveaux hommes et leur marche.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: normal; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-style: normal;"&gt;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9pt; line-height: 15px;"&gt;Ta tête se détourne: le nouvel amour!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9pt; line-height: 15px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: normal; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 9pt; line-height: 15px;"&gt;Ta tête se retourne: le nouvel amour! [...] Arrivée de toujours, qui t’en iras partout!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: normal; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Talvez possamos dizer que um ato é, por vezes, apenas um gesto, apesar da amplidão das suas consequências. Notamos a insistência do poeta no significante “novo” e, por fim, sua conclusão de que os efeitos do ato seguirão em diferentes direções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: normal; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;Bem antes de chegar ao seminário 15, Lacan já se havia ocupado de fazer a diferença entre a passagem ao ato e o&amp;nbsp;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;acting out&lt;/i&gt;. No decorrer de “O Seminário, livro 10: a angústia”, quando retornou ao caso Dora e ao de Sidonie C., a Jovem homossexual de Freud, ele observou primeiramente que o&amp;nbsp;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;acting out&lt;/i&gt;&amp;nbsp;está presente em ambos: seja quando Dora deixa em sua escrivaninha a carta em que ameaça se matar; seja quando Sidonie passeia com a dama de má reputação pela rua do escritório do pai. Há nas duas situações uma mensagem a ser interpretada, o endereçamento e o apelo ao Outro como gozo do aparelho significante. Por isso ele afirma que, fora da análise, o&lt;i style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;acting out&lt;/i&gt;&amp;nbsp;é a transferência selvagem; dentro dela, o&amp;nbsp;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;acting out&lt;/i&gt;&amp;nbsp;corresponderia à seguinte mensagem ao analista: “você desconheceu a causa de desejo.” Não foi esta a resposta em ato do “Homem dos miolos frescos” diante da intervenção do analista que, em vez de lhe dizer “Você plagia nada”, insistia em lhe dizer “Você não plagia”?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: normal; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;Ainda no seminário 10, Lacan observa que o momento da passagem ao ato é o do embaraço maior do sujeito com o falo, momento em que a emoção comparece como distúrbio do movimento. No ano seguinte, ele indica que a transferência, o sujeito suposto saber, como atualização da realidade sexual do inconsciente, pode também ser dita&amp;nbsp;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;acting out&lt;/i&gt;&amp;nbsp;do inconsciente. Mas se a análise for levada às suas últimas consequências, se ela alcançar o ato analítico, como passagem de analisando a analista, o analista se transformará em resíduo, dejeto, coisa rejeitada. Numa só palavra, em objeto a. Objeto cuja função, na lógica da fantasia, era a de suprir a ausência do ato sexual como relação do homem com a mulher, enquanto relação de Um com o Outro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Times New Roman'; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;Ao&amp;nbsp;&lt;i style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;acting out&amp;nbsp;&lt;/i&gt;transferencial do analisante, é preciso que, do lado do analista, corresponda o ato psicanalítico. Corresponda-lhe como o quê? Primeiramente como ato de autorizar-se por si mesmo, mas também como o ato de restaurar com outros a função desse sujeito suposto saber que o conduziu até o passe, mudança de lugar e, consequentemente, de discurso, e nele se desfez. “O psicanalisando, no início, pega seu bastão, carrega seu alforge, para ir ao encontro, à entrevista com o sujeito suposto saber.” O ato psicanalítico apresenta-se como uma incitação ao saber. Instaura-se uma experiência a ser feita de surpresas, sucessivos cortes, reitera-se a castração, a própria tarefa analítica se reitera. Há um efeito topológico que permite dizer que, somente no ato, o sujeito é idêntico a seu significante&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSESTITULO" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 14pt; line-height: 24px;"&gt;Comissão Científica:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOORDENAO" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;Coordenação: Vera Pollo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;Gloria Sadala, Elisabeth Rocha Miranda, Georgina Cerquise, Sonia Borges, Rosane Melo, Consuelo Pereira de Almeida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSESTITULO" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 14pt; line-height: 24px;"&gt;Comissão de Organização:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOORDENAO" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;Coordenação: Sheila Abramovitch e Gloria Justo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSESTITULO" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 9pt; line-height: 15px;"&gt;Yara Lemos, Ana Maria Magalhães, Denise Dupim, Gloria Nunes, Elvina Maciel, Geisa Freitas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSESTITULO" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 14pt; line-height: 24px;"&gt;Temas:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;1.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O ato analítico e a metonímia do desejo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;2.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ato analítico: “um saber enquanto verdade”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;3.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Interpretação, dito e semi dizer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;4.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A função interpretativa da pontuação,&lt;br style="line-height: 17px;" /&gt;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;da alusão e do corte da sessão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;5.&amp;nbsp;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&lt;/span&gt;Ato analítico e momento de concluir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;6.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ato analítico, destituição subjetiva e travessia&lt;br style="line-height: 17px;" /&gt;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;da fantasia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;7.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ato analítico, significado e efeitos de sentido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;8.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Fim de análise e destituição do&lt;br style="line-height: 17px;" /&gt;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;sujeito-suposto-saber.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSESTITULO" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 14pt; line-height: 24px;"&gt;Subtemas:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;1.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ato psicanalítico e ato poético.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;2.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Passagem ao ato e acting out.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;3.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Repetição e ato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;4.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A fúria obsessiva&lt;br style="line-height: 17px;" /&gt;e o ataque histérico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;5.&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ato suicida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;6. Ato homicida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxCOMISSES" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormasttulo" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 19px;"&gt;Normas para apresentação dos trabalhos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-size: x-small; line-height: normal;"&gt;Lembramos àqueles que desejam apresentar trabalho que só serão selecionados os argumentos das pessoas previamente inscritas nas Jornadas. Os resumos de no mínimo 25 linhas deverão ser enviados para o e-mail secretaria@fcclrio.org.br, até o dia 02 de setembro de 2011. É importante não esquecer que o nome do autor não deve vir junto ao resumo, mas em folha separada, da qual constam apenas o título do trabalho e o nome do autor&amp;nbsp;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&lt;span style="line-height: normal;"&gt;e-mail&amp;nbsp; e telefone para contato.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A divulgação dos trabalhos selecionados será feita no dia 30 de setembro na sede da instituição e na rede eletrônica de FCCL-Rio. Os trabalhos finalizados deverão ser enviados completos até o dia 31 de outubro, com o número máximo de 07 páginas, incluindo bibliografia; letra Times New Roman, corpo 12, espaço duplo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricaoTIT" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 14pt; line-height: 24px;"&gt;Datas e valores para inscrições&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricaoTIT" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: inline !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricaoTIT" style="display: inline !important; font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;Até 30/09&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricao" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;estudante de graduação&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;110,00&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricao" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;membro e participante - 170,00&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;profissional - 190,00&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: inline !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricaoTIT" style="display: inline !important; font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;Até&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;15/11&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricao" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;estudante de graduação 130,00&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricao" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;membro e participante - 190,00&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricao" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;profissional - 210,00&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricao" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: inline !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricaoTIT" style="display: inline !important; font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;No local&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricao" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;estudante de graduação - 160,00&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxDATAinscricao" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;membro e participante - 220,00&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;profissional - 250,00&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: inline !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormasttulo" style="display: inline !important; font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 14pt; line-height: 22px;"&gt;Ficha de inscrição:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxFichatexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Nome completo:----------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxFichatexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Nome para o crachá: ----------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxFichatexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Endereço: ------------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxFichatexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; CEP:--------------------- Cidade:---------------------------------------Estado:&lt;span style="line-height: 19px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;UF:------&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxFichatexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Tel.:________________________&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Cel.:________________________________&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;E-mail:__________________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-style: normal; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: inline !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxObs" style="display: inline !important; font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Obs:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxObs" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;*Vagas limitadas para estudantes de graduação.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxObs" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;**Parcelamento em duas vezes c/ cheques pré-datados&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;***Desistência c/ devolução de 80% do valor pago até 15/10/2011.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-style: normal; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: inline !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormasttulo" style="display: inline !important; font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 18px;"&gt;Informações&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Sede da FCCL Rio de Janeiro (Célia da Silva)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Rua Goethe 66 - Botafogo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;secretaria@fcclrio.org.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Telefone: (21) 2537-1786&lt;span style="line-height: 19px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;/&lt;span style="line-height: 19px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;2286-9225&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormasttulo" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 31px;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 18px;"&gt;Inscrições e formas de pagamento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Sede de FCCL-Rio (endereço acima) ou depósito bancário identificado em nome de:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Formações Clínicas do Campo Lacaniano-RJ&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxNormastexto" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Banco Itaú - agência 8598 C/C 06617-6&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxObs" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Informamos que as inscrições realizadas por depósito em conta bancária precisam ser confirmadas por via e-mail.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxObs" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: 31px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;Enviar comprovante do depósito para a sede de FCCL-RJ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: x-large; font-style: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: white; font-family: Tahoma; font-size: 11pt; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Tahoma; font-size: 8pt; font-style: italic; line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="font: normal normal normal 10pt/normal arial; line-height: normal;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-1628253180969613474?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/1628253180969613474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=1628253180969613474' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1628253180969613474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1628253180969613474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2011/08/xiii-jornadas-de-formacoes-clinicas-do.html' title='XIII JORNADAS DE FORMAÇÕES CLÍNICAS DO CAMPO LACANIANO - FCCL/RJ - &quot;A Clínica do Ato. &quot;'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-CPM3iKE9LXs/Tk--do4VwDI/AAAAAAAAAPI/wrGnWeIGiwU/s72-c/Cartaz+Cl%25C3%25ADnica+do+Ato.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-8322583135033211640</id><published>2011-05-09T14:28:00.001-03:00</published><updated>2011-05-09T14:30:17.440-03:00</updated><title type='text'>II ENCONTRO DE ESTUDOS CULTURAIS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Mh8UR5PPM-c/TcgjaHzZBjI/AAAAAAAAAOw/xd121Bg8mtk/s1600/2+Cartaz+Cor+II+EEC.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-Mh8UR5PPM-c/TcgjaHzZBjI/AAAAAAAAAOw/xd121Bg8mtk/s640/2+Cartaz+Cor+II+EEC.jpg" width="425" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="direction: ltr; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;O&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;IIº&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;Encontro de Estudos Culturais, promovido pelo CRISOL - Grupo de Pesquisas e Estudos Culturais (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;PGCult&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;/UFMA), é o resultado do aprofundamento dos debates realizados em três eventos anteriores: São Luis (2006), Belém (2007) e, em 2008, ocorreu o I° Encontro de Estudos Culturais que ampliou sobremaneira o alcance desses debates. Foram dois dias que contaram com apresentações de pesquisadores e professores locais e de renome regional e nacional, e comunicações de jovens pesquisadores vinculados ao CRISOL e ao LAPSU.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;Nesta segunda edição o objetivo é priorizar as produções dos membros do Grupo de Pesquisa e promover seu diálogo com profissionais locais. Será um&amp;nbsp;&lt;b style="font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;evento preparatório&amp;nbsp;&lt;/b&gt;para o III Encontro no qual haverá um intercâmbio mais amplo com outros Grupos de Pesquisa das Universidades de Pernambuco, Rio de janeiro e São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;É com este espírito &lt;b&gt;inter e transdisciplinar&lt;/b&gt; que convidamos a todos os que se sentirem implicados a participar de nosso laboratório e de nossa plenária ao final do evento para construirmos juntos uma produção acadêmica consistente que qualifique nossos eventos, nossos trabalhos e crie um locus de trabalho, intercâmbio e produção do conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: 12pt; line-height: 20px;"&gt;Estão todos convidados!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Comic Sans MS';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-8322583135033211640?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://crisol-gpec.com.br/site/agenda/21/173/ii-encontro-de-estudos-culturais-26-a-27-de-maio-2011.html' title='II ENCONTRO DE ESTUDOS CULTURAIS'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/8322583135033211640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=8322583135033211640' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8322583135033211640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8322583135033211640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2011/05/ii-encontro-de-estudos-culturais.html' title='II ENCONTRO DE ESTUDOS CULTURAIS'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Mh8UR5PPM-c/TcgjaHzZBjI/AAAAAAAAAOw/xd121Bg8mtk/s72-c/2+Cartaz+Cor+II+EEC.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-8310345272009890686</id><published>2011-02-26T22:14:00.000-03:00</published><updated>2011-02-26T22:14:46.244-03:00</updated><title type='text'>CISNE NEGRO OU UM CISNE À DERIVA?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-zNP-OCtUE0U/TWmlGmM9prI/AAAAAAAAAOs/dDAOK2akJ04/s1600/Cisne+negro.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh5.googleusercontent.com/-zNP-OCtUE0U/TWmlGmM9prI/AAAAAAAAAOs/dDAOK2akJ04/s1600/Cisne+negro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;O filme dirigido por &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/diretores/darren-aronofsky"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;Darren Aronofsky&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt; com o título original em inglês Black Swan (2010) catalogado no gênero do suspense intriga por sua crítica contundente ao paradoxo mais inusitado que o mundo do capitalismo pós-industrial pode nos levar; a arte pode levar o sujeito à loucura, ela pode virar objeto a ser consumido. Ela pode perder sua função simbólica, despir-se de sua potência criadora e conduzir o sujeito à morte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Por que falarmos de paradoxo? Aqueles que apreciam a boa literatura, os bons filmes, belas pinturas, esculturas inquietantes e possuem uma leitura mais aberta à psicanálise, antropologia e crítica literária estão familiarizados com a vida e a obra de artistas como Antoine Artaud, James Joyce, Camille Claudel, Vaslav Nijinsky e tantos outros que fizeram da arte sua suplência para não sucumbir à deriva psicótica. A arte nesses casos tinha a função de contorno simbólico e organizador por produzir uma função e um lugar para o sujeito na cena que rege o laço social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;No caso de Nina, interpretada pela excelen&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;te atriz &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/atores/natalie-portman"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;Natalie Portman&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;, sua busca pela perfeição técnica, seu empenho para fazer valer a decisão de sua mãe de lhe dar a vida e abandonar seus próprios sonhos, fez de seu desejo a demanda por ser em conformidade ao desejo do Outro Materno, a única face de sua platéia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;O sexo é traumático, nos dizia Freud. O sexo possui uma dimensão diabólica, nos diz Freud, há algo obscuro, não simbolizado, negro (sem luz) em nosso acontecer psíquico que instaura uma inquietante estranheza (Lo Ominoso – Das Unheimliche), como uma marca da alteridade entranhada em nossa constituição subjetiva. Numa dialética própria à alienação e à separação, como processos interligados, um desejo é tecido. Para simbolizar é preciso desejar, é preciso ocupar uma posição de sujeito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;O cisne branco cai para a morte, cai como objeto que denuncia a impossibilidade do sujeito sustentar uma posição objetalizada para o Desejo Materno. Mas, Nina cai junto, fere sua carne no real, ela não encena, ela vai ao ato. Ela vive, ao pé da letra, os mandamentos do diretor da companhia. Ela passa da palavra ao ato e não da palavra à cena.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;É aqui que o paradoxo estatela-se em cena no filme, uma crítica feroz que denuncia que a arte, no caso a dança, o balé, pode sucumbir ao consumo, à desumanização, a carência completa de simbolização, à vivência invasora de um imaginário super-real que permite à pulsão de morte governar sem cumprir seu melhor papel quando está a serviço da vida, qual seja: o ato criativo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Nina entregue ao imaginário que duela a pureza de uma menina meiga contra o escândalo diabólico do sexo, do desejo e do mal, ocupa o lugar daquela que não deseja, da frigida menina meiga, objeto assujeitado. Sem direito à palavra, sem ter com quem falar, na ausência de uma escuta que lhe faça tomar a palavra para se recriar como sujeito, Nina faz sua travessia pelo imaginário, por cenas sem palavras, cenas sem mediação simbólica e por isso sucumbe, se oferece em sacrifício como objeto esculpido para perfeição, mármore fraturado. É só aí, na morte, que ela pôde ser sujeito. E é assim, também, que muitos psicóticos fazem sua última tentativa de sair do lugar de objeto em conformidade ao desejo do Outro, a única forma de produzir uma separação, uma barra à invasão mortificante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Em Crise da Cultura, Hannah Arendt nos diz que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;“a atitude do consumo, condena à ruína tudo o que toca”, já &lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Lipovetsky conclui que a era do consumo instaura a “Era do Vazio”. Poderíamos então pensar que o consumo esvazia o simbólico tornando o imaginário oco, vazio, arruinado, desprovido de sustentação para tantas outras suplências...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;por Adriana Cajado Costa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-8310345272009890686?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://crisol-gpec.com.br/site/dialogias/4/100/cisne-negro-ou-um-cisne-%C3%80-deriva.html' title='CISNE NEGRO OU UM CISNE À DERIVA?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/8310345272009890686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=8310345272009890686' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8310345272009890686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8310345272009890686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2011/02/cisne-negro-ou-um-cisne-deriva.html' title='CISNE NEGRO OU UM CISNE À DERIVA?'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-zNP-OCtUE0U/TWmlGmM9prI/AAAAAAAAAOs/dDAOK2akJ04/s72-c/Cisne+negro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-8567394494333973966</id><published>2010-10-07T10:30:00.000-03:00</published><updated>2010-10-07T10:30:36.372-03:00</updated><title type='text'>Vinhetas sobre as relações entre o simbólico e a Pulsão de Morte: em construção</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TK3LFDtzVYI/AAAAAAAAAOg/x7xBRZu3N1c/s1600/n%C3%B3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TK3LFDtzVYI/AAAAAAAAAOg/x7xBRZu3N1c/s200/n%C3%B3.jpg" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"Los seres humanos nacen con toda clase de disposiciones, sumamente heterogéneas.&lt;br /&gt;Pero cualquiera que sea su suerte fundamental, su suerte biológica, lo que el análisis revela al sujeto es su significación. Esa significación es función de cierta palabra, que es y no es palabra del sujeto: él recibe esa palabra ya totalmente hecha, es su punto de pasaje. No sé si se trata de la palabra clave primitiva del Libro del Juicio, inscrito en la tradición rabínica. No miramos tan lejos, tenemos problemas más limitados, pero en ellos los términos vocación y llamada poseen todo su valor. Si no existiera esa palabra recibida por el sujeto, y que remite al plano simbólico, no habría ningún conflicto con lo imaginario, y cada cual seguiría pura y simplemente su inclinación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La experiencia nos muestra que no es así. Freud nunca renunció a un dualismo esencial como constituyente del sujeto. Esto no significa más que estos recruzamientos. Quisiera continuarlos. El yo se inscribe en lo imaginario. Todo lo que es del yo se inscribe en las tensiones imaginarias, como el resto de las tensiones libidinales. Libido y yo están del mismo lado. El narcisismo es libidinal. El yo no es una potencia superior, ni un puro espíritu, ni una instancia autónoma, ni una esfera sin conflictos-como se osa escribir-sobre la cual tendríamos que tomar apoyo. ¿Qué es esa historia? ¿Debemos exigir de los sujetos que posean tendencias superiores a la verdad? ¿Qué es la tendencia trascendente a la sublimación? Freud la repudia de la manera más formal en Más allá del principio del placer. En ninguna de las manifestaciones concretas e históricas de las funciones humanas ve la menor tendencia al progreso, y esto posee cabalmente su valor en aquel que inventó nuestro método. Todas las formas de la vida son igualmente sorprendentes, milagrosas; no hay tendencia hacia formas superiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es aquí donde llegamos al orden simbólico, que no es el orden libidinal en el que se inscriben tanto el yo como la totalidad de las pulsiones. Tiende más allá del principio-del placer, fuera de los límites de la vida, y por eso Freud lo identifica al instinto de muerte. Releerán ustedes el texto y verán si les parece digno de aprobación. El orden simbólico es rechazado del orden libidinal que incluye todo el dominio de lo imaginario, comprendida la estructura del yo. Y el instinto de muerte no es sino la máscara del orden simbólico, en tanto que-Freud lo escribe-está mudo, es decir, en tanto que no se ha realizado. Mientras el reconocimiento simbólico no se haya establecido, por definición, el orden simbólico está mudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al orden simbólico, a la vez no-siendo e insistiendo en ser, apunta Freud cuando nos habla del instinto de muerte como lo más fundamental: un orden simbólico naciendo, viniendo, insistiendo en ser realizado.&amp;nbsp;(LACAN; 29.06.55).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-8567394494333973966?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/8567394494333973966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=8567394494333973966' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8567394494333973966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8567394494333973966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/10/vinhetas-sobre-as-relacoes-entre-o.html' title='Vinhetas sobre as relações entre o simbólico e a Pulsão de Morte: em construção'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TK3LFDtzVYI/AAAAAAAAAOg/x7xBRZu3N1c/s72-c/n%C3%B3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-5281480430158208810</id><published>2010-07-26T20:44:00.000-03:00</published><updated>2010-07-26T20:44:27.943-03:00</updated><title type='text'>Alguns comentários sobre: Violência e Pudor</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TE35OiC9abI/AAAAAAAAAOM/A5ZoVOxbf1I/s1600/1984.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" hw="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TE35OiC9abI/AAAAAAAAAOM/A5ZoVOxbf1I/s320/1984.jpg" width="230" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Piera Aulagnier em seu livro "A Violência da Interpretação" nos brinda com uma frase inquientante: "viver é experimentar de maneira contínua uma situação de encontro". É de um encontro com o saber e do amor subjacente constituído que indico aos leitores desse blog um importante texto de Diana Rabinovich "Violência e Pudor". Nele, a psicanalista aborda o pudor sob a ótica da psicanálise tomando de Lacan sua teorização de base iniciada em "Kante com Sade"(1963).&amp;nbsp;Nele,&amp;nbsp;a experiência sadiana é compreendida no plano da violação, no mais íntimo do sujeito ao atingir seu pudor, “pois o pudor é ambiceptivo das conjunturas do ser: entre dois, o despudor de um constitui por si só a violação do pudor do outro” (783). &lt;br /&gt;Diana áfirma que Lacan &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"es el único psicoanalista que lo ha teorizado como algo correlativo de la constitución del sujeto, es decir, de la subjetivación como tal, si entendemos por sujeto al sujeto dividido, siempre, entre dos significantes S1 y S2; significante primero y significante segundo, que nunca alcanzan a delimitar, a producir un efecto de sujeto completo"(p.74).&lt;/blockquote&gt;O que Rabinovich destaca da teoria do pudor na obra de Lacan é justamente a relação do sujeito com o Outro, perpassando pelo objeto &lt;em&gt;a&lt;/em&gt; e com isso demonstrando que o processo de subjetivação perpassa a causa do desejo e o mais-de-gozar. Assim ela faz uma travessia pelos escritos, seminários, e, principalmente,&amp;nbsp;pelo texto capital da "Significação do Falo" tendo como&amp;nbsp;fio condutor a questão do pudor. Neste último artigo de Lacan é&amp;nbsp;destacado o momento em que Lacan&amp;nbsp;conclui: “o demônio do pudor aidos (scham) surge no momento&amp;nbsp;no qual&amp;nbsp;o mistério antigo do falo&amp;nbsp;é desvelado” (Lacan 1958). E sinaliza que falamos constantemente sobre o "vel do pudor". O ponto central é que o pudor está na divisão do sujeito enquanto posição de &lt;em&gt;objeto a&lt;/em&gt;.&amp;nbsp;Para Lacan, nos diz Diana, a única virtude do&amp;nbsp;sujeito é o pudor e é justamente por isso que o analista deve respeita-lo e jamais violá-lo, constituindo, caso o viole, uma violência.&lt;br /&gt;Não existe nada que nos completa, não há o homem ideal e não existe A Mulher, todos somos fraturados, divididos, o pudor é o reconhecimento simbólico disso. Rabinovich complementa: &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Ante esta inexistencia de la relación sexual, aparece un horror al saber, en tanto saber inconsciente, ya que en él no hay inscripción que dé cuenta del sexo o de la sexualidad. Lo que centra es un vacío, justamente la inexistencia de la relación sexual. Porque no hay verdad del sexo, sino tan solo un agujero, el inconsciente habla todo el tiempo de él, sin mostrar la ausencia que lo rige. Y así como hay un horror al saber, también hay un amor al mismo, punto en el que Lacan desplaza el saber del amor, del deseo al amor.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;A violação do pudor constitui uma violência simbólica que toca do âmago do sujeito e o joga no desamparo rumo ao horror. Os mais diversos mecanismos perversos de violação são trabalhados, incuindo os realite shows como o big-brother. Viola-se também com o olhar, com o mostrar, com a voz e com o ato. Conclui-se então que a perversão está presente nas relações atuais, uma per versão, uma versão do mal. Cita Hanna Arendt para concluir que um mal radical está presente em nossa cultura e, com uma delicada e discreta crítica questiona aqueles que não querem saber nada sobre isso, no que está aos olhos, mas também no horror ao saber.&lt;br /&gt;Leitura instigante, que merece releituras!&lt;br /&gt;Essa resenha não abrange todo o texto, apenas é um recorte.&lt;br /&gt;Onde conseguir: &lt;strong&gt;Psicoperspectivas &lt;/strong&gt;revista de la escuela de psicología. Facultad de filosofía y educación. Pontificia Universidad Católica de Valparaíso. vol. VI 2007 [pp. 73 - 81]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-5281480430158208810?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/5281480430158208810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=5281480430158208810' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5281480430158208810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5281480430158208810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/07/alguns-comentarios-sobre-violencia-e.html' title='Alguns comentários sobre: Violência e Pudor'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TE35OiC9abI/AAAAAAAAAOM/A5ZoVOxbf1I/s72-c/1984.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-70881831831567124</id><published>2010-07-22T15:08:00.000-03:00</published><updated>2010-07-22T15:08:38.858-03:00</updated><title type='text'>Criar ou Malcriar?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TEiI1Mhh95I/AAAAAAAAAOE/hZO-0GN15IU/s1600/Palmada.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" hw="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TEiI1Mhh95I/AAAAAAAAAOE/hZO-0GN15IU/s200/Palmada.bmp" width="157" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Interessante artigo de Diana Rabinovich, publicado por Mila Dosso no Jornal argentino Diario do Norte, reflete sobre a função dos pais na educação de seus filhos na sociedade atual. Ela analisa quais são os grandes obstáculos no exercício de suas funções que produzem&amp;nbsp;nos pais uma&amp;nbsp;destituição de seus lugares, além de muita culpa.&lt;br /&gt;Atualmente, os pais transferem suas funções para a Escola, os legisladores que determinam se deve ou não dar uma palmada, gritar, colocar de castigo, proibir brincadeira e os acessos aos bens culturais. Com isso a sociedade apenas ensina para suas crianças que seus pais não tem condições de lhes oferecer nenhuma segurança, nenhuma amarração simbólica, suas heranças estão prejudicadas, desqualificadas e sem valor. Nenhuma figura de autoridade representativa das Leis simbólicas são merecedoras de atenção, respeito e muito menos admiração. Estamos em um momento complexo e repleto de menacismos de coisificação. Onde estão nossos sujeitos?&lt;br /&gt;Boa leitura e reflexão!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Nos dijo la directora que si sigue como el año pasado lo tengo que cambiar de escuela. Tiene malas notas, contesta mal, no presta atención”. “Pasa todo el día con la tele o la computadora. No lo puedo sacar”. “Es muy agresivo, tiene 9 años y se pelea con todo el mundo”. “No acepta la ropa que le quiero poner, no le puedo hacer tomar los remedios, si no hago la comida que él quiere no come”. “Apenas tiene 13 años y todo el día anda en la calle” “Si yo a los 5 años hacía eso me mataban”.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;¿Por qué a los padres les cuesta tanto educar a sus hijos, ponerles límites? &lt;br /&gt;Tradicionalmente el manejo de la autoridad en el núcleo familiar ha sido autocrático. Los padres imponían las normas, corregían, castigaban y premiaban. Ni el poder ni la autoridad se compartían con los hijos y era el papá, en definitiva, quien tenía la última palabra, porque en él residía la responsabilidad socioeconómica y moral de la familia. Creían en la naturaleza didáctica del rigor. Ejercían la autoridad incluso con dureza ante la idea de que nada era más provechoso que ‘un buen cachetazo a tiempo’, y enfrentaban los reproches filiales con un rotundo ‘ya me lo vas a agradecer’. &lt;br /&gt;Los padres de hoy, en cambio, se retuercen de culpa ante cada ‘no’ o cada ‘basta’ y sienten pánico de que el futuro pase facturas. Les espanta parecerse a ciertos padres de antes y está bien. Pero al definir nuestro rol sólo por oposición, nos vamos al extremo del ‘sí’ fácil. Y eso también se paga. Décadas de tolerancia en la crianza de los hijos, aplicadas por padres culposos, generaron niños con grandes dificultades para asumir responsabilidades, respetar &lt;br /&gt;límites o demostrar respeto por los demás. &lt;br /&gt;El problema no es que el sistema que funcionó durante décadas se haya resquebrajado o dejado de funcionar. El problema, según los que saben, es que aún no se ha reemplazado ese modelo por otro en el que los chicos asuman responsabilidades e incorporen normas familiares de otro modo. Desde esta óptica y en algunos aspectos, la equiparación de roles entre el papá y la mamá en el seno familiar no parece haber sido del todo beneficiosa. La mamá siempre fue asimilada a ‘lo calentito’ del hogar, la que aportaba la calidez, la contención y hasta cierta complicidad. El padre, a la voz categórica y definitiva, sin discusiones. Hoy, al tener tantos roles, la madre perdió su histórica función, y eso no sólo está complicando las identificaciones sino que los hijos no tienen muy claro cuál es el papel de cada uno de los padres y en quién reside la autoridad. &lt;br /&gt;¿Criar o malcriar? &lt;br /&gt;Los especialistas aseguran que los límites son fundamentales para que el chico pueda incorporar una protección. “Dejar que un hijo crezca con absoluta libertad no es criar sino malcriar”, afirman. La crianza tiene que ver con una limitación, y no poner límites es dejar al chico a expensas de buscar sus propias limitaciones. Los límites son los valores, reglas y normas, en los cuales cada ser humano estructura su personalidad. Son parámetros conductuales aprendidos que rigen el comportamiento e indican si es adecuado o no. Los padres tienen que balancear entre fomentar la confianza y la autonomía de sus hijos y enseñarles que el mundo puede ser un lugar peligroso e inseguro. &lt;br /&gt;Pero en ocasiones algunos papás dan demasiada libertad en cuestiones no muy apropiadas o demasiados privilegios antes de que los niños o adolescentes estén adecuadamente preparados para ello; por otro lado, otros mantienen un control demasiado rígido con los hijos negándoles las oportunidades para madurar y aprender a tomar decisiones por sí mismos, y a aceptar las consecuencias. &lt;br /&gt;Cuando los chicos provocan o se portan mal, están pidiendo desesperadamente alguna autoridad que les quite la responsabilidad de autolimitarse. Nos guste o no somos limitados, no somos omnipotentes. Y aprender eso desde pequeños puede ayudarnos de adultos. La realidad no es tan manipulable como los chicos imaginan desde su pensamiento mágico y egocéntrico. Por eso hay que enseñarles a aceptar un no, a entender que no todo saldrá &lt;br /&gt;siempre como lo desea, que no siempre va a lograr lo que se propone. &lt;br /&gt;De esta manera va a desarrollar tolerancia a la frustración, un rasgo fundamental de la personalidad adulta. Así, cuando un papá o una mamá dicen ‘eso no’, ‘basta’ o ‘no hay más’ están funcionando como representantes de lo real para ese hijo: le están adelantando situaciones que tarde o temprano deberá experimentar. Lo están ayudando a crecer. No hay recetas. &lt;br /&gt;No se trata de andar a los gritos ni a los golpes. Basta con decir no y sostenerlo. Basta con bancarse, por un rato, ser ‘el malo de la película’. En algunos casos hay también, por parte de los padres, un exceso de explicaciones: hay razones que tienen que ver nada más que con el “porque yo lo digo”, es decir, con que uno es el adulto y decide, sin ninguna otra razón o explicación. Sin embargo, los adultos de hoy explican tanto el “porque no” que parece que estuviesen pidiendo disculpas, que no estuvieran seguros de lo que hacen y dicen, lo cual es también nocivo para los chicos. &lt;br /&gt;Otro enemigo recurrente de los límites es el consumo. Muchos padres silencian las demandas de los hijos con objetos y regalos: “si te bañás te compro algo”, “si hacés los deberes te llevo al cine”. De esta manera, se entra en una negociación permanente con el chico, lo cual lo va a convertir en un transgresor, porque no incorpora la norma &lt;br /&gt;sino la negociación. &lt;br /&gt;Pero sea por comodidad, sea por confusión, los padres de hoy huyen despavoridos de la posibilidad de poner límites. No es fácil. Los hijos le devuelven a los padres un espejo de lo que hicieron, de lo que hacen. Lo que hace un chico suele hablar de los grandes que lo rodean. De modo que prestemos atención cuando corroboramos que nuestro hijo es agresivo, mal criado, mal educado o haragán. &lt;br /&gt;“Se ha devaluado y degradado la idea de mérito, de que hemos de merecer algo en función de lo que hemos hecho para obtenerlo. Se ve claramente en la supresión de sanciones adecuadas en las escuelas. No se corrigen las faltas de ortografía o de gramática y la consecuencia está a la vista: los jóvenes no saben escribir ni leer, ni hablar, y circulan con un vocabulario paupérrimo. Casi puede afirmarse que hay un trabajo en contra de nuestro carácter de seres determinados por la cultura, una dimisión de la civilización, y cada vez se enfatiza más que seamos animales alegres, pero animales por fin `naturales’. Un ejemplo de ello es la pérdida de pudor, que sabemos tiene determinaciones históricas, cosa de la que se da prueba claramente en la televisión, que ha creado una cultura en la que mostrarlo todo está bien, burlarse y humillar al prójimo también”. (Diana Rabinovich, profesora titular de la Facultad de Psicología de la UBA.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-70881831831567124?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.diarionorte.com/noticia.php?numero=51935' title='Criar ou Malcriar?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/70881831831567124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=70881831831567124' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/70881831831567124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/70881831831567124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/07/criar-ou-malcriar.html' title='Criar ou Malcriar?'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TEiI1Mhh95I/AAAAAAAAAOE/hZO-0GN15IU/s72-c/Palmada.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-4634321883624193804</id><published>2010-07-19T11:27:00.004-03:00</published><updated>2010-07-19T11:42:25.242-03:00</updated><title type='text'>Museu Mefistofélico no Curso Livre Folclore e Cultura Popular</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TERkCi3O31I/AAAAAAAAAN8/-KmuSuycMeU/s1600/CCP+Museu+Folclore.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 89px; FLOAT: left; HEIGHT: 178px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495627440179830610" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TERkCi3O31I/AAAAAAAAAN8/-KmuSuycMeU/s320/CCP+Museu+Folclore.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Com o intuito de fazer circular as boas falas e as pesquisas de ponta que não são midiáticas, nosso blog prestigia o Curso Livre de Folclore e Cultura Popular que acontece essa semana no Rio de Janeiro e em especial, a palestra do Prof. Dr. Alexandre Corrêa intitulada "O Museu Mefistofélico: Museologização da Magia Negra no Tombamento do Primeiro Patrimônio Etnográfico do Brasil" que será ministrada no dia 22/07/20104 as 14hs. Trata-se de uma pesquisa de cunho antropológico e da sociologia da cultura que faz um dialógo com a psicanálise, literatura, filosofia e artes. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vale conferir!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Com o tema "Biografias: trajetórias e escritas culturais", o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) vai realizar, de 19 a 30 de julho, a edição 2010 do Curso Livre de Folclore e Cultura Popular, com a intenção de fazer um recorte amplo e refletir sobre as relações possíveis entre o biográfico e o popular".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Serviço: Curso Livre de Folclore e Cultura Popular 2010Período: 19 a 30 de julho de 2010. 30 de agosto de 2009 - entrega de trabalhos finais (opcional) Inscrições De 05 a 09 de julho de 2009, de 10h às 17hTaxa: R$ 100,00 Vagas: 50 Carga horária 80 horas - 50 horas-aula, 30 horas de atividades extras &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Local Auditório do Museu de Folclore Edison Carneiro InformaçõesSetor de PesquisaCentro Nacional de Folclore e Cultura Popular Rua do Catete, 179 (metrô Catete), Rio de Janeiro, RJ &lt;a href="mailto:pesq.folclore@iphan.gov.br"&gt;pesq.folclore@iphan.gov.br&lt;/a&gt; Tel: (21) 2285.0441 / 2285.0891, ramais 214 e 215 Fax: (21) 2285.0441 / 2285.0891, ramal 214 Realização Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular / IPHAN / Ministério da Cultura Parceria Núcleo de Cultura Popular do Instituto de Artes/UERJ Apoio Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-4634321883624193804?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://gpeculturais.blogspot.com/2010/07/curso-livre-de-folclore-e-cultura.html' title='Museu Mefistofélico no Curso Livre Folclore e Cultura Popular'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/4634321883624193804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=4634321883624193804' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/4634321883624193804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/4634321883624193804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/07/museu-mefistofelico-no-curso-livre.html' title='Museu Mefistofélico no Curso Livre Folclore e Cultura Popular'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TERkCi3O31I/AAAAAAAAAN8/-KmuSuycMeU/s72-c/CCP+Museu+Folclore.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-1246245722525405671</id><published>2010-07-05T17:14:00.001-03:00</published><updated>2010-07-05T17:58:48.927-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identificação'/><title type='text'>As Impertinências de um reconhecimento</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TDI9dj3VzWI/AAAAAAAAANE/C5blgRBoggA/s1600/bebe+espelho.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 112px; FLOAT: left; HEIGHT: 115px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490518473770913122" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TDI9dj3VzWI/AAAAAAAAANE/C5blgRBoggA/s400/bebe+espelho.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que o Outro quer de mim? O que o Outro quer comigo? O que queres? Essas são as primeiras interrogações que o sujeito faz para alcançar o amor e o reconhecimento. Diante do júbilo do olhar da mãe, o bebê se identifica com sua imagem no espelho. Nesse tempo, esse sujeito em constituição se oferece em conformidade ao desejo do Outro até o momento em que a privação desse olhar jubiloso abrirá espaço para a castração introduzindo a falta, em forma de Lei, motor do desejo.&lt;br /&gt;Freud nos dizia que tudo o que queremos se traduz em dois significantes: amor e reconhecimento. Nossa trajetória visa alcançar esses dois tesouros. Quais os caminhos identificatórios que situam o sujeito diante do que procura? Quais as imagens de sucesso, fama, felicidade, alegria, bem-estar e prazer que são oferecidas?&lt;br /&gt;Participar na formação de profissionais no campo ético e perpassado pelo respeito e a dignidade, como é o caso de inúmeras profissões, como, por exemplo, a de professor é positivada no imaginário social com o signo do bem sucedido?&lt;br /&gt;Dedicar horas em pesquisas e estudos que culminam em melhor qualidade de vida de uma coletividade é positivado com a marca da felicidade e do prazer?&lt;br /&gt;Quais são os ideais que circulam em nossa sociedade e que nutrem diariamente os sonhos de nossas crianças e nossos jovens?&lt;br /&gt;Uma criança que acompanha seus pais trabalharem dia e noite com seriedade e paixão, mas ao final do mês percebe que seus pais, que se dedicam tanto ao TRABALHO, não podem usufruir de equipamentos culturais e de lazer porque não recebem o suficiente para ir ao cinema, teatro, comprar bons livros e realizar viagens e festas para celebrar suas próprias vidas, certamente vai questionar sobre o reconhecimento de suas práticas e compará-las com o que é reconhecido coletivamente.&lt;br /&gt;O que é reconhecido em nossa sociedade e que recebe com insistência de toda a mídia dozes intensas e quase histéricas de aplausos e júbilo? Façamos um teste: é só ir a uma banca de jornal com uma criança de seu convívio e conversar um pouco com ela sobre o que viu, o que achou e o que percebeu. A maioria dos meninos quer ser jogador de futebol e a maioria das meninas atriz, modelo ou cantora. Será que o imaginário social indica com entusiasmo o prazer que a leitura de um bom livro pode produzir? Parece que prazer e dimensão simbólica estão mutuamente excluídos. Se há alguma relação entre prazer e livro, parece haver apenas naquele retirado das revistas masculinas, que não inclui a dimensão simbólica, mas apenas o prazer em olhar o belo ou o erótico, quando não é pornográfico (uma questão de intimidade e escolha de cada um). Bem, aqui também há outra questão interessante. Existe a “censura” da faixa etária indicativa em filmes e peças de teatro. Indicação que serve para orientar os pais, mas que por lei não pode proibir, pois só compete aos pais a decisão do acesso de seus filhos às produções culturais, o que não ocorre nas bancas de jornais e nos orelhões de algumas cidades. A questão não é moral, pois o sexo faz parte da vida e o belo é seu sustento. O que está em pauta nessa reflexão é o processo de reconhecimento coletivo em nossa sociedade que interfere diretamente na construção dos ideais de cada sujeito. E o primeiro acesso ao reconhecimento é pelo imaginário, a dimensão simbólica é um processo a posteriori que vem num só depois de toda uma rede de significações tecidas.&lt;br /&gt;É importante pensar sobre o que é fonte de reconhecimento numa época de Copa do Mundo em que os jornalistas esportivos erguem os jogadores e seus times ao panteão dos deuses, em que jogadores de futebol, ídolos se milhares de crianças e jovens, ganham somas absurdas de dinheiro, assumem práticas ilegais e criminosas e são acolhidos sem passar pela Lei e pelas conseqüências dos seus atos. Pior ainda, numa época em que pessoas não podem andar tranquilamente pelas ruas, não por conta de assaltos, mas porque podem ser jogadas pelos ares em chamas se tiver o azar de pisar em um bueiro da light no momento de sua explosão.&lt;br /&gt;São constantes as reclamações sobre o comportamento de crianças e jovens, sobre a violência nas escolas, sobre a falta de limites, sobre a intolerância e assim segue uma vasta lista de queixas que só encenam um imaginário social resultante das impertinências de um reconhecimento de personagens que quanto menos estudam mais ganham, quanto menos respeitam mais são respeitados, quanto mais sínicos mais reconhecidos como espertos e inteligentes.Diante do espelho, o que nosso País deseja revelar e diante de que imagens quer produzir júbilo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-1246245722525405671?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/1246245722525405671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=1246245722525405671' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1246245722525405671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1246245722525405671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/07/as-impertinencias-de-um-reconhecimento.html' title='As Impertinências de um reconhecimento'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TDI9dj3VzWI/AAAAAAAAANE/C5blgRBoggA/s72-c/bebe+espelho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-2604124471632745011</id><published>2010-06-22T10:45:00.004-03:00</published><updated>2010-07-05T18:01:15.891-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='José Saramago'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ódio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal'/><title type='text'>Ódio e Crença no circuito alienante</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TCDGkkvkZmI/AAAAAAAAAM0/YADMeRVaOkU/s1600/Signorelli,+Luca+Orvieto+I+Condannati+alle+pene+infernali.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 242px; FLOAT: left; HEIGHT: 187px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485602677778048610" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TCDGkkvkZmI/AAAAAAAAAM0/YADMeRVaOkU/s400/Signorelli,+Luca+Orvieto+I+Condannati+alle+pene+infernali.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O artigo, assinado pelo filósofo Paolo Flores d'Arcais, que reproduzo a seguir e publicado no jornal El País e no blog da Fundação José Saramago, nomeia com inteligência o destino da crença religiosa diante da alteridade: o ódio. A dimensão do sagrado ou da fé podem tomar uma direção distinta da crença. A crença anula a crítica, o pensar, a plasticidade dos investimentos e dos afetos. Para reafirmar a crença é necessário negar tudo o que a contradiz. Própria ao universo da certeza, alienada no Outro, a crença só permite a proliferação do mesmo, do idêntico a si mesmo. Toda a angústia própria ao humano é contida pelos mantras, ditos e rosários. Os pensamentos e afetos contraditórios são negados e silenciados retornando sob forma disfarçada e substituta em medos, fobias, depressões. Nega-se a alteridade negando por extensão a singularidade. Perpertuar-se na crença é ser vassalo do Outro, é permitir uma invasão subjetiva que produz com vigor e força o ódio e a repulsa. Contudo, o ódio por essa invasão, o ódio de si, transforma-se em ódio pelo alter. O ódio teológico contra Saramago é o ódio que une tais crentes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Odio Teológico contra Saramago&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;22/06/10&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;El artículo de 'L'Osservatore Romano' contra el fallecido Nobel portugués no despide más que una ira furiosa y vulgaridad. Lo único que consigue es delinear un proceso exactamente al estilo del Santo Oficio.&lt;br /&gt;José Saramago ha dejado la isla de Lanzarote. Sus restos mortales han ido a Portugal, donde serán incinerados después de la capilla ardiente. Una parte de sus cenizas regresará a la isla para ser sepultada al pie de un olivo". Las agencias de noticias que transmitían estas informaciones añadían otra más: el gran escritor desaparecido era objeto de un reconocimiento extraordinario, el ataque furioso del diario de la Santa Sede, L'Osservatore Romano, tan dominado por la pulsión del anatema que daba salida a una prosa desquiciada y torcida. Pero ya se sabe que la caridad cristiana, en manos de la Iglesia jerárquica, puede hacer milagros.&lt;br /&gt;Es evidente que las inolvidables novelas del Nobel portugués tienen la capacidad de absorber al lector "en cuerpo y alma", despiertan su espíritu crítico y, al mismo tiempo, las emociones y la fantasía, incluso ante temas sobre los que la Iglesia jerárquica pretende ejercer un monopolio vigilante, si el órgano oficial del presunto Vicario de Cristo en la Tierra ha sentido la necesidad irrefrenable de vomitar a tambor batiente un vade retro! de injurias incoherentes, con el cuerpo aún caliente, en vez del requiescat in pacem canónico.&lt;br /&gt;Comienza con que "aunque haya fallecido a la respetable edad de 87 años, no podrá decirse de José Saramago que el destino le mantuvo con vida a toda costa", una expresión que tal vez pretende ser una utilización irónica de una frase de su novela Todos los nombres pero que, por el contrario, no despide más que odio y vulgaridad.&lt;br /&gt;A continuación inicia el rosario de acusaciones contra sus novelas, su contenido, su estilo, todo: "La Historia con mayúscula en filigrana con la del pueblo" (solo faltaría, en alguien que era novelista y no historiador), "una estructura autoritaria totalmente sometida al autor, más que a la voz narradora" (a la "pluma" del Papa se le escapa que, independientemente de que el relato lo conduzca la voz narradora o el autor, "Madame Bovary c'est moi", como explicaba Flaubert y como sucede con cualquier escritor), "una técnica de diálogo completamente deudora de la oralidad" (no se sabe cuál es el problema, porque la fusión entre narración y oralidad es uno de los elementos estilísticos que hacen que las obras de Saramago sean memorables), "un intento imaginativo que no se molesta en encubrir con la fantasía la impronta ideológica de eterno marxista"; ya está, aquí estamos, eso es lo que saca de quicio al periódico del Papa. Y sobre todo, "un tono de inevitable apocalipsis con un presagio perturbador que pretende celebrar el fracaso de un Creador y su creación".&lt;br /&gt;En resumen, la grandeza literaria es lo de menos. L'Osservatore Romano resulta patético cuando trata de reevaluar bajo el perfil de la creatividad una obra que hizo de José Saramago el mayor escritor vivo y lo único que consigue es delinear un proceso exactamente al estilo del Santo Oficio. Primera imputación: "respecto a la religión, dado que siempre tuvo la mente enganchada en una banalización desestabilizadora de lo sagrado (...), Saramago no dejó nunca de apoyar un descorazonador simplismo teológico". En italiano, lo primero que evoca siempre la palabra uncinata (enganchada) es la croce uncinata, la cruz gamada, una asonancia hitleriana, un lapsus con el que se perjudican a sí mismos, porque es un adjetivo que más valdría haber evitado en el periódico de un Papa que en su juventud lució la enseña de las Hitlerjugend. Pero cuando se es esclavo furioso del odio teológico ya no se controla lo que se dice.&lt;br /&gt;Por otra parte, dado que la otra imagen que evoca uncinato es la de los ganchos en los que cuelgan los cuartos de la res los carniceros, las palabras "una mente uncinata da una banalizzazione", "una mente enganchada en una banalización", o las ha escrito un genio de la ficción barata, o las han firmado con tinta azul en cualquier gimnasio. Y ahora viene la pregunta: ¿el autor de la necrológica cristiana quiere decir que el cerebro de Saramago estaba desestabilizado por la banalización de lo sagrado (es decir, que estaba loco o era un gilipollas), o que dicha banalización, unida a su materialismo libertario, desestabilizaba la fe de los lectores? Porque, si se trata de este último caso, eso sería un elogio.&lt;br /&gt;¿Y en qué consistiría el "descorazonador simplismo teológico" de que le acusa Claudio Toscani? En haber sostenido (la síntesis es de Carneade) que, "si Dios está en el origen de todo, Él es la causa de todo efecto y el efecto de toda causa" y, por consiguiente, por haberse enojado con "un Dios en el que nunca había creído, por Su omnipotencia, Su omnisciencia, Su omnividencia". Es decir, por haber ilustrado con un talento narrativo espectacular las antinomias de la teodicea, que los doctores de la Iglesia no han sabido nunca resolver pese a siglos de sutilezas teológicas y de agarrarse a clavos ardiendo. Además, Toscani, en su papel de filósofo improvisado, olvida que la característica de Dios que es incompatible con la omnipotencia no es la omnisciencia, sino la bondad y la justicia infinitas, vistos los horrores de los que está llena "Su" creación.&lt;br /&gt;Pero la obra que hizo que las jerarquías de la Iglesia vertieran auténtica bilis, una bilis que aún perdura 20 años después, fue, por supuesto, El Evangelio según Jesucristo, "un desafío a las memorias del cristianismo del que no se sabe qué salvar". No lo sabe el amanuense del Papa, porque sí lo saben muy bien los millones de lectores apasionados y los historiadores del cristianismo primitivo, que dan por sentado que el profeta judío itinerante de Galilea llamado Jesús no se consideró jamás el Mesías (para una minoría, como mucho, "Cristo no sabe nada de Sí hasta cuando está a un paso de la cruz", precisamente lo que Toscani reprocha a Saramago), y que, en efecto, "María fue para él una madre ocasional", hasta el punto de que no sabemos nada de ella aparte de que opinaba que su hijo estaba "fuera de sí" (Marcos, 3:21). Cuando el paladín del Evangelio según Ratzinger concluye, con la lanza en ristre pero la prosa un poco retorcida, que "la esterilidad lógica, antes que teológica, de esos asuntos narrativos, no produce la deconstrucción ontológica buscada, sino que se enrosca en una parcialidad dialéctica tan evidente que es preciso negarle toda credibilidad", solo se puede decir: "de te fabula narratur".&lt;br /&gt;Por otra parte, el odio teológico impide el respeto a la lógica e incluso a los hechos: como golpe final, L'Osservatore Romano reprocha al gran escritor que "un populista extremista como él, que se había hecho cargo del porqué de los males del mundo, debería haber vinculado el problema a las estructuras humanas pervertidas, desde las histórico-políticas hasta las histórico-económicas", exactamente lo que hizo Saramago, con su empeño inagotable "en nombre de los últimos", de los pobres, los marginados, que debería recordar algo a quien pretende predicar el Evangelio todos los domingos. El escritor llamaba a todo esto "comunismo", pero, como ha recordado Luis Sepúlveda, para Saramago, "ser comunista en el confuso siglo XXI" era sencillamente "una cuestión de ética frente a la historia", no era ideología sino entender "la solidaridad como algo unido al hecho de vivir. Nadie se había sacrificado tanto por tantas causas justas y en tan poco tiempo".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Filósofo y editor de la revista Micromega. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Traducción de María Luisa Rodríguez Tapia.&lt;br /&gt;Fuente: &lt;a href="http://www.elpais.com/articulo/opinion/Odio/teologico/Saramago/elpepiopi/20100622elpepiopi_11/Tes" target="_blank"&gt;elpaís.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-2604124471632745011?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.josesaramago.org/detalle.php?id=845' title='Ódio e Crença no circuito alienante'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/2604124471632745011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=2604124471632745011' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/2604124471632745011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/2604124471632745011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/06/odio-e-crenca-no-circuito-alienante.html' title='Ódio e Crença no circuito alienante'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TCDGkkvkZmI/AAAAAAAAAM0/YADMeRVaOkU/s72-c/Signorelli,+Luca+Orvieto+I+Condannati+alle+pene+infernali.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-1723307610465220657</id><published>2010-06-18T11:51:00.003-03:00</published><updated>2010-07-05T15:36:19.024-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='José Saramago'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><title type='text'>As Intermitências de Saramago</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TBuPuxE-lNI/AAAAAAAAAMs/V3ld5jtDf2c/s1600/Saramago.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 267px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5484135004864681170" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TBuPuxE-lNI/AAAAAAAAAMs/V3ld5jtDf2c/s400/Saramago.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Saramago morreu? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Certamente o homem José faleceu junto dos seus de maneira tranquila e digna podendo se despedir daqueles que ama. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já, Saramago, imortal em sua escrita, em suas idéias e reflexões tornou-se encantado, como publicou Alexandre Corrêa em seu blog. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sua escrita encantadora que faz o leitor participar vivamente das angústias, reflexões, dúvidas, desejos e suspiros é marca viva da imortalidade de sua literatura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como não se inquietar com "Ensaio sobre a cegueira" em que uma cegueira branca como leite enclausura a todos e faz surgir todo o mal. "Ensaio sobre a lucidez" nos convoca a pensar nossas escolhas e a escolha de não escolher, por meio de uma eleição na qual votos em branco ultrapassam os limites aceitáveis da política e da legitimidade da representação pelo voto. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já em "Intermitências da Morte" Saramago discute a morte. Uma cidade é acometida pela impossibilidade de seus cidadãos morrerem. O caos se instala. Doentes sofrem sem poder pensar no fim. Velhos chegam a exaustão. O desemprego atinge patamares insustentáveis, pois todo o sistema de funerárias, fundos de aposentadoria e o prórprio Estado chega ao colapso. Muitos descobrem que a impossibilidade de morrer só acomete o terrítório local, nas cidades vizinhas a morte é possível. Surge então um tráfico de velhos e doentes em busca de ultrapassar os limites da cidade para encontrar a morte. Um limite desejável e imprescindível para a vida ser possível.&lt;br /&gt;O que falar do "Evangelho segundo Jesus Cristo"? Sem palavras!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sem palavras diante da morte de uma escritor como Saramago. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diante de um escritor que fornece palavras e cenas para a importante tarefa de pensar. Vejamos o que foi publicado hoje, dia de sua morte, em um de seus blogs - &lt;a href="http://caderno.josesaramago.org/"&gt;http://caderno.josesaramago.org/&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"&lt;a title="Link Permanente para Pensar, pensar" href="http://caderno.josesaramago.org/2010/06/18/pensar-pensar/" rel="bookmark"&gt;Pensar, pensar&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Junho 18, 2010 por Fundação José Saramago &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de refexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, nao vamos a parte nenhuma".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A morte de Saramago chega em sua hora, aos 87 anos, sua obra recebe seu ponto final. Obra capaz de nomear o indizível e que permite pensar seus limites pois "Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos" (Saramago; Ensaio sobre a Cegueira) &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-1723307610465220657?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/1723307610465220657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=1723307610465220657' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1723307610465220657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1723307610465220657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/06/as-intermitencias-de-saramago.html' title='As Intermitências de Saramago'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TBuPuxE-lNI/AAAAAAAAAMs/V3ld5jtDf2c/s72-c/Saramago.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-3281212326984975786</id><published>2010-05-23T21:14:00.004-03:00</published><updated>2010-07-05T18:01:15.892-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ódio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pulsão de Morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jacques Lacan'/><title type='text'>Pulsão de Morte? Sim!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S_nGaF4vtxI/AAAAAAAAAMc/hvSIMqVyMMw/s1600/II+Trionfo+della+morte.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 252px; FLOAT: left; HEIGHT: 132px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474624973604632338" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S_nGaF4vtxI/AAAAAAAAAMc/hvSIMqVyMMw/s400/II+Trionfo+della+morte.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;No Jornal do Brasil deste domingo tivemos uma matéria assinada pelo Prof. Dr. Haron Gamal (Literatura Brasileira UFRJ) sobre o livro de André Martins intitulado "Pulsão de Morte?". Uma crítica muito bem formulada que se serve da filosofia e dos fundamentos da psicanálise como vias de acesso para questionar a tese defendida no livro, sobre uma possível inexistência da pulsão de morte. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para os interessados em ler a matéria visite: &lt;a href="http://jbonline.terra.com.br/leiajb/2010/05/22/carro_e_moto/principios_da_psicanalise.asp"&gt;http://jbonline.terra.com.br/leiajb/2010/05/22/carro_e_moto/principios_da_psicanalise.asp&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois, o que gostaria de ressaltar não diz respeito diretamente ao livro, cujo qual não li, mas ao impuxo atual de negar o conflito, as guerras, a violência e o ódio no cerne do laço social. Fala-se em harmonia (é só conferir o tema da semana nacional dos museus&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;), de uma dimensão não conflituosa nas relações heterogêneas, em um consenso que beira as famosas defesas neuróticas responsáveis pelo recalque, ou seja, pela negação do conflito e seu retorno substituto em um sintoma gozador. Gozação que produz vários imperativos e sofrimentos.&lt;br /&gt;Há muito deixamos de crer na inocência infantil, no discurso vitimizado dos humilhados e ofendidos, em todo e qualquer discurso que tente mascarar a responsabilidade de cada singularidade naquilo que vive. Há desejo e por isso há inconsciente e há pulsão de morte! O ódio presente no laço social é a maior expressão da força da pulsão de morte.&lt;br /&gt;O que dizer das cenas odiosas em nossa sociedade? São indícios importantes dos mecanismos de entrelaçamento do sujeito com o Outro pela via do ódio. A violência encenada aponta para significantes encarnados de ódio que sustentam as agressões que subjazem os sistemas paranóicos de controle social, assim como as eleições de um grupo que determina eliminar/odiar outro. Os exemplos são diariamente produzidos: o bullying nas escolas, as brigas entre gangues, as seitas religiosas que elegem o suicídio de seus membros, os conflitos religiosos legitimados pelo significante “guerra santa”, a eliminação dos chamados subversivos nos governos ditatoriais. Além das duas grandes guerras que produziram cicatrizes e marcas profundas. Atos e discursos&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt; que se sustentam no laço engendrado pelo mandato da eliminação do outro grupo, pessoa ou idéia eleito a odiar/eliminar.&lt;br /&gt;Odiar e eliminar são verbos conjugados com toda sua força em tempos de guerra, mais do que indicar o objeto a ser eliminado, o ódio funciona para o grupo que odeia como elo comum que sustenta o enlaçamento interno entre seus membros. Um exemplo pode ser pensado a partir da obra “A Dor” de Marguerite Duras. Um livro de memórias no qual o fim da segunda grande guerra toma a cena. Pela via literária, essa mulher lúcida, dá litoral às suas lembranças de juventude. Narra, não só o seu martírio e a esperança em ter de volta seu marido e seu amor, mas também o sofrimento de pais, mães, filhos e mulheres de desaparecidos. Além de escritora, Duras era Militante da Resistência e membro do Partido Comunista Francês. Funda um Serviço de Buscas para localizar desaparecidos de guerra. Filas enormes de parentes se formam para receber notícias ou os pertences dos desaparecidos. Uma dessas filas é formada por mulheres de desaparecidos judeus que reagem com indignação ao fato de um padre ter acolhido um órfão de pais nazistas. Duras percebe o conflito ali em jogo – de um lado viúvas judias recebendo os restos que denunciavam o horror do extermínio dos seus maridos e filhos, do outro lado o acolhimento àquele que descendia dos nazistas. Ela comenta: “Permitia-se perdoar, absolver, ali, imediatamente, ato contínuo, sem ter a mínima noção do ódio que imperava, terrível e bom, consolador como uma fé em Deus” (DURAS; 1986: 30). Um ódio que consola dá contorno à angústia, freia a devastação produzida pela guerra, pelo o que significa o ato do extermínio em massa e barra a invasão de uma barbárie que tem na morte uma meta (pura pulsão de morte!). Preservar o investimento na vida, principalmente nesse contexto social-histórico é fazer algo com o ódio que está no cerne do laço social. Negar a pulsão de morte é neutralizar a força também criadora quando a pulsão de vida consegue capturar a pulsão de morte e colocá-la a seu serviço.&lt;br /&gt;Inúmeros escritos&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt; sobre a guerra nos dão notícia de um laço social sustentado pelo ódio. Em Freud temos indicações sobre a complexidade do ódio e das pulsões cruéis e de destruição. Tais indicações fazem referência ao afeto de ódio como primeira modalidade de vínculo entre o sujeito e o outro. Em sua obra destinada a apresentar detalhadamente sua concepção da segunda tópica, “El yo y el ello” (1923), Freud nos fala do ódio como precursor do amor:&lt;br /&gt;Nos está permitido sustituir la oposición entre las dos clases de pulsiones por la polaridad entre amor y odio. Hallar un representante del Eros no puede provocarnos perplejidad alguna; en cambio, nos contenta mucho que podamos pesquisar em la pulsión de destrucción, a la que el odio marca el camino, un subrogado de la pulsíon de muerte, tan difícil de asir. Ahora bien, la experiencia clínica nos enseña que el odio no solo es, con inesperada regularidad, el acompañante del amor (ambivalencia), no sólo es hartas veces su precursor em los vínculos entre los seres humanos, sino tambíen que, en las más diversas circunstancias, el odio se muda em amor y el amor en odio. (FREUD; 1923/2007: 44)&lt;br /&gt;Tentar negar a pulsão de morte é fechar os olhos e os ouvidos para a angústia, para todo um endereçamento de questões importantes que ficam sem meios de trabalho para elaboração. É tamponar todo um saber que nos vem desde os gregos com o mito de Pandora, Aristóteles com a Retórica das Paixões, Descartes com as Paixões da Alma. É fazer de Freud um tolo perturbado, quando na verdade toda sua genialidade foi de ver o que era próprio do humano. É desconhecer o saber ancestral e popular que nos informa da dualidade entre os afetos de amor e ódio. O conceito lacaniano de amódio resume bem isso. Pior ainda é naturalizar aquilo que é simbólico! Digo isto a partir da experiência psicanalítica que me levou hoje em curso de doutorado a pesquisar o ódio nas paranóias persecutórias. É preciso não temer a investigação e um pensamento que leve em consideração a pulsão de morte. Fugir do inevitável enfraquece a potência da vida, mergulhando o sujeito no engodo de uma fantasia morta desde o princípio por ter abandonado a força da criação. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;____________________&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; vide blog &lt;a href="http://gpeculturais.blogspot.com/2010/04/museus-e-harmonia-social.html"&gt;http://gpeculturais.blogspot.com/2010/04/museus-e-harmonia-social.html&lt;/a&gt; do antropólogo Alexandre Fernandes Corrêa.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; É importante ressaltar que ao elencar tais exemplos não os situo dentro de uma mesma problemática cuja especificidade e construção respondem a determinantes variados. O que chamo a atenção é que há um laço de ódio que posiciona de um lado um grupo que se define pela missão de agredir o outro, ou por que se sente perseguido ou porque deve perseguir.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; TOLSTOI (1865-69); FREUD (1915, 1923, 1932, 1938); DURAS (1986); ARENDT (1958, 1994).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Imagem: II Trionfo della morte&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-3281212326984975786?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/3281212326984975786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=3281212326984975786' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3281212326984975786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3281212326984975786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/05/pulsao-de-morte-sim.html' title='Pulsão de Morte? Sim!'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S_nGaF4vtxI/AAAAAAAAAMc/hvSIMqVyMMw/s72-c/II+Trionfo+della+morte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-6825611712244019078</id><published>2010-05-16T18:18:00.013-03:00</published><updated>2010-07-13T16:10:11.884-03:00</updated><title type='text'>RESUMOS EM CONGRESSOS 2010</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TDy1-5RJoOI/AAAAAAAAANM/NhdcNRZJFSk/s1600/PSICOPATOLOGIA.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 170px; FLOAT: left; HEIGHT: 233px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493465737614434530" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TDy1-5RJoOI/AAAAAAAAANM/NhdcNRZJFSk/s400/PSICOPATOLOGIA.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE PSICOPATOLOGIA FUNDAMENTAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;TEMA: O AMOR E SEUS TRANSTORNOS&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;TÍTULO DA MESA: O AMOR ENTRE O MAL, O ÓDIO E O MASOQUISMO&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;TÍTULO: As intermitências do amor na psicose&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESUMO: A análise de três fragmentos clínicos que encenam a “falha no amor” característica da psicose – Schreber e as injúrias de um Deus Maligno, Aimée e a passagem ao ato e Nijinsky na deriva de amor indiferenciado –, introduz a questão das implicações do ódio na construção da paranóia. Considerando que o ódio é, para Freud, anterior ao amor e que em Lacan, está situado entre o Real e o Imaginário – no ato fundador do sujeito e no lugar do gozo do Outro –, chegamos a duas acertivas lacanianas: 1. O ódio “é o que mais se aproxima do ser” (1955) e 2. Há na psicose uma “falha no amor” (1976) que produz um “amor morto” (1956). No caso da paranóia, o amor ressurge em sua face de ódio ao instaurar a dupla perseguido-perseguidor. Laço que produz efeitos significantes dando ao ódio uma função de, mesmo sendo expressão da pulsão de morte, estar a serviço da vida (Freud;1915). É através do ódio, por meio dos significantes que situam o investimento paranóico, que o sujeito produz um discurso delirante que pode, ou não, o conduzir à estabilização.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*********&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TDy4G9xIxYI/AAAAAAAAANc/eB2kOn_NyIU/s1600/CIENCIA+E+PROFISS%C3%83O.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 100px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493468075284546946" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TDy4G9xIxYI/AAAAAAAAANc/eB2kOn_NyIU/s320/CIENCIA+E+PROFISS%C3%83O.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;III CONGRESSO BRASILEIRO PSICOLOGIA CIÊNCIA E PROFISSÃO&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Título da Mesa Redonda: “A Ética da Psicanálise Posta à Prova: Situações Limite"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;TÍTULO: A dimensão ética da psicanálise na escuta do ódio na clínica da psicose.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;RESUMO: A experiência que compete à clínica psicanalítica da psicose é permeada de inúmeras apostas que se sustentam na ética da psicanálise e no desejo do psicanalista que, ao “secretariar o alienado”, aposta que há um sujeito na psicose e, conseqüentemente, deve assumir uma posição de “não ceder diante da psicose”. Além de uma aposta no sujeito na psicose, a ética do bem-dizer deve entrelaçar e sustentar a ética do desejo que responsabiliza o sujeito e seu desejo. A clínica sustentada pela psicanálise inaugura uma via para o delírio que, ao invés de ser silenciado pela psicofarmacologia, tem lugar de fala, inaugurando, portanto, uma dimensão ética para o sujeito psicótico. Um lugar de fala inclusive para o ódio, enraizado nas modalidades do gozo do Outro, que no auge da alienação invade o sujeito encarnado e materializado no objeto persecutório que lhe deseja todo o seu mal, o seu pior. A psicanálise é posta à prova em situações limite como essa que exige uma posição ética alicerçada no estofo teórico-clínico que faça valer o sujeito e seu desejo, sustentando inclusive o ódio como possibilidade do laço social, não cedendo diante da psicose e do ódio. A partir de vinhetas clínicas pretende-se problematizar os alcances e limites éticos na clínica da psicose quando o ódio como manifestação da pulsão de morte pode também servir à vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;**********&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TDy5DUO_vPI/AAAAAAAAANs/p9eg4BgYZQM/s1600/simp%C3%B3sio+uerj.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 194px; FLOAT: left; HEIGHT: 237px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493469112107515122" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TDy5DUO_vPI/AAAAAAAAANs/p9eg4BgYZQM/s320/simp%C3%B3sio+uerj.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;VI SIMPÓSIO do&lt;br /&gt;PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICANÁLISE&lt;br /&gt;TEMA: Psicanálise, Universidade e Sociedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÍTULO: DO ÓDIO DA PSICOSE E DO LAÇO SOCIAL&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;RESUMO: Primeiras reflexões de um percurso de pesquisa inicial sobre as implicações do ódio na construção da paranóia na psicose, tendo como ponto de partida a noção lacaniana de Kakon (inimigo interior) explicitada em três momentos distintos de sua obra – dos crimes “imotivados” da paranóia (Lacan, 1938) à causalidade psíquica (1946) e à noção de agressividade (Lacan, 1948) – para problematizar a função do ódio, considerando a modalidade do laço social, na operação lógica da equação perseguido-perseguidor. O vetor da argumentação obedece a duas afirmações de Freud e de Lacan, sobre a anterioridade do ódio ao amor e a noção de amódio; respectivamente: “o ódio, sobretudo, conservando-se suprimido no inconsciente por ação do amor, desempenha um grande papel na patogênese da histeria e da paranoia” (Freud, 1909/1987: 137); e “(...) a psicose é uma espécie de falha no que concerne a realização daquilo que é chamado 'amor'. (Lacan, 1976:16). Essa falha, no que concerne ao amor, aponta para a linha que amarra o imaginário com o real, essa fenda do ódio, no qual não há mediatização simbólica possível que barre as figuras do mal, como os demônios, as bruxas, os feiticeiros e a malignidade de intenções e ações interpretadas assim pelo sujeito revelando um Outro sem perda, mortífero, sem Lei. Cabe ao sujeito assumir literalmente “o ódio, que é o que mais se aproxima do ser”, ao qual Lacan denomina de “ex-sistir” (Lacan, 1955/1966: 110) que se traduz pelo ódio primordial a toda alterização que implica a dialética alienação/separação. No campo dos discursos, que é o do laço social, o ódio se apresenta pelas vias da agressividade e da violência diante das figuras que encarnam o mal ou que apenas figuram índices da alteridade. Se o psicótico também é um sujeito dividido e se insere no quatros campos do discurso, o ódio no interior do laço social fornece subsídios para a construção da metáfora delirante, por viabilizar uma simbolização possível que compreende os investimentos do sujeito para dar conta da deriva atrelado a um Outro absoluto que goza dele. Pretende-se, portanto, questionar qual a relação que se pode estabelecer entre laço social e paranóia ao articular o ódio com um primeiro investimento do sujeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALAVRAS-CHAVE: Paranoia, ódio, laço social&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-6825611712244019078?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/6825611712244019078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=6825611712244019078' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/6825611712244019078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/6825611712244019078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/05/resumos-em-congressos-2010.html' title='RESUMOS EM CONGRESSOS 2010'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/TDy1-5RJoOI/AAAAAAAAANM/NhdcNRZJFSk/s72-c/PSICOPATOLOGIA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-7229763257390624069</id><published>2010-03-13T00:39:00.004-03:00</published><updated>2010-07-05T17:58:48.928-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identificação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antropologia'/><title type='text'>CIDADE COMO FENÔMENO CULTURAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S5sKblkzcTI/AAAAAAAAAL8/RqK70OAbe_c/s1600-h/CNC.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 461px; DISPLAY: block; HEIGHT: 96px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447959643293970738" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S5sKblkzcTI/AAAAAAAAAL8/RqK70OAbe_c/s400/CNC.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;Gostaria de chamar a atenção para o tema da última palestra. Trata-se de um trabalho crítico e reflexivo que toca em questões importantes relacionadas às formações subjetivas e o fenômeno da cidade na atualidade. Uma publicação das palestras seria uma excelente política de circulação das ideias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A mesa redonda do Eixo II – Cultura, Cidade e Cidadania da II Conferência Nacional de Cultura (CNC), realizada nesta sexta-feira no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília, foi aberta pelo secretário de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura, Célio Turino, que discorreu sobre o tema “Acesso, Acessibilidade e Direitos Culturais”. Para o secretário, direcionar esforços apenas à capacitação física de equipamentos culturais não é suficiente para garantir o acesso da população aos bens culturais. Utilizando a experiência dos Pontos de Cultura, programa lançado pelo Ministério da Cultura em 2005, como exemplo de política pública eficiente, Turino afirmou que “é preciso fortalecer a autonomia e estimular o protagonismo das comunidades”.&lt;br /&gt;Mediada pela secretária municipal de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e representante do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Cultura das Capitais e Regiões Metropolitanas, Jandira Feghali, a mesa contou também com a participação da jornalista Marta Porto. Tendo o tema “Memória e Transformação Social” como fio condutor de sua apresentação, Marta pontuou a memória como um reservatório de vivências do qual a arte e a cultura se nutrem. Para ela, o papel do gestor cultural é ampliar essa memória e esse repertório. “A cultura revela o espírito de um tempo, e, para isso, precisa de liberdade conceitual. É preciso apostar na multiplicidade das manifestações simbólicas, para que as experiências possam ser compartilhadas e enriquecidas”, afirmou.&lt;br /&gt;O advogado e professor da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, Manoel Pereira dos Santos, contribuiu para o debate falando sobre “O Direito Autoral e os Seus Paradoxos no Século XXI”. Segundo ele, é preciso incentivar a criação e o desenvolvimento cultural, garantindo o acesso aos bens culturais, e não apenas superproteger o autor. “É preciso haver equilíbrio entre o autor e o direito da sociedade, já que ambos são fundamentais. O marco regulatório deve ser revisado”.&lt;br /&gt;“A Cidade como Fenômeno Cultural” foi o tema explorado pelo professor da Universidade Federal do Maranhão, Alexandre Corrêa. “Atualmente, 80% das pessoas vivem nas cidades. A discussão hoje é sobre cidade e natureza, diferente da dicotomia entre urbano e rural”.(Sara Schuabb e Rachel Mortari/ MinC)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-7229763257390624069?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://blogs.cultura.gov.br/cnc/2010/03/12/mesa-redonda-discute-cultura-cidade-e-cidadania/' title='CIDADE COMO FENÔMENO CULTURAL'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/7229763257390624069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=7229763257390624069' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7229763257390624069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7229763257390624069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/03/cidade-como-fenomeno-cultural.html' title='CIDADE COMO FENÔMENO CULTURAL'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S5sKblkzcTI/AAAAAAAAAL8/RqK70OAbe_c/s72-c/CNC.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-8105367106696844712</id><published>2010-03-02T16:20:00.004-03:00</published><updated>2010-07-05T15:30:41.017-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jacques Lacan'/><title type='text'>FOLHETIM - REVISTA DE PSICANÁLISE</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S41lsnfWpEI/AAAAAAAAAL0/qNtsSJ7cQ50/s1600-h/folhetim+fccl+rio.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 198px; FLOAT: left; HEIGHT: 287px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444119341749937218" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S41lsnfWpEI/AAAAAAAAAL0/qNtsSJ7cQ50/s400/folhetim+fccl+rio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vale conferir a Revista &lt;em&gt;Folhetim. &lt;/em&gt;Além de conter excelentes artigos, abre o acesso para inúmeros pesquisadores e interessados na psicanálise e em suas conexões. Segue um trecho do editorial assinado por Rosane Melo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"A publicação anual do Fórum do Campo Lacaniano do Rio de Janeiro, Folhetim, está em andamento, e este oitavo número da revista será o segundo em formato digital. Desejamos que seu novo formato torne-o mais ágil, que alcance um número maior de leitores e constitua uma longa série"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Clique na imagem para acessar a revista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-8105367106696844712?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://afcl.campolacaniano.com.br/assets/Uploads/Folhetim2008.pdf' title='FOLHETIM - REVISTA DE PSICANÁLISE'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/8105367106696844712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=8105367106696844712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8105367106696844712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8105367106696844712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/03/folhetim-revista-de-psicanalise.html' title='FOLHETIM - REVISTA DE PSICANÁLISE'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S41lsnfWpEI/AAAAAAAAAL0/qNtsSJ7cQ50/s72-c/folhetim+fccl+rio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-8450940150187884169</id><published>2010-02-19T16:00:00.009-02:00</published><updated>2010-07-05T15:33:12.493-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ódio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vaslav Nijinsky'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Piera Aulagnier'/><title type='text'>LABORATÓRIO II - NIJINSKY: O FAUNO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S37i8Nr589I/AAAAAAAAALs/CjSuLDkKsYo/s1600-h/Nijinsky+fauno.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 168px; FLOAT: left; HEIGHT: 256px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5440034924003980242" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S37i8Nr589I/AAAAAAAAALs/CjSuLDkKsYo/s400/Nijinsky+fauno.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;“A conformidade do pé de Nijinsky parece confirmar a teoria transformista; o pé deste bailarino, filho, neto e bisneto de bailarinos, não é construído anatomicamente como o dos outros sêres humanos. A sua estrutura aproxima-se da ave; quando dobra o pé, relativamente muito curto, fazendo sobressair o calcanhar, a extremidade deste está a uma distância quase igual do tornozelo e dos dedos. Esta distância excepcionalmente longa entre o tornozelo e o calcanhar é acompanhada evidentemente duma mesma proporção – ou desproporção, - do tendão de Aquiles, cujo tamanho condiciona as possibilidades de altura de salto. Estes pormenores foram revelados numa radiografia feita em 1916”(REISS; 1958).&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vaslav Nijinsky revolucionou a dança masculina moderna com seus "saltos felinos". Seu corpo, portador de pés-alados, aptos para uma revolução na dança, não pôde ser habito por Nijinsky. Aos 30 anos o bailarino russo já estava em sua Nau...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A psique funda-se nas marcas corporais. No caso de Nijinsky a dança viabilizou algum tipo de metaforização que ligava corpo e psique? O episódio mais significativo dessa relação ocorreu nos espetáculos do fauno. A referência à música de Claude Debussy - &lt;em&gt;Prélude à L’après-midi d’un faune -&lt;/em&gt; obra escrita num espaço de dois anos (1892-1894), retrata de maneira perfeita a incorporação que Nijinsky demandava. Cito-a:&lt;br /&gt;“Esta breve peça, quase reminiscente de música de câmara, com sua magia sonora envolvente para a qual concorre grandemente uma distribuição instrumental de sutis equilíbrios, tem o seu tema inicial em arabesco confiado à flauta. Semelhante a uma improvisação melancólica, ele resulta sempre em novas variações e paráfrases, interrompidas de quando em vez por curtos momentos rítmicos cheios de energia. Em tudo e por tudo trata-se de um casamento perfeito com o poema bucólico de Stéphane Mallarmé&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; sobre um fauno, dormitando no horário da siesta mediterrânea, que vai à caça de ninfas para depois, cansado e satisfeito, entregar-se de novo a um descanso letárgico. Contudo, ele não obteve reconhecimento mundial até ser coreografado por Vaslav Nijinsky em 1912 para os Balés russos de Serge Diaghilev”&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;A música possui nove minutos e dois segundos de execução. Nijinsky realizou sua coreografia em doze minutos, estendendo em três sua leitura. Durante a apresentação, muitas foram as reações diante da criação deste bailarino. Ao final do espetáculo temos um fauno em cena masturbando-se como um animal que ao tentar acasalar não é satisfeito, procurando sozinho a descarga de excitação. No fechamento das cortinas, temos um homem em plena vivência pulsional, que por não ter encontrado representação possível, descarregou no corpo aquilo que a psique não mais suportava. Nijinsky, naquele instante de tempo, transformou-se em um fauno. Metonimicamente parece incorporar as cenas criadas no poema de Mallarmé e as encena no palco. Diaghilev rapidamente vai de encontro ao bailarino para se certificar do ocorrido. Encontra um bailarino exausto, ainda meio homem meio bicho. Cena de um processo de transição ou tradução do ocorrido, Nijinsky parece, neste momento, estar buscando significar, ou seja, metabolizar psiquicamente sua vivência. Transformar-se em fauno foi a saída para uma descarga, na carne, de uma energia libidinal que não encontrou caminhos metabolizáveis por sua psique. Este episódio único, no palco, despertou em Nijinsky a angústia de ser acometido pela mesma doença de seu irmão mais velho – a loucura. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Maribel Portinari nomeia este fato como “O Escândalo do Fauno”&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[3]&lt;/a&gt;. Além de conter este quiproquó, e que Fokine resumiu como “degenerada perversão” (FOKINE apud PORTINARI; 1989: 118), temos a atuação de Nijinsky em cena, oferecendo ao público tanto os seus “saltos felinos” reconhecidos como uma das peças de revigoramento do balé masculino, quanto uma dança na qual “os passos do fauno tinha algo de animalesco e sua perseguição às ninfas, que lhe escapam, terminava em masturbação sobre um véu perdido” (Portinari;1989:118). A reação a este corpo animalesco veio por parte do público e por parte do diretor da revista Le Figaro, que em editorial afirmou: “tivemos um fauno inconveniente com vis movimentos de bestialidade erótica e gestos despudorados. Justas vaias acolheram a excessiva pantomima desse corpo de bicho mal construído, horrendo de frente e mais horrendo de perfil. O verdadeiro público nunca aceitará esse realismo grotesco” (CALMETTE apud PORTINARI; 1989: 118. Grifo meu).&lt;br /&gt;Enfatizei o palco por ser o lugar facilitador para Nijinsky de se comunicar, pois este corpo-psique encontrava na dança um elo, um sentido, um meio de comunicação que suprimia seu déficit com as palavras. Na perspectiva da obra de Aulagnier, o corpo é fundamental para pensar a escuta a qual nós, analistas, propomos, pois a psique faz um empréstimo ao modelo somático. A noção de corpo que a autora apresenta é um “conjunto de funções sensoriais, elas mesmas veículos de uma informação que não pode faltar por ser a condição da sobrevivência psíquica e somática... A relação psique-corpo tem sua origem no empréstimo que a primeira faz do modelo de atividade próprio ao segundo...”(Aulagnier; 1975: 21).&lt;br /&gt;Pensando esta noção de corpo aliada à de sujeito, esta teorização pode responder a determinados impasses que se vivencia no processo de escuta do psicótico. Principalmente para tentar compreender, ou ter mais subsídios para melhor investigar uma sensação de vazio que surge, na situação analítica, decorrente de uma fala repleta de signos desarticulados sem sentido.&lt;br /&gt;O que Nijinsky vê quando olha para o espelho? Diz ele:&lt;br /&gt;“Construirei um teatro com uma forma redonda, como um olho. Gosto de olhar intimamente no espelho e vejo um olho só na minha testa” (Nijinsky; 1918).&lt;br /&gt;Estamos diante de uma incapacidade de fugir do sofrimento, o que Aulagnier&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[4]&lt;/a&gt; chamou de impossibilidade material e libidinal para fazê-lo. O corpo de Nijinsky, vivido e habitado por tantas outras pessoas e animais, parece ser aquele corpo infantil que experimentou através da sensorialidade um contato com o mundo: “O Eu encontrou primeiro seu próprio espaço corporal como o representante metonímico desse espaço que nomeamos realidade...”(Aulagnier; 1990:71).&lt;br /&gt;O corpo como fonte de sofrimento e somente enquanto tal pode aglutinar em si um poder de destruição, mortífero. Nijinsky faz uma equação interessante. Ao se deparar com um corpo que não consegue habitar, mas consegue permitir ser habitado por outrem, ele consegue erotizar seu sofrimento. E é assim que Nijinsky encena no corpo a cena poética de Mallarmé sobre o Fauno. Anos depois, a unidade corporal de Nijinsky será sustentada, não mais pela incorporação de um fauno, mas pela incorporação de Deus em um delírio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; MALLARMÉ, Sthéfane. L’après-midi d’un faune. In: Oeuvres complètes. Paris: Gallimard, 1945. Segue logo abaixo uma tradução de Dante Milano deste poema.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Encarte do CD de Claude Debussy, texto intitulado Imagens de Ondas, Nuvens e Seres Imaginários, com tradução de Roberto Travassos Vieira. P. 5.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Título dado a passagem do seu livro no qual escreve sobre os acontecimentos em torno da criação coreográfica de Nijinsky de L’Après-Midi d’un Faune(1912), no livro: PORTINARI, Maribel. História da dança. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; AULAGNIER, Piera. A “filiação” persecutória. Op. cit. p. 69-81.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;********** ********** **********&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;MALLARMÉ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A SESTA DE UM FAUNO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Écloga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FAUNO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas ninfas, eu quero perpetuar.&lt;br /&gt;Tão leve.&lt;br /&gt;O seu claro rubor que um volteio descreve&lt;br /&gt;No ar dormente, denso de sono.&lt;br /&gt;Amei um sonho?&lt;br /&gt;À dúvida, montão de antiga noite; ponho&lt;br /&gt;Fim, ao ver deste bosque a sutil ramaria&lt;br /&gt;Provar-me que eu, na solidão, me oferecia&lt;br /&gt;Em triunfo, aí de mim! a falta ideal de rosas.&lt;br /&gt;Reflitamos...&lt;br /&gt;Serão mulheres fabulosas&lt;br /&gt;Que à exaltação dos teus sentidos atribuis?&lt;br /&gt;Fauno, a ilusão se escapa dos olhos azuis&lt;br /&gt;E frios, como fonte em prantos, da mais casta:&lt;br /&gt;Toda suspiros, a outra, achas que ela contrasta&lt;br /&gt;Qual brisa matinal quente no teu tosão?&lt;br /&gt;Mas não! No lasso espasmo e na sufocação&lt;br /&gt;Do calor, que a manhã combate, não murmura&lt;br /&gt;Água se não a verte a minha flauta pura&lt;br /&gt;De acordes irrorando o bosque; e o único vento&lt;br /&gt;Pronto a exalar pelos dois tubos seu alento&lt;br /&gt;Antes que em chuva árida espalhe os sons em fuga&lt;br /&gt;É, no horizonte que não frisa uma só ruga,&lt;br /&gt;O visível, sereno sopro artificial&lt;br /&gt;Da inspiração, que ao céu retorna&lt;br /&gt;Ó pantanal&lt;br /&gt;Siciliano, cuja orla sossegada e vasta,&lt;br /&gt;Rival dos sóis, a minha vaidade devasta,&lt;br /&gt;Tácito, num florir de mil centelhas, CONTA:&lt;br /&gt;“Que eu, um caniço aqui talhando, a flauta pronta,&lt;br /&gt;Feita com arte, eis o ouro Glauco dos relvedos&lt;br /&gt;Distantes dedicando a fontes seus vinhedos,&lt;br /&gt;Ondeia uma brancura animal em repouso:&lt;br /&gt;Ao alento preludiar do caniço, o gracioso&lt;br /&gt;Vôo de cisnes, não! de náiades se assusta,&lt;br /&gt;Foge ou mergulha...”&lt;br /&gt;Tudo ferve na hora adusta,&lt;br /&gt;Sem que se possa ver onde se esconderá&lt;br /&gt;Tanto himeneu, cobiça de quem busca o lá:&lt;br /&gt;Então despertarei, nos primeiros fervores,&lt;br /&gt;Hirto e só, sob uma onda antiga de esplendores,&lt;br /&gt;Lírios! e a um deles igual, a mesma ingenuidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não o doce nada que de seus lábios se evade,&lt;br /&gt;O beijo suave que perfídias assegura,&lt;br /&gt;Meu peito, antes inatcto, atesta a mordedura&lt;br /&gt;Misteriosa, devida a algum augusto dente;&lt;br /&gt;Mas basta! arcano tal busca por confidente&lt;br /&gt;O cálamo que sob o azul ressoa, quando&lt;br /&gt;Da face para si a turbação desviando,&lt;br /&gt;Sonha, num solo longo, ir assim distraindo;&lt;br /&gt;A beleza em redor, a ela e a nós confundindo&lt;br /&gt;Num engano que o nosso canto dissimula;&lt;br /&gt;E fazer, no tom em que o amor se modula&lt;br /&gt;Desvanecer-se do habitual sonho, de lado&lt;br /&gt;Ou de costas, ao meu olhar semicerrado,&lt;br /&gt;Uma sonora, vã e monótona linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Busca, pois, instrumento da fugas, maligna&lt;br /&gt;Siringe, reflorir nos lagos, me aguardando!&lt;br /&gt;Fero do meu rumor, continuarei falando&lt;br /&gt;Dessas deusas; e, por idólatras pinturas,&lt;br /&gt;Às suas sombras hei de arrancar as cinturas:&lt;br /&gt;Assim das uvas ao sorver a claridade,&lt;br /&gt;Para a mágoa banir fingindo alacridade,&lt;br /&gt;Rindo ergo ao céu estivo o meu cacho vazio:&lt;br /&gt;Soprando as peles luminosas me inebrio,&lt;br /&gt;Até o anoitecer olhando através delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninfas, ressoprarei outras LEMBRANÇAS belas:&lt;br /&gt;“Meu olhar dardejava, entre os juncos, um bando&lt;br /&gt;De colos imortais seu ardor mergulhando&lt;br /&gt;N´água, com gritos de ira até o céu da floresta;&lt;br /&gt;No banho imergem-se as cabeleiras em festa&lt;br /&gt;Entre frêmitos e brilhos, ó pedrarias!&lt;br /&gt;Corro e duas surpreendo enlaçadas (pungia-as&lt;br /&gt;O lânguido sabor do mal de serem duas),&lt;br /&gt;Sonolentas, os braços soltos... e assim nuas&lt;br /&gt;Eu as rapto, sem as desenlaçar, e em meio&lt;br /&gt;A um maciço, da fútil sombra odiado, cheio&lt;br /&gt;De rosas cujo aroma o sol ardendo inala,&lt;br /&gt;A nossa festa ao dia incendido se iguala.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoro a cólera das virgens, ó delícia&lt;br /&gt;Feroz do sacro fardo nu que com malícia&lt;br /&gt;Foge ao meu lábio em fogo ao absorver-lhe, tal&lt;br /&gt;Um relâmpago, o íntimo frêmito carnal:&lt;br /&gt;Dos pés da desumana ao coração da tímida&lt;br /&gt;Entregando de vez sua inocência, úmida&lt;br /&gt;De lágrimas e de menos tristes vapores.&lt;br /&gt;“Meu crime foi, feliz de vencer os temores&lt;br /&gt;Fingidos, apartar o tufo desgranhado&lt;br /&gt;De beijos, que os deuses guardavam bem trançado:&lt;br /&gt;Pois apenas fui ocultar um riso ardente&lt;br /&gt;Entre as pregas sutis de uma delas (somente&lt;br /&gt;Com um dedo a outro retendo, em seu candor de pluma,&lt;br /&gt;Tingida do fervor que acende a irmã, nenhuma&lt;br /&gt;Vergonha enrubescendo a ingênua, ao ver agrados)&lt;br /&gt;De meus braços, por vagas mortes extenuados,&lt;br /&gt;Aquela presa, eterna ingrata, se livraria,&lt;br /&gt;Sem pena do soluço em que eu ébrio ofegava.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto faz! que ao prazer outras me arrastem pelos&lt;br /&gt;Chifres atados às pontas dos seus cabelos:&lt;br /&gt;Sabes, minha paixão, que purpúrea e madura&lt;br /&gt;Cada romã explode e de abelhas murmura;&lt;br /&gt;E o nosso sangue, a quem o atrai, se dá sem pejo&lt;br /&gt;E fui com todo o enxame eterno do desejo.&lt;br /&gt;Na hora em que o bosque de ouro e de cinzas se esmalta&lt;br /&gt;Na folhagem extinta uma festa se exalta:&lt;br /&gt;Etna! É sobre o teu chão, visitado por Vênus&lt;br /&gt;Pousando em tua lava os brancos pés ingênuos,&lt;br /&gt;Quando ronca um som triste ou a chama de acalma.&lt;br /&gt;Agarro a deusa!&lt;br /&gt;Ah, certo é o castigo...&lt;br /&gt;Oh, não! a alma&lt;br /&gt;De palavras vacante e este corpo indolente&lt;br /&gt;Sucumbem ao torpor do meio-dia ardente:&lt;br /&gt;Quero agora dormir, a blasfêmia olvidar,&lt;br /&gt;E na areia jazendo, abrir a boca ao ar,&lt;br /&gt;Do astro do vinho haurindo os raios eficazes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninfas, adeus; vou ver vossas sombras fugazes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Tradução de Dante Milano) &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;**********&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na próxima postagem sobre Nijinsky, pretendo pontuar as cenas do poema de Mallarmé com a encenação do bailarino. Aqueles que quiserem participar deste exercício teórico estão convidados.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-8450940150187884169?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/8450940150187884169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=8450940150187884169' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8450940150187884169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8450940150187884169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/02/nijinsky-o-fauno.html' title='LABORATÓRIO II - NIJINSKY: O FAUNO'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S37i8Nr589I/AAAAAAAAALs/CjSuLDkKsYo/s72-c/Nijinsky+fauno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-1412698313279079002</id><published>2010-02-17T12:07:00.003-02:00</published><updated>2010-07-05T15:36:19.025-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ódio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><title type='text'>Sai no Brasil coletânea de textos do alemão Heinrich Heine</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S3v5m1URdSI/AAAAAAAAALc/2NsctL7moM0/s1600-h/Heine+-+os+deuses+do+inferno.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 360px; FLOAT: left; HEIGHT: 220px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439215420522460450" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S3v5m1URdSI/AAAAAAAAALc/2NsctL7moM0/s400/Heine+-+os+deuses+do+inferno.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Vale conferir a matéria do Jornal do Brasil assinada por Paulo Bentancur sobre o lançamento de uma Coletânea de textos de Heine: &lt;em&gt;Os Deuses do Inferno. &lt;/em&gt;Já encomendei!&lt;br /&gt;"RIO - Quando se fala em clássico alemão, ainda mais em poeta, a palavra que nos vem imediatamente à cabeça é Goethe. Mas, e Heine (1797-1856)? Aos poucos ele vai sendo conhecido no Brasil e talvez esse quarto título seu – Os deuses no exílio – que é lançado agora numa edição, sem nenhum exagero, brilhante, definitivamente o ponha como referência da qual não podemos fugir.&lt;br /&gt;Não foi à toa que a editora Iluminuras esmerou-se em organizar escritos diversos que, no fundo, tratam de um mesmo tema, quase obsessão heininiana. O destino das divindades antigas, que alimentavam mais um imaginário mitológico que teológico. Não havia um altar em cada casa, mas vários. E os deuses comportavam-se como os humanos, medindo forças, demonstrando vícios, apaixonando-se, vingando-se.&lt;br /&gt;Nascido na Judeia, o cristianismo difundiu-se primeiro no Oriente. São Pedro foi o primeiro bispo de Roma, mas o apóstolo mais ativo da igreja cristã foi São Paulo, que divulgou ativamente as novas doutrinas na Ásia Menor, na Grécia (origem dos maiores protagonistas de Heine) e na Itália. Religião revelada, trazia um mártir. Antes dele, uma sucessão de épicos eventos marcavam de forma mais poetizada e impressionante o politeísmo dos gregos, sobretudo os liderados pela figura sobre-humana de Zeus.&lt;br /&gt;Sobre-humanos eram todos, mas suas características eram mais de atletas que de miraculosos, mais de viciados em todos os pecados do que rigorosos senhores a nos nortear para longe dos desvios. Os deuses antigos, antes que o cristianismo chegasse e os tornasse a todos uma lenda, uma literatura de ficção, eram parceiros do homem com armas que os homens não tinham. E iluminavam as suas biografias sagradas com o brilho de ações estupendas que os faziam heróis, prodígios, mais milagres que milagreiros – mas nunca, jamais, santidades.&lt;br /&gt;Essa natureza edulcorada e mártir, eivada de bondade, que o cristianismo esparge a partir de suas leis, é quase o oposto do que pregavam os deuses de que Heine fala. E mais: ele nem os ressuscita. Tenta flagrá-los (o que torna o livro uma aventura fantástica e uma poesia tomada de ironia) nos dias de hoje, espécies de mendigos, de monstruosidades, de seres deformados, de fantasmagorias que, se por um lado potencializam a mitificação e o imaginário, por outro lado esvaziam por completo o elemento teológico.&lt;br /&gt;Falar, que é bom, nem pensar&lt;br /&gt;Onde estarão os deuses agora, uma vez que perderam seu Olimpo e o território que lhes foi dado é uma terra habitada por seres precários pelos quais eles já nem podem fazer nada nem sequer parecem querer?&lt;br /&gt;Estão por todo lado, não exatamente em qualquer lugar, mas em lugares especiais nos quais a violência da presença revela espanto, não esperança, revela inquietação, não fé, revela desconforto, jamais conforto.&lt;br /&gt;Publicado em 1853, a primeira versão na França, na Revue des Deux Mondes (graças à brevidade dos textos), e semanas depois na Alemanha, Os deuses no exílio – essa visão desconcertante de entidades divinas que, na edição brasileira, tem organização de Marta Kawano e Márcio Suzuki – é uma espécie de testamento literário de Heine. E que testamento! Equivalente, sem dúvida, ao epitáfio dos epitáfios.&lt;br /&gt;Os deuses, os lendários deuses, aqueles diante dos quais os homens pareciam nutrir-se de uma força extra, não estão mortos, mas extraviados. Estão sem um papel a cumprir. Seus poderes foram moralmente destituídos pela nova e predominante religião.&lt;br /&gt;Esses deuses que inclusive traíam uns aos outros, deuses que tinham sexo e que, homens, cobiçavam deusas, não só fêmeas como exuberantes. Disso todos sabíamos. Mas depois, quando passou a época de ouro na qual eles resplandeciam, o que foi feito deles? Ficaram na memória para alimentar uma ficção que até hoje circula e impressiona.&lt;br /&gt;Porém mais impressionante é o que Heine faz. Mostra o quanto eles são cativos de gestos, trovões, raios, voos, mergulhos, desaparições e aparições – porém, falar, que é bom, nem pensar.&lt;br /&gt;Jesus, que era um grande orador, teria piedade deles. E como se não bastasse, não é preciso evocar o nome de Jesus. Tais deuses mudos, fenômenos poderosos mistos de animais, em alguns requisitos perdem para o próprio e limitado ser humano. O homem fala, ora, escreve, lê, e, quando cai na crueldade, é perseguido pela culpa.&lt;br /&gt;Esses deuses hoje sem atmosfera, uma vez que não tiveram linguagem (nós é que a criamos para desenhá-los verbalmente), deixaram de memória o quanto eram manhosos (em estratégias mais de raposa que de jogador de xadrez), ignorantes (em que episódio da mitologia se vê um viés psicológico de algum deles?) e implacáveis, malvados, como predadores.&lt;br /&gt;Ruiu seu mundo substituído por outro. E o homem aprendeu que no máximo eram inimigos perigosos, diante dos quais era preciso estar armado. Não deixam de ser simpáticos – na comparação com as intocáveis e politizadas religiões contemporâneas – e simples. E estavam mais próximos de nós. Por isso, ainda andam por aí, nalguma calçada, metamorfoseados em rebotalhos que o mundo atual, virtual inclusive, ignora. Quem não sabe falar (e eles não sabiam) quase não passa de prestidigitador. E isso é puro truque que, com o tempo, vamos desmontando. Até mesmo com poesia, como fez Heine:“Ali está Krónos, o rei do céu, /As madeixas brancas como neve, /As famosas madeixas que fazem estremecer o Olimpo. /Ele mantém na mão o relâmpago apagado. /Em seu rosto há infortúnio e desgosto, /E no entanto sempre o antigo orgulho”.&lt;br /&gt;Continuará a lenda que se tornou verdade. Porém, a verdade, revelada pelo poeta alemão, é dilacerante, humaniza os antigos deuses e simultaneamente arranca-lhes a máscara hoje já não mais impressionante". &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-1412698313279079002?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/1412698313279079002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=1412698313279079002' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1412698313279079002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1412698313279079002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/02/sai-no-brasil-coletanea-de-textos-do.html' title='Sai no Brasil coletânea de textos do alemão Heinrich Heine'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S3v5m1URdSI/AAAAAAAAALc/2NsctL7moM0/s72-c/Heine+-+os+deuses+do+inferno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-3251729963840594928</id><published>2010-02-14T11:45:00.002-02:00</published><updated>2010-02-14T11:52:27.685-02:00</updated><title type='text'>A ERA DOS IMPERATIVOS E A REGULAÇÃO DO PRAZER</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S3f_Tqao9RI/AAAAAAAAALM/lA7kYT6eBq4/s1600-h/foto+carnaval+blog.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 253px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5438095788341785874" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S3f_Tqao9RI/AAAAAAAAALM/lA7kYT6eBq4/s400/foto+carnaval+blog.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Independente dos múltiplos significados e origens da festa de carnaval - seja do culto a Isis, passando pelas bacantes e Dionísio às comemorações demarcadas pelo calendário cristão que cumpre a função de limitar o excesso transgressor - é interessante pensar sobre o lugar e o tempo destinado ao prazer.&lt;br /&gt;O sentido do prazer assume significações distintas no tempo e no espaço e operam deslocamentos significantes a partir do lugar e função na cultura. Pensar no prazer nos faz quase que automaticamente, pensar no sexual, no erótico e no fluxo do prazer e do gozo específico da excitação sexual. Mas não tiramos prazer e gozo só da relação sexual genitalizada.&lt;br /&gt;Aquilo que antes era transgressor e até mesmo subversivo pode receber as vestes da norma. O imperativo, seja ele qual for, obriga o sujeito a se alienar no comando de outra instância reguladora para além de sua singularidade e possibilidade de escolher. Sim! É isso mesmo! Regulação do prazer, do gozo e do sentido dado a priori sem nenhuma elaboração como efeito de uma marca subjetiva. O imperativo goze! Transforma-se em obrigação, em signo de aceitação. Alegre-se! Signo do sucesso e da adaptação e até mesmo de saúde.&lt;br /&gt;Se consultarmos os antropólogos eles nos dirão que em toda cultura e sociedade há o tempo da festa e da comemoração cumprindo uma função simbólica específica no campo ritual. Aqui abro um parêntese para indicar o blog &lt;a href="http://gpeculturais.blogspot.com/"&gt;http://gpeculturais.blogspot.com/&lt;/a&gt; que apresenta algumas reflexões interessantes sobre o carnaval frugal. Contradição que já aponta ao cerne do que na atualidade faz operar a cultura.&lt;br /&gt;Contudo, há um limite para a regulação externa. Há uma dimensão subjetiva que dialoga com a cultura e esse dialogo só pode fazer funcionar o investimento psíquico na construção de sentido se houver a participação do sujeito no quantum de investimento e de quais significantes farão parte de sua experiência. O imperativo para ser obedecido captura o investimento libidinal e demarca o prazer. Só investimos no que é prazeroso, mas também tiramos prazer de responder aos imperativos para receber em troca amor e reconhecimento. Assim, dependendo da submissão ao imperativo o sujeito pode sim erotizar o sofrimento. &lt;br /&gt;Quais marcas deixar e quais marcas permitir ser inscritas em nós depende de um processo de identificação, de inscrições dialogadas. Diálogo travado com traços que nos fazem singulares e que seu itinerário é construído numa relação entre o sujeito dividido, o desejo e o objeto causa do desejo – objeto que possui um traço, uma marca, a chave do encanto – o que chamamos de fantasia.&lt;br /&gt;Alguém muito especial perguntou: “Com que fantasia eu vou ao carnaval que você me convidou?” É uma questão interessante na era dos imperativos e da regulação do prazer. Qual fantasia assumir? Quem vai gozar? Subverter é um bom caminho...  &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-3251729963840594928?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/3251729963840594928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=3251729963840594928' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3251729963840594928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3251729963840594928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/02/era-dos-imperativos-e-regulacao-do.html' title='A ERA DOS IMPERATIVOS E A REGULAÇÃO DO PRAZER'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S3f_Tqao9RI/AAAAAAAAALM/lA7kYT6eBq4/s72-c/foto+carnaval+blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-8329836247555016408</id><published>2010-02-07T19:53:00.007-02:00</published><updated>2010-07-05T18:02:18.324-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diabo'/><title type='text'>O DIABO ENAMORADO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S284MkSQgjI/AAAAAAAAALE/0BgozGw1n7Q/s1600-h/El+H%C3%A1ren+-+Mariano+Fortuny.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 285px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435625063809319474" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S284MkSQgjI/AAAAAAAAALE/0BgozGw1n7Q/s400/El+H%C3%A1ren+-+Mariano+Fortuny.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Existem variados encontros de um sujeito com uma obra: um romance, um poema, uma escultura, uma pintura, um livro científico, filosófico ou psicanalítico. Desse encontro, inusitados efeitos se produzem; dos mais formais como resenhas e comentários até os mais íntimos e privados que causam um silêncio estrondoso. Um percurso singular que depende do sujeito e da obra. O que cada um procura em seu caminho inquieto, faltante e desejoso aponta para o que vai ser encontrado. A obra parece ficar à espera, cuidadosamente posicionada para surgir nas mãos e diante dos olhos desse viajante que sempre chegará a seu destino.&lt;br /&gt;Diante de uma questão, todo um itinerário é percorrido nessa viagem feita em busca da mensagem que a responderá. Mas uma vez decifrado o enigma, a esfinge apresenta outro ainda mais inquietante.&lt;br /&gt;Existem ainda aqueles que jogam suas mensagens ao mar como um naufrago a procura, não do encontro singular, mas apenas de terra firme. O que queres? Alguém, qualquer um, portador das velas - que iluminam a escuridão do barco a deriva - e da segurança do destino. Dái resulta um não encontro, não há encontro entre duas singularidades quando só há necessidade. O naufrago só pode pensar em sua sobrevivência, já pulou de um barco e está em busca de outro seguro que não o deixe a deriva.&lt;br /&gt;Se a fantasia é nosso filtro com a realidade, pois não há real possível de simbolizar, ela posiciona o sujeito dividido diante do objeto que causa seu desejo numa relação de inclusão/exclusão, alienação/separação. “Que queres?” pergunta Jacques Cazotte por meio de seu “Diabo Enamorado”. A pergunta sobre o desejo sempre é diabólica. Nossa resposta também.&lt;br /&gt;Interrogo-me se precisamos mesmo responder a essa pergunta. Penso que podemos enfrentá-lo, olhando nos olhos do diabo e não responder completamente a suas demandas. Colocar em cena uma questão singular. Se o diabo (desejo) pergunta: “Que queres?” Há a possibilidade de se escolher outra posição subjetiva na fantasia em relação ao Outro. Diante do goze! A resposta pode ser: quando quiser e se quiser. Diante do trabalhe! Há uma escolha de como trabalhar. Diante do ame! Há a escolha de não amar ou de amar para além do amor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O desejo se constitui pela falta, se constitui na relação com o Outro. Ora busca-se satisfazer pulsões de desejos originados dessa divisão, outras vezes, para negar essa mesma divisão constitutiva há o imperativo de realizar o desejo do Outro em nós. Para qual desejo dizer sim ou não, é uma escolha!  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-8329836247555016408?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/8329836247555016408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=8329836247555016408' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8329836247555016408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8329836247555016408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/02/o-diabo-enamorado.html' title='O DIABO ENAMORADO'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S284MkSQgjI/AAAAAAAAALE/0BgozGw1n7Q/s72-c/El+H%C3%A1ren+-+Mariano+Fortuny.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-4572282948070347862</id><published>2010-01-25T23:29:00.006-02:00</published><updated>2010-07-05T15:35:14.213-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicanálise e Antropologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jacques Lacan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antropologia'/><title type='text'>O que a Antropologia tem a dizer à Psicanálise?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S15HsfLiXNI/AAAAAAAAAKM/CsfpVMcZnTs/s1600-h/logo+PB.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 37px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430857030265101522" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S15HsfLiXNI/AAAAAAAAAKM/CsfpVMcZnTs/s400/logo+PB.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguns pesquisadores, a pergunta: "O que a Antropologia tem a dizer à Psicanálise" pode soar confusa ou, até mesmo, estranha. Contudo, aqueles que fazem um bom uso da clínica e dos textos freudianos sabem e gostariam que a Antropologia tivesse muito o que dizer à Psicanálise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No editorial da Revista, Denise Maurano celebra: "Neste décimo quarto número, o leque de assuntos enfocados está bastante diversificado. Temos a honra de abrir com um importante artigo de Alexandre Fernandes Corrêa intitulado O labirinto dos significantes na cultura barroca, no qual a Antropologia dialoga com a Psicanálise, trazendo como efeito uma importante contribuição tanto para a área de Estudos Culturais, quanto para a chamada Psicanálise em extensão. Tal artigo nos é especialmente caro por conta de aproximar-se bastante dos estudos que empreendemos sobre o tema e que motivou, anos atrás, o nome de nossa revista. Nele o autor a partir de um processo de pesquisa sociocultural, toma para si a tarefa sugerida por Lacan de realização de uma história cultural do significante, no caso, o significante barroco, buscando situar sua função na sociedade contemporânea e, mais precisamente, no imaginário social latinoamericano".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um instigante convite e um belo brinde ao trabalho de parceria entre os pesquisadores do acontecimento psíquico e os pesquisadores do acontecimento cultural. Espero que esse trabalho de parcerias faça de nossas escutas um lugar possível de construção simbólica. Contribuição à Psicanálise em extensão, mas também à Psicanalise no campo da escuta clínica, se levarmos a sério o campo significante e sua "história cultural" apontada pelo leitor de Lévi-Strauss, Jacques Lacan.&lt;br /&gt;Click na imagem da revista e tenha acesso ao artigo integral.&lt;br /&gt;Boa leitura!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-4572282948070347862?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.psicanaliseebarroco.pro.br/revista/revistas/14/P&amp;Brev14Correa.pdf' title='O que a Antropologia tem a dizer à Psicanálise?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/4572282948070347862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=4572282948070347862' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/4572282948070347862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/4572282948070347862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2010/01/o-que-antropologia-tem-dizer.html' title='O que a Antropologia tem a dizer à Psicanálise?'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S15HsfLiXNI/AAAAAAAAAKM/CsfpVMcZnTs/s72-c/logo+PB.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-5645665546463230151</id><published>2009-12-16T21:21:00.003-02:00</published><updated>2010-07-05T18:01:15.893-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal'/><title type='text'>A Foraclusão do Sujeito</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SylumlEtZLI/AAAAAAAAAKE/z0mbDH5D7r0/s1600-h/JB.gif"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 199px; FLOAT: left; HEIGHT: 50px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415981635955680434" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SylumlEtZLI/AAAAAAAAAKE/z0mbDH5D7r0/s400/JB.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cirurgia para os males emocionais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Benedict Carey &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;THE NEW YORK TIMES &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Leonard, um escritor que vive nos arredores de Chicago, se recusava a entrar no chuveiro, até que se tornou completamente incapaz de tomar banho ou escovar os dentes.Ross, um adolescente que cresceu em um subúrbio de Nova York, tinha tanto pavor de bactérias que regularmente passava sete horas seguidas debaixo do chuveiro. Ambos foram diagnosticados com transtorno obsessivo-compulsivo grave, ou TOC, e durante anos não conseguiam sair de casa.Mas eventualmente eles saíram, e viajaram em grande desespero para um hospital em Rhode Island, para uma cirurgia cerebral experimental na qual quatro buracos profundos do tamanho de uma ervilha foram queimados em seus cérebros.Ross e Leonard foram colocados em uma espécie de máquina de ressonância magnética que emite feixes de radiação no crânio. Estes feixes atravessam o cérebro, sem causar danos, exceto nos pontos onde os feixes convergem. Nestes pontos, a radiação queima pedaços microscópicos de tecido cerebral em circuitos que costumam apresentar uma atividade excessiva em pessoas com TOC grave.Hoje, dois anos após a cirurgia, Ross está com 21 anos e cursando uma faculdade.– A operação salvou minha vida – disse ele.O mesmo não pode ser dito sobre Leonard, 67 anos, que se submeteu à cirurgia em 1995.– Não houve nenhuma mudança – lamentou. – Eu ainda não saio de casa.Os dois homens pediram que seus sobrenomes não fossem usados para proteger sua privacidade.Evolução A grande promessa da neurocirurgia no final do século passado era de que novas técnicas seriam capazes de revolucionar o tratamento para problemas psiquiátricos. Mas sua primeira aplicação prática não é novidade alguma. Trata-se de uma versão sofisticada e precisa de uma abordagem antiga e polêmica: a chamada psicocirurgia, em que médicos operam diretamente no crânio.Na última década, mais de 500 pessoas se submeteram à cirurgias cerebrais para problemas como depressão, ansiedade e até mesmo obesidade, na maioria das vezes como voluntários em estudos clínicos.Os resultados foram tão animadores que este ano, pela primeira vez desde que a lobotomia frontal caiu em descrédito em 1950, a Food and Drug Administration (FDA), agência norte-americana reguladora de equipamentos médicos, aprovou uma das novas técnicas cirúrgicas para casos graves de TOC.Embora não haja mais do que algumas milhares de pessoas que são prejudicadas o suficiente por problemas psiquiátricos para atenderem aos critérios rigorosos para este tipo de cirurgia, milhões de pessoas poderão procurar tais operações assim que as novas técnicas tornarem-se menos experimentais.Essa esperança, no entanto, vem acompanhada de enormes riscos e incertezas. Alguns psiquiatras e especialistas em ética médica afirmam que médicos ainda não sabem muito sobre os circuitos que estão adulterando, e os resultados são imprevisíveis: algumas pessoas melhoram, outras não sentem quase nada, enquanto poucos azarentos chegam até a piorar. Nos Estados Unidos, pelo menos uma paciente ficou incapaz de cuidar de si mesma após uma cirurgia que deu errado.Além disso, a demanda pelas operações é tão grande que poderia tentar cirurgiões menos experientes a oferecerem os procedimentos experimentais sem a supervisão e o apoio de centros de pesquisa.– As pessoas têm essa idéia de que o próprio progresso justifica as operações, e que se algo é promissor, então como podemos não usá-lo para aliviar o sofrimento? – explica Paul Wolpe, um especialista em ética médica da Universidade Emory, na Georgia.Poucos anos atrás, médicos consideravam a lobotomia frontal um grande avanço, lembra Wolpe, apenas para descobrir que a operação deixou milhares de pacientes com danos cerebrais irreversíveis.Muitas idéias promissoras na medicina encalham, acrescentou, “e é por isso que temos de avançar muito cautelosamente”.&lt;br /&gt;Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-5645665546463230151?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/5645665546463230151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=5645665546463230151' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5645665546463230151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5645665546463230151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/12/foraclusao-do-sujeito.html' title='A Foraclusão do Sujeito'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SylumlEtZLI/AAAAAAAAAKE/z0mbDH5D7r0/s72-c/JB.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-1110645423256836830</id><published>2009-11-24T15:26:00.002-02:00</published><updated>2009-11-24T15:28:56.029-02:00</updated><title type='text'>SEMINÁRIO DE PESQUISA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SwwXrtXDR9I/AAAAAAAAAJQ/rDf-OL3eV2Y/s1600/seminariopesquisacolumbia.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 215px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407723292243216338" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SwwXrtXDR9I/AAAAAAAAAJQ/rDf-OL3eV2Y/s400/seminariopesquisacolumbia.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-1110645423256836830?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.nuppsam.org/noticias-e-eventos.php' title='SEMINÁRIO DE PESQUISA'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/1110645423256836830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=1110645423256836830' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1110645423256836830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1110645423256836830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/11/seminario-de-pesquisa.html' title='SEMINÁRIO DE PESQUISA'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SwwXrtXDR9I/AAAAAAAAAJQ/rDf-OL3eV2Y/s72-c/seminariopesquisacolumbia.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-7381874902027010840</id><published>2009-11-24T15:14:00.003-02:00</published><updated>2009-11-24T15:21:34.585-02:00</updated><title type='text'>NUPPSAM Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas de Saúde Mental</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SwwVgfKOenI/AAAAAAAAAJI/-daV6HFESys/s1600/nuppsam.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 188px; FLOAT: left; HEIGHT: 86px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407720900429511282" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SwwVgfKOenI/AAAAAAAAAJI/-daV6HFESys/s400/nuppsam.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seminário de Pesquisa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O NUPSSAM convida a todos para o Seminário de apresentação e discussão dos resultados da pesquisa “Conhecendo a Rede Pública Ampliada de Atenção à Saúde Mental da Criança e do Adolescente no Estado do Rio de Janeiro: dimensões da exclusão”, realizada através de parceria entre o NUPPSAM/IPUB/UFRJ e Universidade de Columbia/NY, com apoio do Ministério da Saúde do Brasil e OPAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Seminário será realizado no dia 14 de dezembro, das 9:00 as 12:30h, no Auditório Leme Lopes (IPUB/UFRJ), situado à Avenida Venceslau Brás, 71 – fundos – Botafogo – RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este estudo foi desenvolvido em quatro localidades do Estado do Rio de Janeiro e permitiu mapear a rede ampliada de atenção à saúde mental de crianças e adolescentes. Ao todo, 525 instituições dos setores da saúde/saúde mental, educação, assistência social, justiça e direitos responderam ao questionário para levantamento de informações sobre estrutura, serviços oferecidos em saúde mental infantil e juvenil e em outras áreas, percepção das necessidades em saúde mental, encaminhamentos mais freqüentes, principais barreiras ao cuidado e outros temas relevantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação de uso de serviços por crianças e adolescentes com necessidades em saúde mental tem sido uma estratégia importante para fundamentar a montagem de sistemas de cuidados compatíveis com as realidades locais e com o princípio da intersetorialidade. No estudo em questão, os resultados apontaram a presença de ações e de profissionais diretamente relacionados à saúde mental nos diferentes setores públicos investigados, corroborando a hipótese inicial de que a necessária expansão do atendimento à saúde mental de crianças e jovens não poderá se restringir à oferta de serviços altamente especializados, nichos de excelência de um só setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a existência destas ações e profissionais só virá a constituir uma rede se uma direção pública puder ser afirmada e partilhada por todos. A noção chave desta pesquisa é a de uma rede pública ampliada de atenção à saúde mental da infância e adolescência que, esperamos, possa contribuir para o aprofundamento e expansão das diretrizes da política nacional de saúde mental infantil e juvenil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9h as 12:30h - Rede pública ampliada de atenção: bases para construção de um sistema integral de cuidado em saúde mental infantil e juvenil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristiane Duarte - Divisão de Psiquiatria da Infância e Adolescência da Universidade de Columbia/NY&lt;br /&gt;Maria Tavares Cavalcanti – IPUB/UFRJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debatedor: Pedro Gabriel Delgado – Ministério da Saúde&lt;br /&gt;Coordenação: Cristina Ventura – Nuppsam&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-7381874902027010840?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.nuppsam.org/' title='NUPPSAM Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas de Saúde Mental'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/7381874902027010840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=7381874902027010840' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7381874902027010840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7381874902027010840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/11/nuppsam-nucleo-de-pesquisa-em-politicas.html' title='NUPPSAM Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas de Saúde Mental'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SwwVgfKOenI/AAAAAAAAAJI/-daV6HFESys/s72-c/nuppsam.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-4485231464084908631</id><published>2009-11-14T13:05:00.006-02:00</published><updated>2010-07-05T18:01:15.894-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ódio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pulsão de Morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jacques Lacan'/><title type='text'>O ÓDIO, O MAL, A MORTE...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SxLftOJURnI/AAAAAAAAAJ4/N-CF6gtTemc/s1600/afresco+vila+dos+misterios+pomp%C3%A9ia.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 258px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409632070409668210" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SxLftOJURnI/AAAAAAAAAJ4/N-CF6gtTemc/s400/afresco+vila+dos+misterios+pomp%C3%A9ia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sv7L4E8TqHI/AAAAAAAAAJA/ImCAlhlfyfM/s1600-h/caixa+de+pandora.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sv7ILDyJKvI/AAAAAAAAAI4/F42e1unUhp8/s1600-h/afresco+vila+dos+misterios+pomp%C3%A9ia.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A morte é o destino da vida... Todo o trabalho com a palavra é de fazer este destino chegar no momento certo. Toda a impossibilidade de simbolizar a castração nos leva ao pacto erótico com o ódio, o mal e a morte. Esta última pelas vias da crueldade e destruição. O exercício diabólico deste pacto pode ser encontrado como função das cenas odiosas, na sociedade, por exemplo, nas agressões que subjazem os sistemas paranóicos de controle social, nas eleições de um grupo que determina eliminar/odiar outro, nas guerras entre gangues, em seitas religiosas que elegem o suicídio de seus membros. Atos e discursos que se sustentam no laço engendrado pelo mandado da eliminação do outro grupo eleito a odiar/eliminar. No texto Situação da Psicanálise e formação do psicanalista em 1956, Lacan, no meu entender, aponta o ódio como fonte de investimento tal, capaz de permitir que identificações coletivas silenciem o sujeito na “conquista do poder” ao ponto de produzir, na identificação ao líder, uma sujeição capaz de produzir também o tirano. Sobre o ódio nessa função do grupo Lacan afirma:&lt;br /&gt;“Numa busca de saber, uma certa recusa que se mede no ser, para-além do objeto, é o sentimento que agrega mais fortemente a tropa: esse sentimento é conhecido, sob uma forma patética; nele se entra em comunhão sem comunicar, e ele se chama ódio”(Lacan;1956/1998:482).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na psicose, singularmente na paranóia, a eleição de um objeto de investimento de ódio também produz a dupla perseguido-perseguidor. Assim, apresento aqui inquietações de uma pesquisa que, neste primeiro instante, se interroga sem pretensões de fornecer respostas, mas formular com o maior rigor possível a questão norteadora de um tempo de investigação que se inicia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES&lt;br /&gt;J. Lacan introduz a figura do Kakon (inimigo interior) para falar da agressividade em três momentos de sua obra. O primeiro uso do termo se dá quando analisa o ato de ódio encenado no “crime imotivado” pela paranóia de Aimée, caso clínico de sua tese intitulada Da psicose paranóica em suas relações com a personalidade (1932) . Retoma o termo num segundo tempo, em Formulações sobre a causalidade psíquica (1946) e, finalmente, o faz trabalhar no momento em que se dirige diretamente ao assunto em A agressividade em psicanálise (1948).&lt;br /&gt;No primeiro instante, em 1932, no caso Aimée, a lógica da agressividade e do ato criminoso de sua paciente é desvelada no processo de sua própria cura, nos afirma o autor. Sofrente de uma paranóia de autopunição, diagnosticada assim por Lacan, Aimée só finda seu delírio quando recebe a punição de ter agredido violentamente uma famosa e respeitada atriz. Ela mesma escrevia e nutria ambições literárias. No decurso de sua análise, suas identificações apontam para o fenômeno no qual as imagens de seus ideais transformam-se posteriormente em fonte de ódio e perseguição, Lacan salienta assim que “a mesma imagem que representa seu ideal é também o objeto de seu ódio” (Lacan; 1932/1976:230)&lt;br /&gt;As ameaças de morte contra seu filho eram recorrentes em sua crença delirante, assim como as ameaças sofridas de tirá-lo de seus cuidados. Posteriormente, será sua irmã mais velha quem assumirá seu lugar de mãe nos cuidados de seu filho. Irmã que se recusará a ter de volta o convívio com Aimée. Primeira fonte de identificação que ocupa o lugar de perseguidora. Na “sucessão das perseguidoras” sua amiga mais íntima ocupará o lugar de endereçamento de seu ódio.&lt;br /&gt;Aimée se interroga sobre “Quem eram os inimigos misteriosos que pareciam estar perseguindo-a” (Lacan;1932/1976:146). Sua agressão contra a atriz, numa tentativa de “matar a doença objetivada” (Ibid:216), é o momento no qual Aimée “leva a cabo o ato fatal de violência contra uma pessoa inocente, na qual vê o símbolo do inimigo interior” (Idem), o Kakon.&lt;br /&gt;Afinal, qual a “história cultural desse significante”? A figura do Kakon nos remete à mitologia grega representada por Pandora, primeira representante da mulher bela e má. Zeus teria inserido o engano na vida dos homens, através da bela mulher, para enfatizar o mal inevitável - o bem (Kalón) deve permanecer num convívio dialético com o mal (Kakon). O Kakon então, se torna o “inimigo interior”, o mal que habita no homem. O “ódio de si” que habita em cada um de nós.&lt;br /&gt;O tempo que Lacan destina à compreensão da tendência agressiva se dá em Formulações Sobre a Causalidade Psíquica (1946) quando o conhecimento paranóico é mencionado na medida em que “a loucura é um fenômeno do pensamento” (Lacan; 1946/1998:163) e então propõe um retorno a Descartes em sua obra Meditações, mas temos ainda outra obra deste cartesiano intitulada As paixões da Alma na qual aproxima o bem do amor e o mal do ódio. E é justamente essa aproximação que gostaríamos de investigar.&lt;br /&gt;Neste texto Lacan recupera várias questões do caso de Aimée, como uma espécie de um tempo destinado a compreender algo de sua lógica delirante: “tudo isso pelo qual o alienado, através da fala ou da pena, comunica-se conosco” (Lacan; 1946/1998:168) diz ele, buscando o nó do discurso, de suas significações, na medida em que na psicose tudo é signo.&lt;br /&gt;Prossegue na organização dos pontos de estrutura do delírio de sua paciente. Já no primeiro ponto trata da questão do ódio quando aponta “a linhagem das perseguidoras” como a repetição da “personificação de um ideal de malignidade contra o qual sua necessidade de agressão vai crescendo”(169-170), e observa que Aimée “tendeu em sua conduta a realizar, sem reconhecê-lo, o próprio mal que ela denunciava”(170).&lt;br /&gt;A figura do Kakon é retomada aqui para pensar na significação do ato delirante e assim busca novamente o trabalho de Paul Guiraud para junto com ele afirmar que “não é outra coisa senão o Kakon de seu próprio ser que o alienado procura atingir no objeto que ele fere” (176). Conseqüentemente Lacan chega às questões especulares da constituição do sujeito no campo da dialética identificatória e se detém no registro imaginário para recuperar a dimensão da alienação própria ao estádio do espelho, seu nó imaginário e o que ele carrega de mortífero. Recupera então a noção freudiana da pulsão de morte e do narcisismo e conclui que “no limiar do desenvolvimento psíquico, eis aí ligados o Eu primordial, como essencialmente alienado, e o sacrifício primitivo, como essencialmente suicida: ou seja, a estrutura fundamental da loucura” (Lacan; 1946/1998:188)&lt;br /&gt;A noção de Kakon é retomada dois anos depois, em um momento para concluir, novamente atrelada às referências ao caso Aimée. Trata-se do texto de Lacan intitulado A Agressividade em Psicanálise (1948) no qual retoma, mais uma vez, a referência a Freud em seu conceito de pulsão de morte para colocá-lo no cerne da noção de agressividade no que se refere à economia psíquica. Argumenta que para pensar sobre a tendência à agressão é necessário introduzir a noção de libido e localiza que tais tendências se mostram fundamentais nas psicoses paranóicas.&lt;br /&gt;Afirma então, citando seu caso Aimée que “o ato agressivo desfaz a construção delirante” (Lacan; 1948/1998:113) e pontua que “o diálogo em si parece constituir uma renúncia à agressividade” (Lacan; 1948/1998: 109). Retoma, portanto, a noção de Kakon para introduzir uma reflexão sobre o primeiro tempo da dialética das identificações, centrada no Estádio do Espelho. Discute os fenômenos da “organização original das formas do eu e do objeto” (Lacan; 1948/1998:113) e recupera mais uma vez a dimensão paranóica do eu. Afirma ser necessário, para compreender a agressividade, buscá-la nessa encruzilhada estrutural em relação ao “formalismo de seu eu e de seus objetos” e conclui: “essa relação erótica, em que o indivíduo humano se fixa numa imagem que o aliena em si mesmo, eis aí a energia e a forma donde se origina a organização passional que ele irá chamar de seu eu” (Lacan; 1948/1998: 116). Portanto, a estrutura paranóica do eu se mostra quando “o sujeito nega a si mesmo e acusa o outro” (Lacan; 1948/1998: 117).&lt;br /&gt;Nesse sentido, Lacan questiona a “incidência despedaçadora na imago da identificação original” (Lacan; 1948/1998: 118) quando sucumbe à persistência dos “maus objetos internos” e localiza “o extremo arcaísmo da subjetivação de um kakon” no campo original da “formação primária do supereu” (Lacan; 1948/1998: 119). Aqui temos a relação entre o investimento odioso nas figuras que antes foram objetos eleitos de identificação.&lt;br /&gt;Ao final do Seminário 3: As Psicoses (1955-1956), Lacan apresenta três etapas da foraclusão para pensarmos a lógica do delírio, são elas: 1. Cataclisma imaginário; 2. Desdobramento separado e investido por todo o aparelho significante e 3. Após o encontro, a colisão, com o significante inassimilável, trata-se de reconstituí-lo. A impossibilidade de inscrição e, conseqüente deriva em busca de reparar o dano pela foraclusão do significante primordial impõe ao sujeito psicótico o fracasso da relação amorosa, pois que, nos diz Lacan: “para o psicótico uma relação amorosa é possível abolindo-o como sujeito, enquanto ela admite uma heterogeneidade radical do Outro. Mas esse amor é também um amor morto” (Lacan; 1956/1988: 287).&lt;br /&gt;Freud e Lacan delineiam um caminho possível no estudo da paranóia quando sinalizam a anterioridade do ódio ao amor como formulação teórica para compreensão da constituição do sujeito. Freud afirma, no Caso do Homem dos ratos (1909), que: “o ódio, sobretudo, conservando-se suprimido no inconsciente por ação do amor, desempenha um grande papel na patogênese da histeria e da paranoia” (Freud, 1909/1987) e Lacan nos diz que “a psicose é uma espécie de falha no que concerne a realização daquilo que é chamado 'amor'. (Lacan, 1976). Essa falha, no que concerne ao amor, aponta para a linha que amarra o imaginário com o real, essa fenda do ódio, no qual não há mediatização simbólica possível que barre as figuras do mal, como os demônios, as bruxas, os feiticeiros e a malignidade de intenções e ações interpretadas assim pelo sujeito, revelando um Outro sem perda, mortífero, sem Lei. Cabe ao sujeito assumir literalmente “o ódio, que é o que mais se aproxima do ser”, ao qual Lacan denomina de “ex-sistir” (Lacan, 1955/1966) que se traduz pelo ódio primordial a toda alterização que implica a dialética alienação/separação. No campo dos discursos, que é o do laço social, o ódio se apresenta pelas vias da agressividade e da violência diante das figuras que encarnam o mal ou que apenas figuram índices da alteridade. Se o psicótico também é um sujeito dividido e se insere nos quatros campos do discurso, o ódio no interior do laço social pode fornecer subsídios para a construção da metáfora delirante, por viabilizar uma simbolização possível que compreende os investimentos do sujeito para dar conta da deriva atrelado a um Outro absoluto que goza dele.&lt;br /&gt;Para concluir, retomo o que havia dito no início, sobre esse primeiro tempo desta pesquisa que se inicia, tentando pensar sobre qual aproximação pode ser feita entre os fenômenos paranóicos coletivos e os individuais. Ambos, com as devidas distinções, obedecem a essa captura da configuração primordial de uma identificação primeira do registro imaginário? Recuperando a reflexão lacaniana do início desta fala, sobre o ódio da sujeição dos tiranos que serve de investimento à união da tropa, é possível encontrar nesses fenômenos sociais alguma analogia com os fenômenos psicóticos no que se refere ao ódio endereçado ao que antes era fonte de idealização e identificação quando Lacan, nos dois casos, fala de algo impossível de simbolizar?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-4485231464084908631?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/4485231464084908631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=4485231464084908631' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/4485231464084908631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/4485231464084908631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/11/algumas-reflexoes-iniciais-sobre-o-odio.html' title='O ÓDIO, O MAL, A MORTE...'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SxLftOJURnI/AAAAAAAAAJ4/N-CF6gtTemc/s72-c/afresco+vila+dos+misterios+pomp%C3%A9ia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-8741020470902714222</id><published>2009-08-09T11:58:00.001-03:00</published><updated>2009-08-09T12:08:06.192-03:00</updated><title type='text'>EM NOME DO PAI: “QUE QUERES?”</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sn7mQZCEcfI/AAAAAAAAAIw/WSJuEvssG3M/s1600-h/foto+blog.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 225px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sn7mQZCEcfI/AAAAAAAAAIw/WSJuEvssG3M/s400/foto+blog.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5367980975144071666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Curioso e enigmático isso que recebemos de herança daqueles que reconhecemos como nossos pais. Sentimento de pertença, território, vínculo, promessa, segurança, cobrança, metas, realizações, respostas, potência, sucesso, superação, realização... demanda incessante de amor e reconhecimento. Somos atravessados por uma interrogação que não cessa de nos questionar sobre quem somos e o que queremos. Se estão vivos ou mortos, não interessa, pois, de qualquer forma, materialmente presentes ou não, eles nos atravessam e como que de dentro de nós nos perguntam: Que queres? E ficamos tentando responder, mas por que temos que responder? Por que temos que ter uma resposta? &lt;br /&gt;O tempo vai formulando uma resposta em forma de ficção, de uma história cheia de lágrimas e risos, ternura e vingança, dor e prazer... Com o passar do tempo vestimos outra roupagem, nossos sapatos ganham novos contornos, nossos olhos outros brilhos, o sorriso ingênuo e triste se mescla com a malícia. Que me importa agora responder àquela pergunta? A vida e minhas escolhas mostrarão (ou monstrarão) a resposta pela trajetória e o itinerário percorrido.&lt;br /&gt;O tempo passado queria dar uma resposta, mas o tempo presente quer apenas viver e transmitir algo para o futuro. Simples assim, “que queres?”, se Édipo está sepultado, a resposta pode ser aberta, múltipla, singular, se Édipo persiste a resposta está presa ao enigma, presa ao desejo do Outro, ou seja, quero ser em conformidade ao seu Desejo, quero superá-lo, quero lhe dar uma resposta, para, quem sabe, você deseje atender às demandas que lhe dirijo.&lt;br /&gt;Liberdade é conquista de uma travessia. “Que queres?”. Sou em conformidade ao seu desejo era a resposta do passado; O que quero? Resposta em forma de questão que ao mesmo tempo que se interroga, interroga ao Outro no presente, pois ao ter sido atravessado por sua herança, que lhe deu um lugar e um nome, precisa saber o que do Outro nele perdura, o que do Outro lhe faz estranho nele. Névoa fantasiosa que ao construir seu mito o coloca diante de um sono no qual tudo está nublado. A travessia se completa ao despertar do sono capturado pelo o que o Outro quer. Futuro... esse é com o Desejo do sujeito... e está aberto...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-8741020470902714222?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/8741020470902714222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=8741020470902714222' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8741020470902714222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8741020470902714222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/08/em-nome-do-pai-que-queres.html' title='EM NOME DO PAI: “QUE QUERES?”'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sn7mQZCEcfI/AAAAAAAAAIw/WSJuEvssG3M/s72-c/foto+blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-6497955392626580889</id><published>2009-08-02T21:39:00.005-03:00</published><updated>2010-07-05T15:33:12.494-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vaslav Nijinsky'/><title type='text'>A DANÇA, A DOR E A PSICOSE</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SnYzS8rV_KI/AAAAAAAAAIo/hrlAFR046VA/s1600-h/Nijinsky+5.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 379px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365532406677109922" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SnYzS8rV_KI/AAAAAAAAAIo/hrlAFR046VA/s400/Nijinsky+5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“Dançarei apenas porque isso me possibilita expressar minha personalidade. Quero ser uma personalidade para cumprir minha missão. Minha missão é a missão de Deus. Minha loucura é o meu amor pela humanidade. Não quero a morte dos sentidos. Sou aquele que morre quando não é amado ”.(Vaslav Nijinsky).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gênio da dança e ao mesmo tempo um sujeito psicótico, Nijinsky mostra uma outra forma de habitar o próprio corpo. Como uma de nossas fontes de sofrimento, este bailarino propõe várias personagens para habitar seu corpo. Narciso e o Fauno foram alguns que puderam manter o corpo de Nijinsky unificado e embalado pela dança, seu meio de dar sentido às suas experiências. O delírio cumprirá, posteriormente, o papel da dança para Nijinsky, mas em outros sujeitos, a impossibilidade de simbolizar o sofrimento ou pela via da dança ou pela via do delírio faz esse corpo padecer de dor, uma dor física incurável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-6497955392626580889?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/6497955392626580889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=6497955392626580889' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/6497955392626580889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/6497955392626580889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/08/danca-dor-e-psicose.html' title='A DANÇA, A DOR E A PSICOSE'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SnYzS8rV_KI/AAAAAAAAAIo/hrlAFR046VA/s72-c/Nijinsky+5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-5261412560179410907</id><published>2009-07-20T12:41:00.001-03:00</published><updated>2010-07-05T15:30:41.019-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jacques Lacan'/><title type='text'>O SABER DELIRANTE</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SmSQcg0gdJI/AAAAAAAAAIQ/dWcimZ4cE2U/s1600-h/El+Saber+Delirante.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 293px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SmSQcg0gdJI/AAAAAAAAAIQ/dWcimZ4cE2U/s400/El+Saber+Delirante.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360568275998635154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Con estas precisiones observamos un cortocircuito ya que, al poner el delirio en el lugar del S2 -es decir, del saber-, nos muestra que todo saber es delirio y el delirio es un saber. Escuchando lo que afirma Lacan sobre lo interesante de la invención de saber, el psicótico se presentaría como el delirante que no retrocede ante la elaboración de saber (recuerden, por otra parte, que también dice que el analista no debe retroceder ante el psicótico), con el elemento de delirio que hay siempre en esta invención. (...) El señor Bunge, por ejemplo, piensa que Freud era un delirante. Hay asimismo muchas cosas delirantes en Newton, quien le dedicaba más tiempo a la alquimia que a las matemáticas y se apasionaba descifrando el libro de Daniel y el Apocalipsis en la Biblia.(...) Y es que era un hombre del siglo XVII, que se apasionaba descifrando el significante de la Biblia para conocer el futuro. Sin duda siempre hay algún riesgo en la ciencia, dado que puede ser un delirio".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-5261412560179410907?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/5261412560179410907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=5261412560179410907' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5261412560179410907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5261412560179410907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/07/o-saber-delirante.html' title='O SABER DELIRANTE'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SmSQcg0gdJI/AAAAAAAAAIQ/dWcimZ4cE2U/s72-c/El+Saber+Delirante.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-9072087656680303776</id><published>2009-07-16T17:01:00.001-03:00</published><updated>2010-07-05T15:30:41.019-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jacques Lacan'/><title type='text'>O SUJEITO NA PSICANÁLISE de Freud a Lacan - LANÇAMENTO DO LIVRO DE ANTONIO GODINO CABAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sl-Ho5BFsoI/AAAAAAAAAII/WSFv25n-dJE/s1600-h/GODINO+CABAS.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 283px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sl-Ho5BFsoI/AAAAAAAAAII/WSFv25n-dJE/s400/GODINO+CABAS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359151218164085378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-9072087656680303776?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/9072087656680303776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=9072087656680303776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/9072087656680303776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/9072087656680303776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/07/o-sujeito-na-psicanalise-de-freud-lacan.html' title='O SUJEITO NA PSICANÁLISE de Freud a Lacan - LANÇAMENTO DO LIVRO DE ANTONIO GODINO CABAS'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sl-Ho5BFsoI/AAAAAAAAAII/WSFv25n-dJE/s72-c/GODINO+CABAS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-5180818308814434696</id><published>2009-07-13T15:49:00.001-03:00</published><updated>2010-07-05T17:58:48.928-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identificação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Piera Aulagnier'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jacques Lacan'/><title type='text'>MENSAGEM AOS FORMANDOS DE PSICOLOGIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SluCsLvK9CI/AAAAAAAAAH4/0DZwCZTeH-U/s1600-h/Rene+Magritte+%E2%80%9CThe+Therapist%E2%80%9D+1937.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 86px; height: 124px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SluCsLvK9CI/AAAAAAAAAH4/0DZwCZTeH-U/s320/Rene+Magritte+%E2%80%9CThe+Therapist%E2%80%9D+1937.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358019877263832098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“O que a Psicanálise nos ensina, como ensiná-lo?” É a pergunta que S. Freud e Jacques Lacan se fazem sobre o ensino deste saber. Essa foi também a pergunta que sempre me fiz ao entrar na sala de aula. Como ensinar psicanálise aqui, na Universidade, no curso de Psicologia, num terreno paradigmático e epistemologicamente tão distinto? É certo que fazemos uma diferença grande entre ensino e transmissão, tanto quanto entre saber e conhecimento. É certo também que a formação referente à Psicanálise se dá alhures.&lt;br /&gt; O que ensinar no que se refere à Psicanálise, em uma sala de aula no curso de Psicologia? Escolhi o caminho aberto para mim por minha análise pessoal. Deixar que minha paixão e meu desejo tivessem lugar na minha função de professor. Escolhi, para sustentar essa função, ter prazer ao desempenhá-la. Mas devemos ser éticos para não cair na sedução e na aliança desonesta que empobrece o ensino e inviabiliza toda e qualquer transmissão.&lt;br /&gt;Fiz ainda outra escolha. Uma escolha que vai contra nossos narcisismos. Escolhi sustentar uma posição rigorosa e singular. Meu objetivo era alcançar um trabalho teórico e abrir mão de ser reconhecida pessoalmente, como pessoa “legal” e “boazinha”, pois sabemos dos ganhos secundários desses sintomas. &lt;br /&gt; Inicialmente, por ser muito firme e incisiva fui apelidada de “professora brava”. Sei que despertei em muitos de vocês muita angústia e, como conseqüência, a raiva inerente que todo sujeito vive em relação ao objeto que lhe nega o acesso fácil ao prazer. &lt;br /&gt; As aulas prosseguiram e uma mudança de olhar e posição foi abrindo espaço para o estudo/trabalho em lugar da angústia. Da angústia do não saber, veio o desejo de saber. Desejo esse que encenou uma busca singular em cada aluno. Recebi, então, um novo apelido “amor de transferência”. Bem, não preciso explicá-lo. É necessário apenas frisar que como toda transferência a relação não é serena e tranqüila e os afetos proliferam em sua extensão, o que estimula a nós, professores, uma busca por um manejo possível que desperte no sujeito, a partir de uma oferta, o desejo de seguir em frente, em direção à sua verdade que pode e deve ser distinta do desejo que habita a função de professor.&lt;br /&gt; Estava preocupada não só em ensinar uma teoria, mas transmitir algo que é atravessado por ela, mas que evoca um saber, um saber que não é a soma de conhecimentos, um saber que recupera o sujeito em sua dimensão ética e política. Tentei ensinar um conhecimento e atravessá-lo com a transmissão singular de uma experiência. &lt;br /&gt; Piera Aulagnier diz que “viver é experimentar de maneira contínua uma situação de encontro”. Por encontro ela entende uma relação entre duas singularidades que inscrevem algo para além das aparências. Uma relação que, em nossas aulas, explicitavam uma dinâmica complicada por encenar uma resistência e ao mesmo tempo um encontro profícuo.&lt;br /&gt; Entretanto, outros desencontros não viabilizaram nosso encontro. No momento no qual vocês decidiram me incluir nessa festa, estava eu implicada em minha formação permanente. Há algo aqui bom de ser pontuado. No momento que a turma se forma, ou seja, inicia um caminho na Psicologia enquanto profissão, a professora de vocês se coloca no lugar de estudante. &lt;br /&gt; Minha saída da Instituição para ir buscar continuidade da minha formação por meio de um Doutorado, me colocou em distância no espaço e no tempo, mas espero que signifique algo que sempre tentei transmitir a todos. Nossa formação é permanente, nunca estamos prontos e formados.&lt;br /&gt; Mas algo mais impediu o nosso encontro, além das datas, pois desde o dia 06 de julho estou com atividades no Rio, a semana anterior a minha partida foi marcada por tudo aquilo que aprendemos com a Psicanálise. Somos barrados por uma Lei, não somos TODOS, inteiros e nem perfeitos. Adoeci e fiquei de cama com uma terrível virose na semana da minha viagem. Eu não pude me despedir, mas talvez seja um desejo de não dizer adeus, um desejo de dizer que estou aqui por perto e que podem contar comigo nessa caminhada em busca de uma formação permanente, ética e honesta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sucesso a todos!&lt;br /&gt;Agradeço o reconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com carinho,&lt;br /&gt;Adriana Cajado Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio, 14 de Julho de 2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-5180818308814434696?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/5180818308814434696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=5180818308814434696' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5180818308814434696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5180818308814434696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/07/mensagem-aos-formandos-de-psicologia.html' title='MENSAGEM AOS FORMANDOS DE PSICOLOGIA'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SluCsLvK9CI/AAAAAAAAAH4/0DZwCZTeH-U/s72-c/Rene+Magritte+%E2%80%9CThe+Therapist%E2%80%9D+1937.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-7366288598532527712</id><published>2009-07-03T14:40:00.002-03:00</published><updated>2009-07-03T14:50:52.211-03:00</updated><title type='text'>XI Jornadas FCCL- Rio 2009 - NOMES DO SINTOMA...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sk5Crbt896I/AAAAAAAAAHw/xCQd9loGakc/s1600-h/Nomes+do+Sintoma.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 226px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354290320932403106" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sk5Crbt896I/AAAAAAAAAHw/xCQd9loGakc/s320/Nomes+do+Sintoma.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOCAL: CENTRO DE CONVENÇÕES DO CBC&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DATA: 4 a 6 de Dezembro de 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Informações:&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:secrearia@fcclrio.org.br"&gt;secrearia@fcclrio.org.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-7366288598532527712?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.fcclrio.org.br/' title='XI Jornadas FCCL- Rio 2009 - NOMES DO SINTOMA...'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/7366288598532527712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=7366288598532527712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7366288598532527712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7366288598532527712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/07/xi-jornadas-fccl-rio-2009-nomes-do.html' title='XI Jornadas FCCL- Rio 2009 - NOMES DO SINTOMA...'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sk5Crbt896I/AAAAAAAAAHw/xCQd9loGakc/s72-c/Nomes+do+Sintoma.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-1940630589249717227</id><published>2009-06-19T09:48:00.005-03:00</published><updated>2009-06-19T09:55:08.074-03:00</updated><title type='text'>LANÇAMENTO DA REVISTA A PESTE</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjuJdN6W02I/AAAAAAAAAHo/Z5py2VBN3LU/s1600-h/Revista+A+Peste.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349020117476234082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 251px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjuJdN6W02I/AAAAAAAAAHo/Z5py2VBN3LU/s320/Revista+A+Peste.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjuJXA9GksI/AAAAAAAAAHg/L5eeL7-CsbM/s1600-h/artigo-revista+a+peste.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349020010918875842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 263px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjuJXA9GksI/AAAAAAAAAHg/L5eeL7-CsbM/s320/artigo-revista+a+peste.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Data&lt;/strong&gt;: 30 de junho de 2009 (3ª feira) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Horário: &lt;/strong&gt;das 19:30 às 22:00 horas&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; TUCA (Teatro da Universidade Católica), R. Monte Alegre 1024, auditório superior (Perdizes, São Paulo – SP)&lt;br /&gt;ENTRADA FRANCA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EDITORES&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Raul Albino Pacheco Filho (Editor Responsável)&lt;br /&gt;Fuad Kyrillos Neto (Editor Adjunto)&lt;br /&gt;Christian Ingo Lenz Dunker (Editor Associado)&lt;br /&gt;Vladimir Safatle (Editor Associado)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A PESTE: Revista de Psicanálise e Sociedade é um periódico científico semestral temático, com o objetivo de publicar investigações/ desenvolvimentos teóricos, relatos de pesquisas, debates, entrevistas e resenhas que contenham análises, críticas e reflexões sobre temas, fatos e questões sociais, a partir do referencial psicanalítico. Publica também artigos voltados à interlocução entre a Psicanálise e outros campos do saber, como a Filosofia e as Ciências Sociais, igualmente dedicados ao pensamento sobre a sociedade e a cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PESTE: Revista de Psicanálise e Sociedade é uma publicação do Núcleo de Pesquisa Psicanálise e Sociedade do Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Social da PUCSP (instituição responsável), em parceria com o Laboratório de Estudos em Teoria Social, Filosofia e Psicanálise – LATESFIP/USP –, vinculado ao Departamento de Filosofia e ao Instituto de Psicologia da USP (instituição parceira). &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Correspondência e assinaturas&lt;br /&gt;A PESTE: Revista de Psicanálise e Sociedade&lt;br /&gt;Rua Ministro Godói, 969, sala 4E-10 (4º andar)&lt;br /&gt;05015-901 – São Paulo – SP&lt;br /&gt;Fone: (11) 3670-8520E-mail: revistaapeste@pucsp.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pontifícia Universidade Católica de São PauloPrograma de Estudos Pós-Graduados em Psicologia SocialNúcleo de Pesquisa Psicanálise e Sociedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Universidade de São Paulo&lt;br /&gt;Departamento de Filosofia e Instituto de PsicologiaLATESFIP – USP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjuJOxc6rCI/AAAAAAAAAHY/ZuLLz5LX8Uo/s1600-h/Revista+A+Peste.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-1940630589249717227?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/1940630589249717227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=1940630589249717227' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1940630589249717227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1940630589249717227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/06/lancamento-da-revista-peste.html' title='LANÇAMENTO DA REVISTA A PESTE'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjuJdN6W02I/AAAAAAAAAHo/Z5py2VBN3LU/s72-c/Revista+A+Peste.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-7617930844734158119</id><published>2009-06-18T09:27:00.002-03:00</published><updated>2009-06-18T09:31:14.433-03:00</updated><title type='text'>COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE O MÉTODO CLÍNICO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sjozc92KXtI/AAAAAAAAAGw/oTeNHu--pWc/s1600-h/Psicopatologia+fundamental.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348644080186973906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 83px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sjozc92KXtI/AAAAAAAAAGw/oTeNHu--pWc/s320/Psicopatologia+fundamental.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental anuncia a realização do Colóquio Internacional sobre o método clínico na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – FECAP, no Largo de São Francisco, Centro, São Paulo, SP/Br de 4 a 7 de setembro de 2009.&lt;br /&gt;Conferencistas:- German E. Berrios. Cambridge University, England.- Plínio Prado. Université de Paris 8 – St. Denis, Paris, France- Jorge Carlos Holguin Lew. Universidad de Antioquia, Medellín, Colômbia- Manoel Tosta Berlinck. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP, Brasil.&lt;br /&gt;Mesas RedondasMesas redondas serão organizadas dando-se preferência para os membros da Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vagas limitadas.O número de vagas é limitado a 165 inscrições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições&lt;br /&gt;As inscrições para apresentação de trabalhos em Mesas Redondas estarão abertas de 1 de junho a 31 de julho. Os trabalhos devem ser inscritos com resumos em português e em inglês, com 490 caracteres com espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições para participação estarão abertas a partir de 01 de junho de 2009.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-7617930844734158119?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.fundamentalpsychopathology.org/?s=116&amp;c=599' title='COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE O MÉTODO CLÍNICO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/7617930844734158119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=7617930844734158119' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7617930844734158119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7617930844734158119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/06/coloquio-internacional-sobre-o-metodo.html' title='COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE O MÉTODO CLÍNICO'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/Sjozc92KXtI/AAAAAAAAAGw/oTeNHu--pWc/s72-c/Psicopatologia+fundamental.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-5325961417498357896</id><published>2009-06-11T21:47:00.002-03:00</published><updated>2009-06-11T21:54:21.256-03:00</updated><title type='text'>CONGRESO SALUD MENTAL Y SORDERA</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjGnHuBAfgI/AAAAAAAAAGg/mGDcKUbayJY/s1600-h/Congresso+surdez.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346237983718669826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 178px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjGnHuBAfgI/AAAAAAAAAGg/mGDcKUbayJY/s320/Congresso+surdez.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 2 da COMUNICACIÓN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimados colegas y amigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por la presente queremos hacerle llegar la información de los títulos de las conferencias ya confirmadas pare el próximo Congreso de Salud Mental y Sordera .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impulsividad . Sufrimientos psíquicos en niños y adolescente sordos .&lt;br /&gt;Mgter. Marta Schorn&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversaciones psicoterapéutica con personas sordas . El uso de la Lengua de Seña para el diseño de entrevistas eficaces&lt;br /&gt;Lic. Gustavo Rubinowicz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autismo y sordera . Un desafío para los docentes&lt;br /&gt;Lic. Elisa Nudman&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificultades cognitivas y conductuales frecuentes en el niño y el adolescente sordo. Abordaje dese los aportes del psicoanálisis y la neuropsicología&lt;br /&gt;Lic. Estela Díaz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas allá de la comunicación y la sordera. Abordajes posibles en el ámbito psicoterapéuticos&lt;br /&gt;Lic. Alejandra Jodar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como ser y no morir en el intento”&lt;br /&gt;Lic. Susana Lopatín&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados y análisis de la escala verbal del Wics III en niños implantados&lt;br /&gt;Psicop. Isabel Gismondi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Implantes cocleares . Mitos y realidades&lt;br /&gt;Fga. Marcela Garrido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Les recuerdo que la Fecha de entrega de los trabajos es del&lt;br /&gt;1 de MAYO DEL 2009 al 31 DE AGOSTO DEL 2009 Para todo lo referente a la forma de presentación leer la 1eracomunicación&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-5325961417498357896?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/5325961417498357896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=5325961417498357896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5325961417498357896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5325961417498357896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/06/congreso-salud-mental-y-sordera.html' title='CONGRESO SALUD MENTAL Y SORDERA'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjGnHuBAfgI/AAAAAAAAAGg/mGDcKUbayJY/s72-c/Congresso+surdez.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-5384846834588588825</id><published>2009-06-11T21:28:00.001-03:00</published><updated>2010-07-05T17:58:48.929-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identificação'/><title type='text'>PROFESSOR OU MERCADORIA?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjGje_9wvaI/AAAAAAAAAGY/jvI88lIyfbE/s1600-h/entrevistas120307b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346233985627372962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjGje_9wvaI/AAAAAAAAAGY/jvI88lIyfbE/s320/entrevistas120307b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Clique na imagem para ter acesso à excelente entrevista dada pela Profa. Dra. "Regina Zilberman: Professora universitária, graduada em Letras pela UFRGS, Doutora pela Universitat Heidelberg, na Alemanha, e Pós-Doutorada pela Brown University, nos Estados Unidos. É autora de mais de vinte livros, entre os quais destacam-se A formação da leitura no Brasil, O preço da leitura e A leitura rarefeita - todos em co-autoria com Marisa Lajolo. É responsável por uma das produções mais significativas na área da leitura e da literatura brasileira. Lecionando na PUC-RS desde 1977, foi surpreendentemente demitida em janeiro deste ano. Sua demissão, como também de outros colegas, provocou manifestações e protestos de diferentes partes do país.&lt;br /&gt;Entrevista concedida a Thais Fernandes para o fazendomedia.com".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma boa entrevista para compreendermos os efeitos danosos de transformar a educação em consumo. Assim, ao invés de se pensar na formação dos alunos, é pensado no cliente consumidor. É por isso que as "universidades" privadas usam e sugam os professores, querem seus currículos, mas nada contribuem e esquecem de sua função social.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-5384846834588588825?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.fazendomedia.com/novas/entrevista120307.htm' title='PROFESSOR OU MERCADORIA?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/5384846834588588825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=5384846834588588825' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5384846834588588825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5384846834588588825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/06/professor-ou-mercadoria-thais.html' title='PROFESSOR OU MERCADORIA?'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SjGje_9wvaI/AAAAAAAAAGY/jvI88lIyfbE/s72-c/entrevistas120307b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-4375359488207099678</id><published>2009-06-11T21:25:00.002-03:00</published><updated>2010-07-05T15:32:36.103-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicose'/><title type='text'>"Psicose: o Nome-do-pai foracluído" 2ª parte Slavoj Zizek</title><content type='html'>Os não-tolos erram: digressão&lt;br /&gt;Tradução: Rodrigo Nunes Lopes Pereira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-4375359488207099678?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://naturezaemclose.blogspot.com/2009/06/psicose-o-nome-do-pai-foracluido-2.html' title='&quot;Psicose: o Nome-do-pai foracluído&quot; 2ª parte Slavoj Zizek'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/4375359488207099678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=4375359488207099678' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/4375359488207099678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/4375359488207099678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/06/psicose-o-nome-do-pai-foracluido-2.html' title='&quot;Psicose: o Nome-do-pai foracluído&quot; 2ª parte Slavoj Zizek'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-7085088458550180801</id><published>2009-06-06T16:25:00.002-03:00</published><updated>2010-07-05T15:32:36.103-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicose'/><title type='text'>Psicose: o Nome-do-pai foracluído</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SirEeIcUEAI/AAAAAAAAAGQ/SXGdMlehJDw/s1600-h/zizek.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5344299929769873410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 113px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SirEeIcUEAI/AAAAAAAAAGQ/SXGdMlehJDw/s320/zizek.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Artigo de Slavoj Žižek&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Traduzido por Rodrigo Nunes Lopes Pereira&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-7085088458550180801?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://naturezaemclose.blogspot.com/2009/06/psicose-o-nome-do-pai-foracluido-1.html' title='Psicose: o Nome-do-pai foracluído'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/7085088458550180801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=7085088458550180801' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7085088458550180801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7085088458550180801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/06/psicose-o-nome-do-pai-foracluido.html' title='Psicose: o Nome-do-pai foracluído'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SirEeIcUEAI/AAAAAAAAAGQ/SXGdMlehJDw/s72-c/zizek.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-276565774281314793</id><published>2009-03-22T11:40:00.003-03:00</published><updated>2009-03-22T12:53:02.766-03:00</updated><title type='text'>CICLO DE DEBATES: FOTOGRAFIA E MEMÓRIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/ScZewZ_kWSI/AAAAAAAAAFo/pb9vJVFBDto/s1600-h/Cartaz1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 220px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316040595861690658" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/ScZewZ_kWSI/AAAAAAAAAFo/pb9vJVFBDto/s320/Cartaz1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#000099;"&gt;FOTOGRAFIA E MEMÓRIA: HISTÓRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS NO MARANHÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DATA: de 24 a 26 DE MARÇO/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOCAL: AUDITÓRIO DA FACULDADE DE ARQUITETURA DA UEMA - São Luís/MA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALESTRA DE ABERTURA: A FOTOGRAFIA NA CONSTRUÇÃO DA MEMÓRIA E DA IDENTIDADE CULTURAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALESTRANTE CONVIDADO: Prof. Dr. Alexandre Fernandes Corrêa-UFMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HORÁRIO: 19hs&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-276565774281314793?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/276565774281314793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=276565774281314793' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/276565774281314793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/276565774281314793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/03/ciclo-de-debates-fotografia-e-memoria.html' title='CICLO DE DEBATES: FOTOGRAFIA E MEMÓRIA'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/ScZewZ_kWSI/AAAAAAAAAFo/pb9vJVFBDto/s72-c/Cartaz1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-7468640643006168768</id><published>2009-03-14T21:06:00.009-03:00</published><updated>2010-07-05T15:35:14.214-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicanálise e Antropologia'/><title type='text'>INAUGURAÇÃO DA SALA SÃO LUÍS 400 ANOS</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SbxKgojgd7I/AAAAAAAAAFA/9ssg-hL6hRE/s1600-h/Banner_SLZ400.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 212px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313203584892958642" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SbxKgojgd7I/AAAAAAAAAFA/9ssg-hL6hRE/s320/Banner_SLZ400.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; A Universidade federal do Maranhão inaugura sexta-feira (27 de março), às 17h, as instalações do Grupo de Trabalho UFMA/São Luis-400 anos, localizada no prédio do Antigo Ceb-Velho, no Campus do Bacanga (São Luís - MA). O Professor do Departamento de Sociologia e Antropologia da Universidade federal do Maranhão, Dr. Alexandre Fernandes Corrêa apresentará a proposta que vêm desenvolvendo sobre as comemorações sócio-históricas de 350 anos de fundação da cidade de São Luis, ocorridas em 1962. A primeira parte do projeto, segundo ele, consiste numa campanha de recuperação de fotografias e outras imagens relacionadas às comemorações da época. O Grupo de Trabalho pretende contribuir também com os eventos e promoções culturais para as comemorações dos 400 anos de fundação da cidade e dos 46 anos da Universidade Federal do Maranhão, ambos a serem completados em 2012. Ao final da apresentação, serão lançadas publicações inéditas:&lt;br /&gt;-  “O Museu Mefistofélico e a distabuzação da magia: uma análise do tombamento do primeiro patrimônio etnográfico do Brasil”, de Alexandre Corrêa. Resumo: é fruto de sua pesquisa de pós-doutorado, realizada na Universidade Federal do Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- “Festim Barroco: um estudo do significado cultural da Festa dos Prazeres em Pernambuco”, de Alexandre Corrêa. Resumo:  adaptação de dissertação de mestrado defendida na Universidade Federal de Pernambuco.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- “Psicanálise e saúde mental: a análise do sujeito psicótico na instituição psiquiátrica”, de Adriana Cajado Costa, vice-líder do Grupo de Pesquisa. Resumo: dissertação de mestrado defendida em 2002 pelo Núcleo de Psicanálise da PUC/SP.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;                Re-lançamento do Livro “Patrimônio Bioculturais: ensaios de antropologia do patrimônio e das memórias sociais”. São Luís: EDUFMA/Núcleo de Humanidades, 2008.               As três publicações saem pela EDUFMA, com apoio do Programa de Pós-Graduação Cultura e Sociedade – Mestrado Multidisciplinar (PGCult) e do projeto e-ufma (&lt;a href="http://www.eufma.ufma.br/"&gt;www.eufma.ufma.br&lt;/a&gt; ).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Texto do jornalista José Reinaldo Martins &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais Informações:&lt;/div&gt;&lt;div&gt; Visite Blog:&lt;a href="http://gpeculturais.blogspot.com/"&gt;http://gpeculturais.blogspot.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-7468640643006168768?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://gpeculturais.blogspot.com' title='INAUGURAÇÃO DA SALA SÃO LUÍS 400 ANOS'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/7468640643006168768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=7468640643006168768' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7468640643006168768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7468640643006168768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/03/inauguracao-da-sala-sao-luis-400-anos.html' title='INAUGURAÇÃO DA SALA SÃO LUÍS 400 ANOS'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SbxKgojgd7I/AAAAAAAAAFA/9ssg-hL6hRE/s72-c/Banner_SLZ400.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-3640516907349675973</id><published>2009-03-08T15:33:00.001-03:00</published><updated>2009-03-08T15:42:13.507-03:00</updated><title type='text'>O QUE PODE QUERER SER UMA MULHER?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SbQRW-GwKlI/AAAAAAAAAEQ/LtBaT3O4T6s/s1600-h/feminino.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 245px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310888946902772306" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SbQRW-GwKlI/AAAAAAAAAEQ/LtBaT3O4T6s/s320/feminino.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt;Ser uma mulher&lt;br /&gt;Poder ser uma mulher&lt;br /&gt;Constituir-se mulher&lt;br /&gt;Um dia para a mulher&lt;br /&gt;Um dia da mulher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reverberam alguns não-ditos nessas frases que precisam de atenção.&lt;br /&gt;Centralizado no campo conflituoso, o dia da mulher representa um momento de conciliação com a demanda pelo reconhecimento de direitos negados. O que causa espanto, a mim em particular, é o fato de, nesta data, o realce sobre o tema não se inscrever nas produções do ser humano marcado pela construção do feminino em mulher, mas em relembrar as violências e negações. Olha-se desmesuradamente para o passado, um fantasma em sombra, que escurece o presente e impede de vermos que existem violências deslocadas na cena atual.&lt;br /&gt;Concordo que determinadas violências não devem ser silenciadas, mas uma elaboração deveria marcar um avanço. Uma afirmação pela potencialidade do feminino e suas implicações na sociedade atual. A abertura para a construção de um lugar para o feminino nas esferas do prazer, do poder, do trabalho e do lazer que autorizem uma singularidade e freie a objetalização. O corpo feminino é habitado por uma singularidade que merece uma experiência de reconhecimento de suas demandas para além do uso perverso do capitalismo atual.&lt;br /&gt;Estamos, hoje, numa posição subjetiva na qual reconhecemos em nós mesmas um poder ser mulher? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-3640516907349675973?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/3640516907349675973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=3640516907349675973' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3640516907349675973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3640516907349675973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/03/o-que-pode-querer-ser-uma-mulher.html' title='O QUE PODE QUERER SER UMA MULHER?'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SbQRW-GwKlI/AAAAAAAAAEQ/LtBaT3O4T6s/s72-c/feminino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-1537924956053026304</id><published>2009-02-21T16:20:00.005-03:00</published><updated>2010-07-05T18:01:15.894-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jacques Lacan'/><title type='text'>Entrevista de Jacques Lacan (1969)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SaBVTKxyxuI/AAAAAAAAADQ/Cf0l2eO3WSo/s1600-h/Lacan.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5305334148841522914" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 271px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SaBVTKxyxuI/AAAAAAAAADQ/Cf0l2eO3WSo/s320/Lacan.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Cette interview en espagnol par Paolo Caruso est parue sous le titre Conversaciones con Lévi-Strauss, Foucault y Lacan, à Milano, U. Murcia &amp;amp; C, 1969 et à Barcelona, Ed. Anagrana, 1969 (?). Nous vous en proposerons une traduction en français à la suite du texte espagnol, pp. 95-124. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Antes que nada, quisiera que me precisara el sentido de este «retorno a Freud», sobre el que usted tanto insiste. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Mi «retorno a Freud» significa simplemente que los lectores se preocupen por saber qué es lo que Freud quiere decir, y la primera condición para ello es que lo lean con seriedad. Y no basta, porque como una buena parte de la educación secundaria y superior consiste en impedir que la gente sepa leer, es necesario todo un proceso educativo que permita aprender a leer de nuevo un texto. Hay que reconocerlo, antes no se sabía hacer otra cosa, pero al menos se hacía bien; en cambio, actualmente tampoco podemos decir que sabemos hacer otras cosas, aunque estamos convencidos de ello; no basta con hablar de método experimental para saberlo practicar. Sentado esto, saber leer un texto y comprender lo que quiere decir, darse cuenta de qué «modo» está escrito (en sentido musical), en qué registro, implica muchas otras cosas, y sobre todo, penetrar en la lógica interna del texto en cuestión. Se trata de un género de crítica que no soy el único que la practica de una manera específica; basta abrir un libro de Lévi-Strauss para darse cuenta de ello. La mejor manera de practicar la crítica sobre textos metodológicos o sistemáticos es la de aplicar al texto en cuestión el método crítico que él mismo preconiza. Así, al aplicar la crítica freudiana a los textos de Freud, se llegan a descubrir muchas cosas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿Existe algún punto en el que se sienta usted alejado de Freud? Por ejemplo, al hojear su libro «Écrits», que acaba de aparecer, he visto un ensayo que se titula Más allá del principio de realidad, que es una paráfrasis del Más allá del principio del placer freudiano; esta paráfrasis, ¿tiene un matiz polémico o es solamente una declaración de fidelidad ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No. No tiene ningún matiz polémico; ¡cuando lea el artículo podrá ver! que en él no hay nada de extra-freudiano y la paráfrasis precisamente quiere poner esto de relieve. Más allá del principio de realidad quiere decir que lo que Freud llama «principio de realidad» se ha entendido simplemente como «realidad»: todo el mundo sabe lo qué es la realidad, la realidad es la realidad… Pues bien, no es así. Fijándose mejor, cuando se lee a Freud se descubre que el «principio de realidad», formando pareja con el «principio del placer», no significa de una manera simple el principio que aconseja adaptarse, por ejemplo. En todo caso, usted no quiere ser sólo un intérprete, un exégeta de Freud. Si sólo lo soy o no, son los demás los que deben juzgarlo. A mí, esto me basta. Leer su libro es una empresa muy ardua. Incluso los lectores muy preparados reconocen que algunas partes son indescifrables.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿Cómo explica usted que su estilo resulte tan elíptico?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Es indispensable destacar que en las líneas que abren mi colección de escritos, empiezo por hablar de estilo, utilizando el slogan de «el estilo es el hombre». Es evidente que no puedo contentarme con esta fórmula, que se ha convertido en un lugar común apenas ha sido inventada. Referida a un determinado contexto de Buffon adquiere un sentido distinto. En aquel breve texto preliminar ya doy una indicación elíptica de lo que quiere decir «función del estilo jádico», estilo que precisa de la relación de toda estructuración del sujeto en torno a determinado objeto, que después es lo que se pierde subjetivamente en la operación, por el hecho mismo de la aparición del significante. A este objeto que se pierde lo llamo objeto en minúscula y en la praxis analítica interviene estructuralmente de una manera avasallante, porque un analista no puede dejar de dar una importancia «primaria» a lo que se llama la relación de objeto. Para dar una ilustración a quienes no hubieren oído hablar nunca de esto, podemos referirnos a un «objeto», el seno materno, que todo el mundo conoce, al menos vagamente, por su sentido, por lo que tiene de mórbido la misma utilización de la palabra «seno»; el seno hinchado, turgente, lleno de leche, al constituir un signo fantasmático, se valoriza más o menos eróticamente; y en cambio, por otra parte, esta valorización erótica del seno resulta bastante misteriosa, puesto que no se trata del seno materno sino del seno en sí mismo; y digo que es «misteriosa» porque es un órgano que, después de todo, en su estética es poco aferrable para asumir un valor erótico particular. El análisis ha aclarado todo esto, al referirlo a algunas fases del desarrollo, al valor privilegiado que aquel objeto pudo adquirir para el sujeto en su fase infantil. Pero si nos referimos a otros objetos igualmente conocidos aunque menos agradables, todo el análisis de la estructura, es decir, de las constantes significantes en cuya base se encuentra la función (que es secundaria respecto a la estructura), todas las incidencias múltiples, repetitivas, que determinan que se recurra continuamente a este objeto, demuestran claramente que no se puede explicar en modo alguno su presencia verdaderamente dominante en la estructura subjetiva, atribuyéndole solamente un valor vinculado a la génesis. Hablar de fijación, como se hace en algunos sectores particularmente retrógrados del psicoanálisis, ya no es satisfactorio, porque se ha llegado a constatar que, sea cual fuere la importancia teórica que se atribuye a este concepto, según interesen más o menos las formulaciones teóricas (incluso en el caso de estar muy alejado de mi formulación teórica particular, que es calificada de estructuralista), la relación del objeto revela un valor tan prevalente, en forma consciente o inconsciente, que llega a demostrar la necesidad de este objeto. El cual, sin duda no es un objeto como los otros y la dialéctica de la objetivación y de la objetividad, aunque siempre ha estado vinculada a la evolución del pensamiento filosófico, por sí sola no basta para explicarlo. En cierto modo, este objeto esencialmente es un objeto perdido. Y no sólo mi estilo en particular, sino todos los estilos que se lean manifestado en el curso de la historia con la etiqueta de un determinado manierismo – como lo ha teorizado de una manera eminente Góngora, por ejemplo –son una manera de recoger este objeto, en cuanto estructura al sujeto que lo motiva y lo justifica. Naturalmente, en el plano literario, esto exigiría unos desarrollos enormes que nadie ha intentado todavía; pero en el momento en que suministro la fórmula más avanzada de lo que justifica determinado estilo, a la vez declaro su necesidad ante un auditorio particular, el auditorio de los analistas. Yo he promovido sistemáticamente algunas fórmulas de estilo propio, para no eludir al objeto; o, más exactamente, me siento más a gusto en ellas, para dirigirme, a nivel de la comunicación escrita, al público que me interesa, el de los analistas. Esta simple nota basta para destacar que no se trata de eludir una cosa, que en nuestro caso específico es el complejo o sea, en último análisis, una carencia; en todo caso, la elipsis no es el meollo de este estilo sino otra cosa a la que nos introduce el término «manierismo» que he usado antes; en este estilo hay otras cosas –otros modos independientes de la elipsis – y por otra parte, yo no tengo nada de elíptico, aunque no hay estilo que no imponga la elipsis, ya que verdaderamente es imposible describir nada sin elipsis. La pretensión de que «todo quede escrito», si fuera realizable daría lugar a una ininteligibilidad absoluta. Por ello, esta especie de reconocimiento que hago de la relativa díficultad de mi estilo, no la subrayo demasiado, ya que la experiencia me demuestra que, dado que no he conseguido formar (y el término es exacto) a un auditorio, que en cualquier caso será un auditorio de practicantes, en la medida en que no los he formado aún para la comprensión de unas categorías que no son usuales, mis artículos pueden parecer oscuros a primera vista. Además, los primeros artículos que figuran en este libro, aun cuando en el momento de su primera publicación en revistas podían parecer oscuros, en general, unos años más tarde no sólo resultaban comprensibles para todo el mundo, sino incluso de fácil comprensión; y se puede observar que en el fondo, contienen alguna cosa que se transmite a nivel del estilo. Para mí esto es una confirmación. Le he dado una respuesta difícil, pero no veo el motivo para darle otra, ya que ésta es exacta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Según usted, ¿qué relación hay entre la relación de objeto y las relaciones entre sujetos (o intersubjetivas)? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, aquel objeto particular que llamo objeto a minúscula no adquiere su incidencia en la intersubjetividad sino a nivel de lo que se puede llamar la «estructura del sujeto», teniendo presente que el término sujeto se articula y precisa por medio de determinados nexos formalizables según los cuales, en su origen el sujeto es efecto del significante. Es la incidencia del significante la que constituye el sujeto, al menos el sujeto definido, articulado en la incidencia en la que se interesa, es decir, el sujeto que nos es necesario para dar lugar a la realidad. Porque es el orden el que determina el inconsciente. En la medida en que precisamos de un sujeto que no nos lleve a metáforas banales ni a franjas de error para definir al inconsciente, esta estructuración del sujeto nos obliga, por así decirlo, a no considerarlo cortado de la misma «tela» que el objeto a minúscula. «Tela» es un término que hay que entender literalmente. Por principio nos referimos aquí a algo que nos ha inducido a construir en estos últimos años una topología. Por lo tanto, la relación del objeto no se coloca a nivel de la intersubjetividad en cuanto ésta, por ejemplo, queda implicada en la dimensión de la «reciprocidad» (en la psicología de Piaget la intersubjetividad es absolutamente fundamental y trascendental). Ha sido preciso comenzar por determinar la clase de forma, de modelo burdo, en que se articulaba el pensamiento de «los analistas médicos» (que son gente, puedo afirmarlo, «a quienes faltan muchas dimensiones de cultura»). En el período de entreguerra se introdujo la noción de intersubjetividad, como una especie de barrera de humo, o como un puente hacia lo que es un problema de otra especie, para quienes se hayan tomado la molestia de leer a Freud: el de la estructura intrasubjetiva. Pero precisamente el término, en cuanto contrapone inter e intra, nos puede conducir a un camino sin salida, a identificaciones aproximativas; por ejemplo, a considerar estructuras como las que introdujo Freud con tanta precisión de matices y con tanta finura, que son las que nos proponemos elaborar, considerar como el ego, el ideal del ego, el super-ego, como unidades autónomas funcionando dentro de quién sabe qué sistema, quizás de un «ámbito común» no mejor identificado (y que convendría llamar «sujeto»). Y hoy vemos quienes, con este motivo, creen que hacen progresar el psicoanálisis, llamándolas, según el contexto anglosajón, self. Es preciso promover estructuras infinitamente más complejas, que permitan dar cuenta del resultado del análisis. Como fuere, no podrían en modo alguno fundamentarse en el concepto de «totalidad» que algunos autores, y autores célebres y aun ingeniosos en el campo analítico, han promovido para dar pruebas de no sé qué clase de apertura mental, o para poner à la page, a la moda, unas ideas que en campo fenomenológico están más o menos en el aire. En realidad, (no hay nada tan contrario a la experiencia específicamente analítica), y a la vez tan apto para ocultar su verdadera originalidad. En una palabra, la relación de objeto se sitúa, no en el plano intersubjetivo, sino en el de las estructuras subjetivas, que en todo caso serían las que nos conducirían a las cuestiones de la intersubjetividad. Al hablar de relaciones intersubjetivas me refería, más que a Piaget, a la tercera parte de L’Être et le Néant de Sartre (que usted cita en un ensayo de su libro). Es decir, que me refería sobre todo al sentido de «dialéctica existencial» y de «mirada objetivante». Como ya he podido señalar al tratar del término intersubjetividad, en lo que se refiere a la estructuración subjetiva se podría articular en forma bastante precisa lo que separa mi «formalización» de la «formalización» del juego de las conciencias de Sartre (aunque él probablemente no aceptaría el termino «formalización»). He indicado que aquel texto sartriano es extraordinariamente rico de síntesis muy brillantes y sugestivas, por ejemplo, de lo «vivido» en la relación sádica, y en general, de determinado tipo de relaciones calificadas de «perversas». Desde el punto de vista clínico, sería muy fácil demostrar que todo esto es sencillamente falso, porque no basta con hacer una especie de producto sintético, una síntesis artificial de algo sobre lo que se tienen datos de comprensión recogidos no se sabe dónde, sin duda de una introspección propia; no basta, decía, con reconstruir correctamente la estructura. Por ejemplo, aquella forma de viscosidad, a nivel de algunas intencionalidades corruptas de que habla Sartre, no forma parte, en modo alguno, de lo que se puede observar en los auténticos sádicos. En una palabra, es literatura. Una literatura muy seductiva, estimulante, extraordinaria y que en verdad sirve para sugerir la exigencia de su control; es decir, es una especie de iniciación, una experiencia ejemplar. Pero cuando se controla se descubre que es falsa. Sí, y para que se pueda explicar precisa una estructuración muy distinta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿Su reproche se limita a L’Être et le Néant, o cree usted que se puede extender de una manera general a la impostación fenomenológica del problema? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vea usted, yo no debo hacer ningún reproche global a la fenomenología; la fenomenología puede ser muy útil según a lo que se aplique. Por otra parte, se puede decir que hay tantas fenomenologías como fenemenólogos. Pero ahora me refería a la fenomenología que se perfila en algunos capítulos de L’Être et le Néant, y en los que Sartre pretende captar una experiencia vivida, como ejemplo de erotismo perverso. El resultado tiene una gran calidad y por sí solo ya justifica el que se deba recurrir a una formalización que no se limite al registro de la intersubjetividad de L’Être et le Néant.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Usted se ha referido a la relación que nos liga al seno materno, relación que ha sido analizada por Melanie Klein y sus discípulos. ¿Qué juicio le merece esta escuela post-freudiana? ¿Qué sentido tiene su «retorno a Freud», teniendo en cuenta que usted no rechaza en bloque las sucesivas aportaciones a las formulaciones freudianas? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Refiriéndonos a Melanie Klein no podemos hablar de ningún modo de psicoanálisis post-freudiano, a no ser que demos al prefijo «post» un sentido meramente cronológico. «Post-freudiano» quiere decir que se ha llegado a una etapa ulterior, de la misma manera que se habla de una época post-revolucionaria (que nadie ha visto aún). Se puede decir: la revolución ha terminado y los problemas que se plantean son de otra índole; pero estamos muy lejos de esta situación. Melanie Klein se mantiene en el surco de la experiencia freudiana y el hecho de que sostuviera polémicas con Anna Freud no quiere decir que no fuera freudiana, y casi más freudiana que la otra. En sí, el psicoanálisis del niño es un campo que presenta dificultades de relación muy especiales respecto al psicoanálisis freudiano. Podríamos decir que el anna-freudismo viene a ser la introducción masiva de una estructura pedagógica dentro de la experiencia específicamente analítica, en cambio Melanie Klein conserva la pureza de tal experiencia, en el mismo nivel del psicoanálisis infantil.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿Utiliza usted e1 término «pedagógico» en sentido ético-formativo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Propiamente no, sino más bien en el sentido de una investigación que tienda a fundamentos, a técnicas, a procedimientos que tengan una finalidad normativa, que hagan pasar la experiencia vivida del niño por una serie de fases típicamente educativas. Estas finalidades estructuran la experiencia directa de Anna Freud. Melanie Klein mantiene en el niño la pureza de la experiencia y centra su investigación en el descubrimiento, en el sondeo y en la manipulación del fantasma. Es indudable que ha hecho verdaderos descubrimientos, que pueden llamarse post-freudianos en el sentido de que se han añadido a las experiencias de Freud. Pero, por otra parte, también es indudable que los ha expresado en términos que teóricamente son atacables, porque en cierto sentido resultan demasiado adheridos a su empirismo y no pueden asumir toda su situación exacta. Así, por la manera en que Melanie Klein teoriza la función del fantasma en sus etapas primitivas, por todo lo que se refiere al cuerpo de la madre y a la inclusión precoz del Edipo como tal entre los fantasmas del recién nacido, lo único que se puede decir es que se trata de teorías tan insostenibles que llegan a inspirar respeto. Quiero decir que resulta admirable que estos fenómenos la obliguen a forjar teorías impensables y que ella acepte forjarlas, ya que en definitiva, las teorías se han de someter a los hechos. Desde luego, más adelante las teorías se hacen más inteligibles y convincentes, por la intervención del que teoriza. Pero ante todo es preciso registrar, como lo hace Melanie Klein, el dato observado, aunque a nivel del empirismo «un dato no se define por sí mismo» (esto nos llevaría lelos). En otros términos, los frutos de la experiencia de Melanie Klein y de su escuela se quedan en resultado alcanzado. En todo caso, un resultado freudiano. Ciertamente. Y perfectamente integrable en términos freudianos. Aunque yo no me he dedicado a él de una manera especial. Y en el psicoanálisis post-freudiano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿ve usted aportaciones sin ser de Freud?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muchas. Por ejemplo, el psicoanálisis aplicado a las perversiones. Quiero decir que la verdadera estructura de las perversiones como a tales se ha de considerar post-freudiana. Algunos fenómenos muy elaborados, como la función del objeto transicional descubierta por Winnicott, son elementos absolutamente positivos que han sido introducidos en la experiencia y que tienen una función muy precisa en la teoría. Además, hay una gran afición a investigar el psicoanálisis de la psicosis, que sin duda es post-freudiana. Pero vamos comprobando que estas investigaciones resultan más eficaces cuando se les aplican instrumentos propiamente freudianos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por otra parte, con su «retorno a Freud», usted pone en guardia implícitamente contra autores, libros, teorías que, según usted, corrompen el sentido originario del freudismo. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Podría poner muchos ejemplos. Cíteme algunos. Como se sabe, la mayor parte de lanzas las he roto contra los círculos dirigentes de la Sociedad Psicoanalítica Internacional, que después de la guerra me han colocado en una situación muy especial. Mi oposición es categórica, agresiva, y se acentúa ante una teoría y una práctica totalmente centradas en las doctrinas llamadas «del Ego autónomo», que dan a la función del Ego el carácter de una «esfera sin conflictos», como se le llama. Este Ego, en substancia viene a ser el Ego de siempre, el Ego de la psicología general, y en consecuencia, nada de lo que pueda discutirse o resolverse sobre él es freudiano. Simplemente, es una manera subrepticia y autoritaria, no de incluir el psicoanálisis en la psicología general como pretenden, sino de llevar la psicología general al terreno del psicoanálisis, y en definitiva de hacer perder a éste toda su especifidad. Aquí me veo obligado a hacer un resumen poco preciso. No puedo insistir sobre lo que representa el grupo de Nueva York, constituido por personajes que provienen directamente del ambiente alemán –Heinz Hartmann, Loewenstein, Ernest Kris (que ha muerto)– los cuales, por así decirlo, se han aprovechado de la gran diáspora nazi para imponer en América, con toda la autoridad que derivaba del hecho de proceder de aquel lugar benemérito, una cosa absolutamente adecuada a una sociedad que, en este aspecto, estaba esperando que los Magos la intimidaran. Para sus teorizaciones encontraron incluso excesivas facilidades, surcos demasiado trazados por una tradición, para no extraer beneficios extraordinarios de carácter personal. En una palabra, se trata de una traición muy clara a lo que continúan siendo los descubrimientos peculiares de Freud. Pero cuando se habla de psicoanálisis en América, los no especialistas piensan sobre todo en otros exponentes. Por ejemplo, en Marcuse y en Norman Brown. Marcuse es una personalidad cultural muy simpática e ingeniosa. Sin tener una auténtica autoridad científica, basada en una experiencia psicoanalítica personal, ha tenido la audacia de imaginar y de someter a juicio las prácticas e incluso los principios de nuestra sociedad a nivel, por así decirlo, de un oros más sano. Es preciso reconocer que sus doctrinas no tienen una gran importancia desde el punto de vista especulativo. Es cierto que siguiendo esta dirección ha podido desarrollar análisis particulares y proponer perspectivas iluminadoras, para explicar algunos aspectos de nuestra práctica social, en especial en el campo de las costumbres, y con cierta dosificación cuando aborda el problema del erotismo. Son teorías muy interesantes en el aspecto descriptivo, pero que no conducen ni a un análisis estructural auténtico ni a ningún resultado utilizable en la transformación de algunos aspectos de nuestra civilización. Nuestra civilización parece cada vez más condicionada por una serie de procesos inertes, y además por cierto tono difundido, por así decirlo, gracias a una especie de economía del erotismo; elementos regidos por leyes que están muy lejos de poder ser individualizadas por medio de simples especulaciones teóricas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿Cree usted entonces que el intento de aplicar el psicoanálisis a la civilización y a la historia (y a la antropología, siguiendo las huellas de Géza Roheim) está destinado al fracaso? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No, pero sería conveniente examinar las cosas a nivel más radical, aunque sólo fuera para entender el sentido en que se puede ejercer un control de cualquier especie de los fenómenos, en el plano de la colectividad.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿Y basándose en Totem y tabú y en Moisés y la religión monoteísta, usted ve la posibilidad de aplicar el freudismo sin que sea una pura elucubración teórica?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Es muy posible, pero no de una manera inmediata.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Y, ¿qué piensa de Norman Brown?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brown es un buen ejemplo de cómo puede hacerse una obra perfectamente aireada, sana, eficaz, inteligente, reveladora, con la sola condición de que un ingenio no prevenido (en efecto, Brown no se había ocupado nunca de estos temas) se tome la molestia de leer a Freud, de la misma manera que se leen otras cosas cuando no se está cretinizado previamente por mixtificaciones de baja vulgarizacion. Por ejemplo, hay gente que habla de Darwin sin haberlo leído nunca: lo que comúnmente se llama «darwinismo» es un tejido de imbecilidades, en el que no se puede decir que las frases que se citan no hayan sido extraídas de Darwin, pero que no son más que unas cuantas frases cosidas, con las que se pretende resolver todo, y en las que se describe la vida como una gran lucha y en la que todo funciona con el predominio del más fuerte. Basta abrir a Darwin para darse cuenta de que las cosas son algo más complicadas. De la misma manera que hay una lectura de Freud, la que se enseña en los institutos de psicoanálisis, que impide leer a Freud con cierta garantía de autenticidad. Y entretanto, un recién llegado, que obtiene una beca de estudios de la W.W.L. para que escriba algo sobre Freud –desde luego, alguien que no sea un estúpido – de repente escribe un libro revelador. «Esto es lo que significa Brown. Esto y nada más».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En sus Écrits figura un importante ensayo dedicado al «tiempo lógico»; y en general, el problema del tiempo es un tema clave de sus investigaciones. ¿Podría usted resumir los términos del planteamiento? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Todavía estoy muy lejos de poder abordarlo con toda la amplitud de implicationes con que podré hacerlo en el futuro. El tema del tiempo me toca muy de cerca, en primer lugar, porque como todo el mundo sabe, yo hago un uso muy variable de la referencia temporal. Por ejemplo, yo no me someto al standard temporal que suele utilizarse de una manera estereotipada en la práctica psicoanalítica.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿En qué sentido?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;En el sentido cronológico y terapéutico. Quiero decir que los psicoanalistas suelen hacer durar las sesiones unos 45 minutos, y después se paran. El hecho de que la mayor parte de los analistas sigan este criterio, como una referencia básica sobre la que se debe trabajar, sin que exista posibilidad alguna de discutirla, es un fenómeno muy curioso. Yo creo que el analista, por el contrario, ha de conservar su libertad, entre otras cosas, para utilizar una sesión breve o prolongada según le convenga. Es decir, de cinco minutos a tres horas. Sí. Es él quien debe decidir el por qué. Aun cuando se han aducido muchos argumentos sobre esta cuestión, resulta increíble, exorbitante, que sea preciso ofrecer pruebas concluyentes. En todo caso, deberían ser los que creen, Dios sabe por qué, que el standard ha de ser de 45 minutos, invariable y obligatorio, los que deberían justificar esta invariabilidad. Y en cambio, no se han podido dar explicaciones distintas del «todos lo hacen así». Esta costumbre fue copiada, transcrita de Freud quien, no obstante, cuando la transmitió tuvo mucho cuidado en señalar sus reservas diciendo, poco más o menos: «yo lo hago así porque me resulta cómodo y si otro quiere seguir un criterio más cómodo para él, puede hacerlo tranquilamente». Desde luego, ésta no es la manera de debatir la cuestión, porque decir «lo hago así porque me resulta cómodo» no es ningún argumento. Freud dejó el problema sin solución. Sobre la «dosificación» del tiempo está todo por decir. Pero evidentemente, cuando usted me formulaba su pregunta no pensaba en este «tiempo». Sólo he querido referirme a este punto porque para mí es muy grave y no veo la razón de evitarlo. Y con mayor razón porque nadie lo afronta, como si tuvieran miedo de quedarse sin un terreno sólido en el que apoyarse en la práctica. Me sabe mal dejarlo porque podría explicar muchas cosas. Pero tampoco puedo evitar de insistir sobre ello porque en muchas ocasiones, cuando no se me ha podido atacar respecto a la doctrina, me han atacado en este terreno. En realidad, da lo mismo que lo haga así o de otra manera; como en cualquier caso los demás también lo harán a su manera, ¿qué puede importarles que yo utilice esta práctica? Es tan cierto esto que algunas personas que yo he formado según este criterio han sido recibidas con los brazos abiertos en la Sociedad Psicoanalítica Internacional, con la única condición de que votaran contra mí en determinada circunstancia. Esto ha bastado como autorización total. Volviendo a la pregunta de antes… Es cierto que existe un tiempo que no es el de la inercia psicológica, o de la transmisión nerviosa, sino el tiempo de la transmisión intelectual; ahora, mientras hablo, usted emplea cierto tiempo para darse cuenta de lo que le digo, aunque es difícil medirlo. Pero no es éste tampoco el tiempo que le interesa… Al contrario, me interesa muchísimo. Sí, es muy interesante, pero tampoco es el tiempo «analítico». Mejor dicho, es analítico en el sentido de que, cuando levanto un vaso, por ejemplo, noto su peso: en este sentido todo lo es. En cambio, basándose en las funciones del inconsciente el tiempo específicamente estructural está constituido por el elemento de «repetición». Justamente ahora se comienza a explorar si se trata de una temporalidad ligada esencialmente a la constitución como tal, a la llamada «cadena significante». Estamos en el plano del ritmo, de la cadencia, de la interpunción, de los grupos temporales en los que se pueden hacer distinciones propiamente topológicas –de grupos abiertos y grupos cerrados, por ejemplo. Lo que una frase es en sí, lo que comporta la unidad esencial de la frase por el hecho de ser un ciclo cerrado y como consecuencia, un cumplimiento posterior con efectos de carácter retroactivo, todos éstos son temas que apunto continuamente en la dialéctica que desarrollo, pero que aún no he aislado como problemas autónomos en un capítulo dedicado al problema de la temporalidad; ni he creído que la mejor manera de exponerlos fuera «seriándolos» con base en categorías intuitivas, según los modos de la estética trascendentalista. He introducido una nueva dimensión en el tiempo lógico, la de la «precipitación identificadora», como cosa que en el fondo se autodetermina y que solamente puede actuarse en cierto modo que llamo del a-tiempo lógico. Mi contribución es muy original y entre los especialistas de lógica hubiera podido provocar un gran interés si éstos no trabajaran a un nivel «no saturado» como el que trabajan, dedicándose únicamente a la constitución de sistemas formales. Pero cuando se reintroduzca la noción de sujeto en cuanto implica la dimensión del sujeto freudiano en su reduplicación profunda y originaria, la división inaugurante que es la del sujeto como tal, solamente podrá ser establecida por la relación entre un significante y otro significante que es consecuencia retroactiva del primero; de hecho, el sujeto propiamente es lo que un significante representa para otro significante. Aquí radica, se inaugura el fundamento propio de la subjetividad, en la medida en que se puede deducir la necesidad de un inconsciente no transponible en cuanto a tal, de un inconsciente que no puede ser vivido de ninguna manera en el plano de la conciencia. Cuando estas cosas hayan sido teorizadas adecuadamente, es decir, cuando se haya puesto en evidencia la «estructura topológica», podremos establecer con mayor libertad las bases de una lógica pre-subjetiva, o sea de una lógica que surja en la frontera de la constitución del sujeto. En términos sencillos, esta estructura, ¿es una verdad más acá del tiempo? No. No creo que pueda ser interpretado así. Yo también creo que la verdad siempre está encarnada. El ámbito de la verdad y el del saber sólo comienzan a distinguirse cuando en verdad el verbo «se hace carne». La verdad es lo que resiste al saber.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por lo tanto, para usted la verdad no es una cosa que se sitúe en el tiempo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No. Sólo puedo concebir un ámbito de la verdad en donde hay una cadena significante. Si falta un lugar en donde pueda manifestarse lo simbólico, nada se puede proponer como verdad. Es lo real, con toda su opacidad y con su carácter de imposible esencial, y sólo cuando entramos en el ámbito de lo simbólico puede abrirse una dimensión de cualquier clase. La verdad difícilmente puede ser calificada de dimensión porque en el fondo, todo lo que decimos es verdad en cuanto lo decimos como verdad; incluso en el caso de que haya cierto matiz de falsedad, no se trata propiamente de falsedad precisamente porque lo decimos como verdad; la verdad no tiene ninguna clase de especifidad.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿Ni en el plano metodológico? Cuando usted introduce sus tres registros –simbólico, imaginario, real –, ¿no creé que corresponden a tres órdenes de la existencia? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Desde luego. Aunque creo que, con toda probabilidad, lo simbólico es perfectamente perceptible y aún está prefigurado en lo real. Sólo parto de aquellos tres registros porque me parece que es indispensable separarlos a nivel de la praxis analítica. Si a nivel de mi praxis analítica no se hacen distinciones entre lo que se refiere a lo simbólico, a lo imaginario y a lo real, inmediatamente se cae en todas las viejas ideas místicas, es decir, que lo simbólico es la naturaleza que se pone a cantar, que ya desde la época de las primeras amebas se esperaba el acontecimiento de que el hombre se convirtiera en pensamiento puro, en una palabra, los mitos que siempre están a punto para reintroducirse en nuestra experiencia analítica para hacerla ceder a la fascinación y a las seducciones de las metafísicas más usadas, que ya no es necesario combatir sino poner entre paréntesis, para analizar correctamente lo que sucede a nivel de nuestra praxis. A nivel de nuestra praxis todo funciona en el orden simbólico, y podemos observar que de las palabras, sobre todo de las palabras dichas en aquellas condiciones, es imposible que surja nada verdadero; por lo cual, si surge algo de verdaderamente eficaz, manejar la palabra probablemente quiere decir agitar un registro importante, que normalmente no se maneja de una manera rigurosa, en una palabra, quiere decir que se hace intervenir todo lo que es más genuinamente originario, en el ámbito del lenguaje. Es cierto que el lenguaje es una cosa ya estructurada; a Sartre le gusta definirlo como lo práctico-inerte, ello forma parte de su filosofía, no veo inconveniente. Pero es extraordinariamente necesario subrayar que las estructuras fundamentales del lenguaje –las que se encuentran a nivel del análisis lingüístico más moderno, por ejemplo, las de la formalización lógica – vienen a ser coordenadas que permiten situar lo que sucede al nivel del inconsciente, es decir, permiten afirmar que el inconsciente está estructurado como un lenguaje. Y no se trata de una analogía, sino que quiero decir que su estructura es exactamente la misma del lenguaje. Por lo demás, esto resulta evidente para quienes se tomen la molestia de abrir una obra de Freud. Cuando realiza un análisis del inconsciente, a cualquier nivel, Freud siempre hace un análisis de tipo lingüístico. Freud había inventado la nueva lingüística antes de que ésta naciese. Usted me preguntaba en qué me distinguía de Freud: en esto, en el hecho de que yo conozco la lingüística. Él no la conocía, y por lo tanto no podía saber que lo que hacía era lingüística, y la única diferencia entre su posición y la mía estriba en el hecho de que yo, abriendo un libro suyo, en seguida puedo decir: esto es lingüística. Puedo decirlo porque la lingüística apareció pocos años después del psicoanálisis. Saussure la comenzó poco después de que Freud, en La interpretación de los sueños, hubiera escrito un verdadero tratado de lingüística. Esta es mi «distancia» de Freud.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿Es por esta razón que en la conclusión al fragmento de su Conferencia de Viena, que se publicó en la «Quinzaine», usted declaraba: «si queréis saber más, leed a Saussure»? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Exactamente. Pero tenga en cuenta que el fragmento que usted cita y ha leído en la «Quinzaine» no se puede separar de su contexto, como sucede con los libros sagrados. No fui yo quien separó aquel fragmento. Lo hicieron mientras estaba en América y lo dieron como pasto al público. Entendámonos, no es que me desagrade, porque creo que es un texto bien escrito. Pero no se puede separar de su contexto. Colóquelo usted de nuevo en «Choses freudiennes» y verá el sentido que adquiere. Usted usa con frecuencia términos musicales, como «registro» y dice que el logos se ha de encarnar. Un momento. Cuando hablamos de verdad a nivel psicoanalítico, no es a propósito del lenguaje sino de la verdad. En psicoanálisis, la verdad es el síntoma. En donde hay un síntoma, hay una verdad que se abre camino. Pero donde hay síntoma, hay lenguaje. Absolutamente de acuerdo. Pero por un momento he creído que usted me hablaba de la verdad como si yo me estuviera refiriendo a la Verdad… No, no. Yo pensaba que lo que usted decía no hace mucho (y que es un tema central en todos sus escritos) de buscar una salida que no sea solamente una empiria, como en el caso de las investigaciones de Melanie Klein, y a la vez que no sea el logos separado de la empiria. Para poner un ejemplo, pensaba en la música, que es sonido y a la vez estructura, vía de salida, y a lo que se refería Kant con la noción de esquema trascendental. Si usted quiere… Así es, sin más. En otros términos, yo atiendo a los datos estructurales. Pero debo precisar que en el término «dato» ya hay el término estructura y que en cualquier campo científico los datos son tomados en consideración dentro del marco de una estructura: no hay datos en bruto. Un dato es algo que ya se recoge en el ámbito de una «falsilla» (como usted ha dicho: no rechazo este término, aunque no me resulta familiar).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por lo tanto, ¿usted impostaría de esta manera las relaciones entre lo «vivido» y lo «lógico»?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Creo que la substancia de lo vivido es lo lógico y que este famoso «vivido», en el fondo es una noción… cómo decirlo… ¿Abstracta? Bueno, hasta cierto punto, sí; se presta a toda clase de abusos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿En la medida en que usted se refiere a una cosa inefable, inexpresable en términos lógicos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Yo estoy dispuesto a admitir lo inefable, vivimos en lo inefable. Pero si es inefable, no hablemos de ello. Tomemos como ejemplo el deseo –hay toda una dialéctica del deseo y de la demanda –, no importa que no pueda ser articulado a su nivel fenoménico, que es absolutamente vinculante: no hay nada tan insistente como el deseo. Se trata de saber para qué sirve. Yo llego hasta aquí: yo tengo una teoría que explica para qué sirve el deseo. Es una escalerilla que nos permite encaramarnos y superar los límites fijados por el principio del placer. Pero no basta que el deseo no sea inefable por naturaleza –y verdaderamente no es inefable desde el momento que no busca sino su propia teorización: se hacen miles de cosas para sugerir cuál es nuestro deseo –, digamos inarticulable en su especifidad para todos: el hecho de que no sea articulable no implica que no esté articulado sino al contrario, está suspendido en articulaciones que surgen en otra parte, al nivel de la demanda.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Forma parte de un sistema.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Exactamente. Lo repito: el hecho de que no sea articulable no significa, como convencionalmente se cree, que no esté perfectamente articulado. Si no estuviera articulado no podríamos hacer nada con él. En tal caso sería adecuada la vieja noción de «tendencia». Esto demuestra y justifica con bases biológicas, la diversidad radical entre el deseo y lo que podríamos llamar «la vía del instinto» (si es que existe). Además, esto nos permite poner en duda, por efecto de una especie de retroacción, a nivel biológico, las pretendidas «funciones instintivas». Nadie se toma la molestia de discutirlas porque parece que han de existir, dado que funcionan. Pero éste no es un argumento válido: podrían «funcionar» por muchas otras razones.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Así, ¿cree usted que la dimensión del instinto es reducible? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No llego a tanto. Pero observo que si hacemos un estudio científico del comportamiento de los animales, es decir, si nos dedicamos a la etiología, llegaremos a instaurar categorías fundadas en correlaciones, precisas: por ejemplo, podemos suscitar una conducta gracias a ciertas reproducciones elementales que sirven de «anzuelo»: basta con agitar en el aire un trozo de tela que se parezca a la cabeza de un ave de presa, para que las gallinas se pongan a chillar y se escondan; de esta manera estudiamos la etiología animal. De esto a decir que existe un instinto de fuga ante el ave de presa no hay más que un paso. Es preciso aprender a poner en duda, no la naturaleza, sino el hecho de poder hablar de ello con una tranquila desenvoltura en el plano científico.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En este caso, ¿niega usted la existencia del «instinto»?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ya nadie cree que exista, en ningún campo científico, salvo algunos psicoanalistas particularmente retrógrados. Freud, por ejemplo, nunca habló de instintos. Siempre habló de impulsos. Le aconsejo que relea las páginas de Freud dedicadas a los impulsos: verá usted que se trata de una cosa tan poco «natural» como lo pueden ser los «collages» de los surrealistas. Quiero decir que los cuatro elementos que Freud distingue en los impulsos –fuente, empuje, objeto y fin – no pueden ser, más heteróclitos y heterogéneos entre sí. Se comprende ahora cuán grave ha sido traducir el término alemán «Trieb» por «instinto»: «Trieb» nunca ha significado instinto. Y no puede servir de pretexto decir que en lengua francesa no existen otros términos para traducirlo, salvo aquél tan disonante de «pulsión». En inglés han encontrado una cosa mejor, «drive» y en italiano (y en español) «impulso» es mejor que «pulsión». Pero ninguno de estos terminos llega a dar el sentido adecuado de «Trieb».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Volviendo al problema del tiempo, no sé si usted conoce las Investigaciones lógicas de Husserl. ¿Cree usted que este tipo de investigaciones no interesan? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Un poco. Porque allí también se plantea.el problema del tiempo a nivel de la constitución. De todas maneras, observe lo siguiente. Se podría decir y se ha dicho, y está escrito por la misma pluma de Freud, que el inconsciente no conoce el tiempo por cuanto su repetición y su insistencia en cierto sentido convierte «al deseo en indestructible» –y es la última frase de La interpretación de los sueños. Por lo tanto, lo inconsciente es algo que «insiste», que viene de las profundidades del pasado, que en cierto sentido nada puede satisfacer ni modificar: es un elemento completamente paradojal, que parece ir contra toda referencia biológica. La insistencia en la repetición inconsciente es una cosa que es preciso reelaborar en las categorías del tiempo, que es distinto del simple fluido temporal y que quizás no permite dar al tiempo un valor tan radicalmente originario como en las Investigaciones lógicas de Husserl. Yo no he dicho nunca que el tiempo sea inalienable. A este propósito, yo recurro con frecuencia y me resulta muy cómodo y práctico, a aquel articulito sobre el Tiempo lógico que usted ha observado entre mis Écrits (cuando lo lea se va a divertir); siempre me sirvo de él como de un utensilio rudimentario pero nuevo, que se aplica bastante bien a su función. Naturalmente, no pretendo haber hecho todas las construcciones necesarias. Si, como se suele decir, «Dios me da vida», me queda mucho por hacer, porque muchos puntos clave de mi teoría aún no están resueltos. Es cierto que la idea de sistema no me resulta extraña; sólo que no pretendo haber constituido un sistema cerrado, cosa que, por otra parte, no me habría permitido revivir el sentido de la experiencia freudiana. Y le he de confesar que el inconsciente del cual me debo ocupar como teórico también es el inconsciente encarnado de las resistencias de los psicoanalistas al inconsciente. De hecho, todas las evoluciones post-freudianas (en sentido cronológico) del psicoanálisis son la consecuencia de un gran rechazo del inconsciente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En definitiva, ¿un fenómeno histórico-cultural?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sí. Un fenómeno que me he visto obligado a afrontar, en especial en la fase que podríamos llamar del «descubrimiento del sujeto», que es tan esencial en nuestra ciencia que quizás no habría surgido nunca sin una correcta situación del sujeto. De la misma manera que el cogito cartesiano fue un momento esencial en el desarrollo de la ciencia, la fase del descubrimiento del sujeto, a otro nivel, de lo imaginario, la he calificado como «estadio del espejo». Para mí, estas referencias tienen un carácter biológico. Quiero decir que, si usted lee bien mi articulito, titulado precisamente Estadio del espejo, verá que el fundamento de la captura a través de la imagen especular, a través de la imagen de lo semejante, y su carácter de cristalización captivante, lo que se llama la «cristalización narcisística del hombre», se encuentra en un hecho biológico, ligado a los hechos biológicos que Bolk describió como premaduración del nacimiento, como, por así decirlo, retraso, mantenimiento de la constitución anatómico-embrionaria, en el hombre vertebrado. La corteza cerebral es una corteza embrionaria, y en la anatomía del hombre es específica. El «estadio del espejo» se entiende en una acepción biológica.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ahora que estamos en este terreno, ¿puede usted aclarar lo que entiende exactamente por «descentramiento del sujeto»?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Yo nunca he utilizado esta expresión. Como Freud, he hablado de Spaltung, de división del sujeto. Pero al tratar de esta teoría, muchos la entienden como un «descentramiento» substancial. Por ejemplo, Sartre en la entrevista que concedió a la revista «Arc». Ya lo sé. En realidad se trata de un «escindirse». Para enunciar estas teorías me he valido, como siempre, de mi experiencia clínica. No es preciso recurrir a Freud para darse cuenta del fenómeno por el cual un sujeto es capaz de tener dos auténticas series de defensas en un solo punto de importancia capital, de las cuales una deriva del hecho de admitir este punto como resuelto en cierto sentido y la otra serie, exactamente paralela a la primera, en sentido diametralmente opuesto. Cada serie tiene su proliferación propia. Esta experiencia es tan corriente que se puede decir que es la base misma de lo que hay de más fundamental en el hombre, la «creencia». La creencia siempre es, a la vez, no creer en algo. Esta «escisión» del sujeto, absolutamente esencial para él, está tan vinculada a nuestra experiencia cotidiana que quizás valdría la pena de promover una tipología que la explicara. Es lo que intento hacer y he cristalizado en torno a ella todas mis referencias (por ejemplo, la que he llamado bandas de Moebius, permite explicar cosas muy interesantes). Hasta el punto de que me pregunto si no estoy llegando a la verdadera substancia del fenómeno. &lt;strong&gt;¿Usted supone que ha sido sobre todo su concepción del sujeto la que ha suscitado tantas polémicas y tantas resistencias sobre su pensamiento? ¿Qué piensa usted de las controversias de las que ha sido protagonista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Probablemente podrá decirse que la consistencia, y el retraso, de mis construcciones teóricas, está relacionada con los conflictos y con las luchas históricas que me he visto obligado a sostener. No me refiero aquí a Heinz Hartmann y a los demás, no voy a ser yo que voy a sacarles de sus sillones de Nueva York, tan confortables; no es éste el verdadero adversario «cultural» de mis teorías: son mis propios discípulos. Le aseguro que es con ellos con los que debo pelearme; no se imagina usted las reacciones personales que suscitan en ellos mis esfuerzos para conseguir que trabajen y entiendan algo; los problemas de este orden son los que prácticamente me absorben. Usted diría quizás que se trata de obstáculos «culturales», y en el fondo yo prefiero llamarlos «históricos», con la venia de Sartre, el cual se imagina… Oh, es increíble.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En su entrevista publicada en «Arc» le preguntan: «En la actitud de la generación más joven respecto a usted, ¿ve alguna aspiración común?». Contestación: «Una tendencia general dominante (porque el fenómeno no es general) es la del rechazo de la historia». Pero, ¿es que la historia se identifica con Sartre?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;En mi libro se pueden hallar muchas observaciones sobre la historia. Yo soy un historicista más radical que muchos que se proclaman a sí mismos como tales, con la diferencia de que la Historia, la Gran Génesis pseudo-marxista que les sirve de guía y todas las tonterías de este género, me hacen reír. He vivido bastante para ver surgir cosas que nadie hubiera sido capaz de imaginar, como por ejemplo, el nazismo. Cosas a las que los que se llaman a sí mismos cultivadores de la Historia, con toda su prosopopeya, con todo su «bagage», con todas sus «claves interpretativas», no han podido siquiera dar un principio de explicación. No me hable de la Historia divinizada. Si hay una Musa completamente periclitada, ésta es Clío.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿Cuál es su posición respecto a las relaciones entre psicoanálisis y moral social? Entre sus Écrits hay un artículo de criminología (Introducción teórica a las funciones del psicoanálisis en la criminología) que creo que me permite plantear el problema.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Durante todo un año he dirigido in seminario dedicado a la Ética del psicoanálisis. Mediante la introducción de la experiencia psicoanalítica –del deseo inconsciente, por ejemplo – he intentado investigar los problemas éticos en términos nuevos respecto a las posiciones éticas tradicionales. Así, he podido enunciar algunas tesis, como la de la dimensión «entre dos muertes», completamente original, y en la que delineo formas de comportamiento irreductibles a la simple manipulación de la experiencia psicoanalítica. Basándome en la teoría que usted llamaba hace poco del «descentramiento del sujeto», he intentado hacer algo semejante a lo que hizo Aristóteles, con la misma seriedad: he intentado rehacer la ética siguiendo un procedimiento análogo (por experiencia) al de la Ética a Nicómaco. Sería un poco difícil presentarle un catálogo de lo que he hecho durante un año de lecciones. Puedo decirle que ha dado lugar a un volumen que, en su tiempo, ya fue aceptado por las Presses Universitaires de France. No lo dejé publicar, porque pensé que era prematuro: en opinión de algunos amigos, determinadas teorías que allí sostenía podían impedir mi ingreso en la Sociedad Psicoanalítica Internacional. El ingreso me fue vedado de todas maneras, pero por lo menos puedo decir que no fue por causa de aquella publicación. Tarde o temprano lo publicaré; quizás con retraso, pero usted ya sabe que tengo un criterio muy particular sobre el tiempo. «Mi vida, como la de mucha gente que ha hecho algo, ha sido una larga y paciente espera». El texto de la Ética del psicoanálisis en realidad fue redactado por un alumno mío y es un resumen completo de mis cursos. No obstante, ya no corresponde exactamente a mis posiciones actuales y por lo tanto, espero que un día u otro tendré tiempo para escribirlo de nuevo. Con todo, esta Ética del psicoanálisis, que saldrá en fecha próxima, consiste en un seminario, como los que dirijo cada año, de unas treinta lecciones muy elaboradas, cada una de las cuales dura dos horas y cuyo contenido se transcribe integralmente por estenografía y es copiado a máquina: ya veremos qué reacciones suscitará. Evidentemente, puede interesar a un público bastante extenso, pero se desenvuelve en un plano rigurosamente psicoanalítico, por lo que, a fin de cuentas, sólo los psicoanalistas serán los depositarios de lo que pueda contener de verdad.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Según usted, ¿cuáles habrían de ser las principales consecuencias de una aplicación radical del psicoanálisis a la moral objetiva, a la moral social?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No he dicho nunca que se tratara de una moral social. La llamo así para distinguirla de la moral de intenciones, del sentido de culpa, etc. No creo que el psicoanálisis llegue a eliminar el sentido de culpa. No, es cierto, pero no se trata de eso. Pero quiero precisarlo, porque hay mucha gente que cree que el psicoanálisis va a liberar a la humanidad de la culpabilidad. La culpabilidad, querido amigo, es la principal protección contra la angustia. Y como para esto va muy bien, sería un verdadero error renunciar a ella.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pero, ¿cuáles van a ser los efectos lejanos de un psicoanálisis freudiano aplicado correctamente a la criminología? En la pequeña relación que usted citaba antes he delineado las contradicciones actuales de la criminología. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;En gran parte se deben a las manipulaciones del delito, a través de las cuales se manifiesta la insuficiencia de las instituciones vigentes, que llegan al extremo de no saber reconocer la autonomía de la dimensión delictuosa. Al no saber juzgarlo, se confían al psiquiatra, a quien no corresponde juzgar, y por una especie de contrasentido permanente, acaban utilizando lo que el psiquiatra les dice.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿Cómo lo utilizan?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De la manera que les parece mejor. Así, cuando un «delito» les parece demasiado grande para no espantar a todo el mundo, condenan sin piedad, aunque el psiquiatra diga que se trata de un irresponsable (entre otras razones, porque siempre hay otros psiquiatras que declaren que es responsable). En otras palabras, de momento reina una arbitrariedad total. Y en el fondo, esto es lo que quería decir en mi reseña sobre la criminología. Usted no pretende haber resuelto nada. No. En absoluto. Me basta con señalar que existen problemas que impiden totalmente el mantenimiento de determinados límites aristotélicos. Incluso para la mentalidad común hay una serie de comportamientos que quedan excluidos del campo de la moral, por ejemplo, las perversiones más graves, las que pertenecen a la esfera de la «monstruosidad» o de la «bestialidad». Pero no se trata en absoluto de esto: incluso en las perversiones estamos condicionados por el hecho de ser individuos parlantes, lo que implica una extensión de la racionalidad, a pesar de todo. Y esto es lo que caracteriza de momento al psicoanálisis: extiende el campo de lo racional. Lo que no significa que se hayan resuelto todas las ecuaciones, sino solamente que existen ciertas perspectivas que es preciso tener en cuenta, valiéndose de los medios fuertes, incluso en una humanidad que comience a darse cuenta de estas cosas. Dependen de factores ajenos a la racionalidad, que conciernen más bien al ámbito de las instituciones, o que afectan a elementos que tienden a considerarse como los más nobles y que en realidad son los más oscuros: por ejemplo, la preocupación por la autonomía personal, el estatuto personal. Cuanto más nos adentramos en este ámbito estructural particular, más tímidos nos volvemos. Puede estar seguro de que si se hace algo de revolucionario en este campo, no será a través del conocimiento psicoanalítico. El conocimiento psicoanalítico puede preparar el terreno, pero las transformaciones llegarán por otras vías, más inertes, es decir, que se producirán a través de las nuevas formas de «constreñirse» a que nos obligará el desarrollo de las ciencias. Si hay algo que puede forzar a modificar las costumbres, es el desarrollo de las ciencias. Cuando haya algunas cosas que no sólo serán transmitidas sino que se convertirán en fruición común a nivel de las cesas comunes –como ha sucedido con la televisión y con otros descubrimientos técnicos de esta especie; o como el hecho de que no pueda suceder nada en ningún rincón del mundo, que no se transmita inmediatamente a todo el resto – la necesaria reforma de las costumbres tendrá lugar a nivel de fenómenos como éstos. Pero esto no quiere decir que algunas viejas estructuras se replantearán, y que incluso pueden quedar vigorizadas. Veamos por ejemplo, lo que sucede en la Iglesia Católica. La vieja Iglesia Católica no creo que esté realmente muerta, y creo que sabrá servirse muy bien de algunas innovaciones, y quizás llegará a conseguir destacar algunos aspectos de su decrépita «sabiduría». Comprenda usted que yo trabajo en un campo pequeño, valiéndome de una praxis muy precisa, y viendo los efectos que produce sobre todo el mundo y en particular sobre los que la practican; he de establecer un determirado número de relaciones con un rigor parecido al de los sistemas lógicos. Aparentemente se trata de pequeños senderos que no nos pueden llevar muy lejos y que, en cambio, llevan más lejos de lo que se cree. El principio al que quiero someterme es el que expresa la fórmula de Freud: «la voz de la razón es baja, pero dice siempre lo mismo». «Quizás parezca que me estoy divirtiendo haciendo filigranas, pero esto sólo es un expediente para despertar a la gente»: para nosotros los psicoanalistas, esta dimensión del despertar es absolutamente primaria, entre otras razones, porque nos lo enseña la experiencia. A fin de cuentas, incluso en el hombre que se cree más «racional», el síntoma tiene algo de tórpido, que nosotros hemos de transformar en un signo del despertar. Esto nos impone una extrema vigilancia y un trabajo constante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-1537924956053026304?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/1537924956053026304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=1537924956053026304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1537924956053026304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/1537924956053026304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/02/entrevista-de-jacques-lacan-1969.html' title='Entrevista de Jacques Lacan (1969)'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SaBVTKxyxuI/AAAAAAAAADQ/Cf0l2eO3WSo/s72-c/Lacan.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-3925366106066229968</id><published>2009-02-15T11:58:00.003-03:00</published><updated>2010-07-05T15:30:41.020-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jacques Lacan'/><title type='text'>IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE CONVERGÊNCIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SZgvY5w8KyI/AAAAAAAAADI/nDN9BNch2_c/s1600-h/Congresso+ConvergÃªncia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303040666098215714" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 231px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SZgvY5w8KyI/AAAAAAAAADI/nDN9BNch2_c/s320/Congresso+Converg%C3%AAncia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.convergenciafreudlacan.org/#"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE CONVERGENCIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Movimento Lacaniano para a Psicanálise Freudiana&lt;br /&gt;Tema: A experiência da psicanálise - O sexual: inibição, corpo, sintoma &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;La experiencia del psicoanálisis.Lo sexual: inhibición, cuerpo, síntoma. Comisión Organizadora:&lt;br /&gt;Facultad de Derecho de la Universidad de Buenos Aires - Figueroa Alcorta 2263 • Ciudad Autónoma de Buenos Aires • Argentina. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;08, 09 e 10 de maio  Buenos Aires - Argentina&lt;br /&gt;IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE CONVERGENCIA&lt;br /&gt;Movimento Lacaniano para a Psicanálise Freudiana&lt;br /&gt;Tema: A experiência da psicanálise - O sexual: inibição, corpo, sintoma &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-3925366106066229968?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.convergenciafreudlacan.org/' title='IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE CONVERGÊNCIA'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/3925366106066229968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=3925366106066229968' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3925366106066229968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3925366106066229968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/02/iv-congresso-internacional-de.html' title='IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE CONVERGÊNCIA'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SZgvY5w8KyI/AAAAAAAAADI/nDN9BNch2_c/s72-c/Congresso+Converg%C3%AAncia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-811726685659412903</id><published>2009-02-10T15:57:00.002-02:00</published><updated>2010-07-05T15:30:05.715-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><title type='text'>RECALQUE</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Texto: “Recalque” (1915). Vol XIV. Autor: Sigmund Freud.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;• Verdrängung = Recalque&lt;br /&gt;• Resistência - tornar a pulsão inoperante. “O ego não pode escapar a si próprio” (p.169).&lt;br /&gt;• Dor e fome - cessação (imperativo)&lt;br /&gt;“Torna-se condição para o recalque que a força motora do desprazer adquira mais vigor do que o prazer obtido da satisfação” (p.170).&lt;br /&gt;§ Só há resistência quando já houve cisão entre a atividade mental consciente e a inconsciente: “a essência da repressão consiste simplesmente em afastar determinada coisa do consciente, mantendo-a à distância”(170).&lt;br /&gt;§ Suposição clínica do recalque originário: “negar entrada no consciente ao representante psíquico (ideacional) da pulsão”(171). – fixação – representante inalterado e ligado a ele – propriedades do processo inconsciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SEGUNDA FASE DO RECALQUE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;§ Recalque propriamente dito – pressão posterior&lt;br /&gt;“(...) afeta os derivados mentais do representante reprimido, ou sucessões de pensamentos que, originando-se em outra parte, tenham entrado em cadeia associativa com ele. Por causa dessa associação, essas idéias sofrem o mesmo destino daquilo que foi primevamente reprimido” (171).&lt;br /&gt;§ O material reprimido, ou seja, inconsciente, exerce atração sob tudo aquilo que possa estabelecer uma ligação. Pólo de atração.&lt;br /&gt;§ “O recalque só interfere na relação do representante pulsional com um único sistema psíquico, a saber, o do consciente” (172).&lt;br /&gt;§ O recalque não retira completamente todos os derivados do que foi reprimido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§Resistência – função da distância do material reprimido&lt;br /&gt;§ “ Ao executarmos a técnica da psicanálise, continuamos exigindo que o paciente produza, de tal forma, derivados do reprimido, que, em conseqüência de sua distância no tempo, ou de sua distorção, eles possam passar pela censura do consciente. Na realidade, as associações que exigimos que o paciente faça sem sofrer a influência de qualquer idéia intencional consciente ou de qualquer crítica, e a partir das quais reconstituímos uma tradução consciente do representante reprimido – essas associações nada mais são do que derivados remotos e distorcidos desse tipo” (173)&lt;br /&gt;§OBS: Cuidado com os erros de tradução. Onde se lê repressão, lê-se recalque, no caso de instinto, lê-se pulsão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-811726685659412903?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.4shared.com/file/89291681/54b0be20/Recalque.' title='RECALQUE'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/811726685659412903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=811726685659412903' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/811726685659412903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/811726685659412903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/02/recalque.html' title='RECALQUE'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-3060860418417740164</id><published>2009-02-10T15:52:00.001-02:00</published><updated>2009-02-10T15:57:02.061-02:00</updated><title type='text'>TTPP - TRANSFERÊNCIA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;TRANSFERÊNCIA: Falsa-ligação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“ Processo pelo qual desejos inconscientes se atualizam sobre determinados objetos”. “Repetição de protótipos infantis vivida com um sentimento de atualidade acentuada” (Ibid,514).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESPECIFICIDADE DA TRANSFERÊNCIA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRANSFERÊNCIA E REALIDADE &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FUNÇÃO DA TRANSFERÊNCIA NO TRATAMENTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt; Obstáculo à rememoração do material recalcado;&lt;br /&gt; Surge como uma forma de resistência e ao mesmo tempo assinala a proximidade do conflito inconsciente ð está a serviço da resistência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NATUREZA DO QUE É TRANSFERIDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;TRANSFERÊNCIA  ð O sujeito revive na transferência a sua relação com as figuras parentais ð ambivalência pulsional.&lt;br /&gt;ð Na transferência se atualiza o essencial do conflito infantil.&lt;br /&gt;ð O que é transferido é a realidade psíquica ð Desejo inconsciente e as fantasias conexas.&lt;br /&gt;ð Atualização do passado e deslocamento para a figura do analista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;ATUAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;ð Forma de veicular uma comunicação.&lt;br /&gt;ð Ato, dirigido por desejos e fantasias inconscientes vividos no presente, atualizados, mas que o sujeito desconhece sua origem e seu caráter repetitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; RESISTÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;ð “Tudo o que nos atos e palavras do analisando, durante o tratamento psicanalítico, se opõe ao acesso deste ao seu inconsciente” (Laplanche &amp;amp; Pontalis).&lt;br /&gt;ð “A transferência deve ser considerada como uma resistência, na medida em que substitui a rememoração falada pela repetição atuada; e devemos ainda acrescentar que a resistência a utiliza mas não a constitui”.&lt;br /&gt;ð “A resistência no tratamento provém das mesmas camadas e sistemas superiores da vida psíquica que a seu tempo tinham produzido o recalque”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-3060860418417740164?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/3060860418417740164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=3060860418417740164' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3060860418417740164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3060860418417740164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/02/ttpp-transferencia.html' title='TTPP - TRANSFERÊNCIA'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-7225816218624378794</id><published>2009-02-10T12:36:00.002-02:00</published><updated>2010-07-05T15:30:05.716-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><title type='text'>CONCEITOS PRINCIPAIS EM PSICANÁLISE</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SZGR2W6sPTI/AAAAAAAAAC4/_muL90h_nuI/s1600-h/freud6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301178599442496818" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 104px; CURSOR: hand; HEIGHT: 78px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SZGR2W6sPTI/AAAAAAAAAC4/_muL90h_nuI/s320/freud6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;ASSOCIAÇÃO-LIVRE:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Método que consiste em exprimir indiscriminadamente todos os pensamentos que ocorrem ao espírito,quer a partir de um elemento dado, quer de forma espontânea” (Vocabulário da Psicanálise, 38).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O TERMO “LIVRE” OBEDECE A:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1.Mesmo tendo um ponto de partida indutor, considera-se “livre” o desenrolar das associações, pois não é orientado e controlado por uma intenção seletiva;&lt;br /&gt;2.“Liberdade” maior quando não é oferecido um ponto de partida – regra fundamental – “dizer tudo que vier à cabeça”;&lt;br /&gt;3.Destina-se a pôr em evidência uma ordem determinada do inconsciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ATENÇÃO FLUTUANTE:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“Segundo Freud, modo como o analista deve escutar o analisando: não deve privilegiar a priori qualquer elemento do discurso dele, o que implica que deixa funcionar o mais livremente possível a sua própria atividade inconsciente e suspenda as motivações que dirigem habitualmente a atenção” (Ibid,40).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONTRATRANSFERÊNCIA:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;FREUD: “(...) influência do doente sobre os sentimentos inconscientes do médico”. “(...) nenhum analista vai além do que os seus próprios complexos e resistências internas lhe permitem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PONTO DE VISTA TÉCNICO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1.Reduzir ao máximo a contratransferência pela análise pessoal;&lt;br /&gt;2. Utilizar a contratransferência a partir do que Freud afirmou: “(...) todos possuem no seu próprio inconsciente um instrumento com que podem interpretar as expressões do inconsciente dos outros” (Id.);&lt;br /&gt;3. Guiar-se pela contratransferência – comunicação de inconscientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRANSFERÊNCIA: Falsa-ligação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“ Processo pelo qual desejos inconscientes se atualizam sobre determinados objetos”. “Repetição de protótipos infantis vivida com um sentimento de atualidade acentuada” (Ibid,514).&lt;br /&gt;- Especificidade da transferência; transferência e realidade; função da transferência no tratamento; natureza do que é transferido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-7225816218624378794?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/7225816218624378794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=7225816218624378794' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7225816218624378794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/7225816218624378794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/02/conceitos-principais-em-psicanalise.html' title='CONCEITOS PRINCIPAIS EM PSICANÁLISE'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SZGR2W6sPTI/AAAAAAAAAC4/_muL90h_nuI/s72-c/freud6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-8561428272159825993</id><published>2009-02-09T00:11:00.003-02:00</published><updated>2010-07-05T15:32:36.104-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vaslav Nijinsky'/><title type='text'>ARTE E PSICOSE: UMA OUTRA CENA NA LINGUAGEM</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SY-RFkbKt-I/AAAAAAAAACI/GcXMEPHV4jQ/s1600-h/Nijinsky+5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300614811301361634" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 169px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SY-RFkbKt-I/AAAAAAAAACI/GcXMEPHV4jQ/s320/Nijinsky+5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;RESUMO:&lt;/strong&gt; O presente artigo propõe a reflexão sobre os fenômenos psicóticos e os investimentos pulsionais possíveis na produção de Outra Cena no campo da linguagem, quando a “palavra-coisa-ação” do sujeito psicótico denuncia a falência do simbólico. A partir dos Diários do bailarino russo Vaslav Nijinsky, escritos durante seus surtos psicóticos, e de vídeos e biografias a seu respeito, é trabalhada a hipótese de que a produção em nome próprio no universo da arte permite a sustentação do sujeito psicótico no registro simbólico e sua permanência na potencialidade sem ser impelido à foraclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-chave: Arte, Psicose, Outra Cena, Linguagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo pode ser encontrado na Revista científica Ceuma Perspectivas. Psicologia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-8561428272159825993?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.4shared.com/file/89487948/44d79bc4/Arte_e_Psicose_uma_Outra_cena_na_linguagem.html' title='ARTE E PSICOSE: UMA OUTRA CENA NA LINGUAGEM'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/8561428272159825993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=8561428272159825993' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8561428272159825993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8561428272159825993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/02/arte-e-psicose-uma-outra-cena-na.html' title='ARTE E PSICOSE: UMA OUTRA CENA NA LINGUAGEM'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SY-RFkbKt-I/AAAAAAAAACI/GcXMEPHV4jQ/s72-c/Nijinsky+5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-5236907211195044476</id><published>2009-02-08T19:09:00.005-02:00</published><updated>2010-07-05T15:30:05.716-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><title type='text'>TEORIA DO INCONSCIENTE: CASO ANNA O. (BREUER E FREUD, 1895)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SY-OeagY1HI/AAAAAAAAAB4/wt-o9HNIytE/s1600-h/caso+anna+o+bertha+pappenheim.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300611939600749682" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 222px; CURSOR: hand; HEIGHT: 296px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SY-OeagY1HI/AAAAAAAAAB4/wt-o9HNIytE/s320/caso+anna+o+bertha+pappenheim.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;QUADRO GERAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;• Adoeceu aos 21 anos&lt;br /&gt;•Inteligente, dotes poéticos e imaginativos aliado a um bom senso;&lt;br /&gt;•Não sugestionável, apenas por argumentos;&lt;br /&gt;•Obstinada e solidária;&lt;br /&gt;•Oscilação de humor – exagero na alegria e na tristeza;&lt;br /&gt;•Noção de sexualidade, aparentemente, não desenvolvida;&lt;br /&gt;•“Teatro particular” – devaneios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURSO DA “DOENÇA”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;•Incubação latente (1880):&lt;br /&gt;Pai adoeceu _ cuidava do pai _ Anna O. adoece lentamente _ debilidade, anemia, aversão a alimentos _ impossibilidade de cuidar do pai (proibição) _ tosse (tussis nervosa típica) _ motivo/queixa da 1º consulta com Breuer.&lt;br /&gt;•“Doença” manifesta: Parafasia, estrabismo convergente, graves pertubações da visão, paralisias (contaturas). Trauma psíquico – morte do pai (metade do tratamento).&lt;br /&gt;•Sonambulismo, sintomas crônicos até 1881.&lt;br /&gt;•Cessação gradual dos sintomas até 1882.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SENTIDO DO SINTOMA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TARDE _ Necessidade excessiva de repouso.&lt;br /&gt;ANOITECER _ Sono&lt;br /&gt;NOITE _ Excitação&lt;br /&gt;DEZEMBRO/1880 A ABRIL/1881 _ Permaneceu de cama.&lt;br /&gt;•Dor de cabeça, estrabismo e queixa de que as paredes do quarto estariam vindo abaixo, perturbação da visão e paresia do pescoço. Resistência da paciente _ Sentimento de angústia.&lt;br /&gt;2 ESTADOS DE CONSCIÊNCIA (p.59)&lt;br /&gt;1.Reconhecia o ambiente _ melancólica e angustiada&lt;br /&gt;2.Alucinações e travessa _ almofadas nas pessoas _ lacuna em seus pensamentos conscientes _confusão (“absences”- acessos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESISTÊNCIA E TRANSFERÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Oposição tenaz a qualquer esforço terapêutico&lt;br /&gt;• Dissociação _ escuridão na cabeça, impossibilidade de pensar, ficar cega e surda, ter dois eus – um real e um mau (p.60).&lt;br /&gt;• Regressão infantil _ Desorganização funcional da fala e mutismo.&lt;br /&gt;• Imposição do médico para que falasse _ Inibição desapareceu. Passou a falar apenas o inglês – língua materna alemão.&lt;br /&gt;• 05/04/1881 – Morte do adorado Pai _ Dificuldade em reconhecer as pessoas, necessidade de fazer um trabalho de reconhecimento.&lt;br /&gt;• Transferência _ Breuer era a única pessoa que Anna reconhecia prontamente.&lt;br /&gt;• Permitia que o médico a alimenta-se.&lt;br /&gt;• Sob hipnose contava histórias que retratavam uma menina no leito de um pai doente e após a morte do Pai as mesmas se tornaram ainda mais trágicas. Alívio ao falar sobre suas representações para Breuer. _ Ab-reação?&lt;br /&gt;• Cura pela fala _ “talking cure”. Transferência abrindo espaço para as associações-livres. (p.64-65). _ Limpeza de chaminé.&lt;br /&gt;•“Quando me achava presente, esse estado era de euforia, mas em minha ausência era altamente desagradável e caracterizado por angústia e excitação”(p.65).&lt;br /&gt;•Viagem de Breuer impede que haja a “cura pela fala” pois “foi impossível persuadi-la a confiar o que tinha a dizer a qualquer pessoa senão eu”(p.66).&lt;br /&gt;• Ab-reação _ “Seu estado moral era uma função do tempo decorrido desde a última expressão oral”(p.66).&lt;br /&gt;• Paciente sente raiva de Breuer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DISSOCIAÇÃO PSÍQUICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;• 1º momento: Dia x Noite&lt;br /&gt;• 2º momento: Noite _ Vivia no inverno de 1881-2&lt;br /&gt;Dia/Anoitecer _ Vivia no inverno de 1880-1.&lt;br /&gt;Esquecia do que ocorrera.&lt;br /&gt;Obs: O que permanecia consciente era a morte do pai.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-5236907211195044476?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.4shared.com/file/89274615/af18f23/Caso_Anna_O.' title='TEORIA DO INCONSCIENTE: CASO ANNA O. (BREUER E FREUD, 1895)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/5236907211195044476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=5236907211195044476' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5236907211195044476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/5236907211195044476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/02/teoria-do-inconsciente-caso-anna-o.html' title='TEORIA DO INCONSCIENTE: CASO ANNA O. (BREUER E FREUD, 1895)'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SY-OeagY1HI/AAAAAAAAAB4/wt-o9HNIytE/s72-c/caso+anna+o+bertha+pappenheim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-3064402702691825980</id><published>2009-02-07T18:36:00.000-02:00</published><updated>2009-02-07T18:37:15.423-02:00</updated><title type='text'>PARA PENSAR...</title><content type='html'>Só há, portanto, realmente uma verdade lá onde tenha havido um erro.” (KOJÈVE,&lt;br /&gt;1947)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-3064402702691825980?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/3064402702691825980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=3064402702691825980' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3064402702691825980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/3064402702691825980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/02/para-pensar.html' title='PARA PENSAR...'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-4432033379655644645</id><published>2009-02-07T11:54:00.003-02:00</published><updated>2009-02-07T11:58:20.446-02:00</updated><title type='text'>LAPSU - GRUPO DE ESTUDO</title><content type='html'>O LAPSU abre inscrições para estudantes (a partir do 6p) e profissionais interessados em participar do grupo de estudos de introdução a psicanálise. Os interessados devem enviar currículo para &lt;a href="mailto:adriana.cajado@ceuma.br"&gt;adriana.cajado@ceuma.br&lt;/a&gt; ou &lt;a href="mailto:adricajado@hotmail.com"&gt;adricajado@hotmail.com&lt;/a&gt; .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-4432033379655644645?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/4432033379655644645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=4432033379655644645' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/4432033379655644645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/4432033379655644645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/02/lapsu-grupo-de-estudo.html' title='LAPSU - GRUPO DE ESTUDO'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-6120828605890634276</id><published>2009-02-03T13:22:00.003-02:00</published><updated>2010-07-05T15:30:05.716-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><title type='text'>V CONGRESSO NACIONAL DE PSICANÁLISE DA UFC</title><content type='html'>&lt;strong&gt;V Congresso Nacional de Psicanálise da UFC&lt;br /&gt;XIV Encontro de Psicanálise da UFC&lt;br /&gt;A letra, o olhar e a voz&lt;br /&gt;28, 29 e 30 de maio de 2009&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Centro Cultural Oboé&lt;br /&gt;Rua Maria Tomásia, 531 - Aldeota&lt;br /&gt;Fortaleza - Ceará&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O V Congresso Nacional de Psicanálise e o XIV Encontro de Psicanálise da UFC, eventos promovidos regularmente pelo Laboratório de Psicanálise e o Mestrado em Psicologia da UFC, objetivam contribuir para a divulgação do saber psicanalítico e para o debate entre psicanalistas, professores e alunos de Pós-Graduação e Graduação. Nessa edição, “A letra, o olhar e a voz” foi escolhido como eixo temático que possibilitará o trabalho tanto em torno de questões concernidas na clínica psicanalítica como acerca das relações entre psicanálise, arte e cultura.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.geocities.com/ufcfreud/"&gt;http://br.geocities.com/ufcfreud/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-6120828605890634276?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/6120828605890634276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=6120828605890634276' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/6120828605890634276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/6120828605890634276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/02/v-congresso-nacional-de-psicanalise-da.html' title='V CONGRESSO NACIONAL DE PSICANÁLISE DA UFC'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-8866103552807461855</id><published>2009-01-31T20:04:00.002-02:00</published><updated>2010-07-05T18:02:18.325-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diabo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ódio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicose'/><title type='text'>LANÇAMENTO DO LIVRO ELETRÔNICO: PSICANÁLISE E SAÚDE MENTAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SYTLYomCiYI/AAAAAAAAAAw/DHeXv9D4Dz4/s1600-h/capa+livro+ebook.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297582685768812930" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 218px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SYTLYomCiYI/AAAAAAAAAAw/DHeXv9D4Dz4/s320/capa+livro+ebook.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;APRESENTAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estamos todos em uma sala ampla e escura. O reconhecimento dos objetos e dos outros é difícil. Os pontos de referência se dissolvem e se reorganizam formando uma imagem disforme; não há descanso, não há um espelho que o situe no contorno do seu próprio corpo – pode ser homem, mas também pode ser mulher, jovem, adulto, criança ou, apenas, o resto de algo que, ao tentar se constituir, fracassou. Fratura que o deixou fora de si, de uma história compartilhável, da cidade, do trabalho e do amor.&lt;br /&gt;            Como apresentar um processo de investigação e trabalho analítico, com sujeitos psicóticos em instituição psiquiátrica, sem recorrer à construção imagética que localize meu leitor na trajetória de uma escuta psicanalítica que aposta na suposição de um sujeito na psicose?&lt;br /&gt;            Publicar um trabalho, que já foi escrito sete anos atrás, no momento de um Mestrado e que viabilizou a elaboração de uma investigação clínica, que já trazia uma história de outros sete anos, é um exercício de reorganizar uma pesquisa. O que apresento ao leitor nesse livro é o resultado de uma dissertação de mestrado defendida em 2002. De lá para cá, o trabalho de investigação clínica e de pesquisa se aprofundaram.&lt;br /&gt;            A clínica das psicoses movimenta uma escuta analítica delicada e atenta ao manejo transferencial. A direção do tratamento precisa ser inscrita na construção do sujeito e de nomeação de sua obra, assinar em nome-próprio. As dimensões do Outro, do Desejo e do Gozo precisam ser alinhavados, tecidos e localizados para que o sujeito na psicose encontre seu lugar.&lt;br /&gt;            Atualmente, pode-se questionar sobre o que impede a inscrição em nome-próprio e a introdução do sujeito psicótico na ordem fálica. Qual a porção demoníaca dos delírios paranóicos de cunho persecutório que em seu desfecho podem situar o sujeito, em termos de filiação, no Nome-do-Pai? O que há de odioso na loucura?&lt;br /&gt;            Compreendo as limitações e possibilidades da escuta de sujeitos institucionalizados, mais pelo instituído da instituição - sem esquecer da invasão medicamentosa e da aliança mecânica da máquina de prescrição de receitas - do que da demanda do sujeito.&lt;br /&gt;            Há uma lógica para o delírio? E se houver, no que o ódio participa em sua vertente paranóica? Por que deus e/ou o diabo são convocados a encarnar seus personagens no imaginário da construção delirante de cunho persecutório?&lt;br /&gt;            Pretendo problematizar essas perguntas na pesquisa de doutoramento que agora inicio. Por enquanto, o leitor ficará com uma parte do percurso que me fez chegar a essas questões.&lt;br /&gt;            É um convite honesto para pensar sobre o funcionamento de uma instituição psiquiátrica, como também, seu atravessamento na instalação de uma escuta psicanalítica que, em si, já é uma oferta que cria uma demanda e, assim, configura qual o lugar e a função do psicanalista na instituição. Na psicose, a demanda está fundada na colagem ao Outro. É uma demanda desesperada por localizar o gozo e o desejo do Outro. É um apelo para não sucumbir à deriva de ser refém de um gozo TODO.&lt;br /&gt;            O diálogo entre Psicanálise e Saúde Mental, superficialmente, pode ser paradoxal em termos epistemológicos, mas pode ser uma aposta possível, desde que o psicanalista preserve sua ética, sua douta ignorância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Cajado Costa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;31 de Janeiro de 2009. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; EndereçoE-book:  &lt;a href="http://www.eufma.ufma.br/x/livros/saude_mental.pdf"&gt;http://www.eufma.ufma.br/x/livros/saude_mental.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-8866103552807461855?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/8866103552807461855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=8866103552807461855' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8866103552807461855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/8866103552807461855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2009/01/lancamento-do-livro-eletronico.html' title='LANÇAMENTO DO LIVRO ELETRÔNICO: PSICANÁLISE E SAÚDE MENTAL'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SYTLYomCiYI/AAAAAAAAAAw/DHeXv9D4Dz4/s72-c/capa+livro+ebook.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-6773379782406852723</id><published>2008-11-29T20:45:00.003-02:00</published><updated>2010-07-05T15:30:05.717-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><title type='text'>Sigmund Freud</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SY4pmgbbHZI/AAAAAAAAABI/rqHGGXI0zGU/s1600-h/Andy+Warhol+Sigmund+Freud.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300219552978378130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 205px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SY4pmgbbHZI/AAAAAAAAABI/rqHGGXI0zGU/s320/Andy+Warhol+Sigmund+Freud.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Os casos clínicos&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;apresentados por Freud provam o valor da escuta analítica e, além disso, servem de material para a investigação do fazer psicanalítico. Em seu texto sobre o pequeno Hans (1909), temos a análise do caso de uma criança fóbica que, aos cinco anos, é tratada (escutada) por seu pai, o qual é supervisionado por Freud nessa tarefa. Há um trecho sobre esta escuta que aparece na fala da criança e que é imediatamente reconhecida e pontuada por Freud.A conversa entre o pequeno Hans e seu pai é a seguinte:Pai: “Foi por isso que você pensou, quando a mamãe estava dando o banho dela, que, se ela a soltasse, Hanna cairia na água...”Hans: “... e morreria.”Pai: “E então você ficaria sozinho com mamãe. Mas um bom menino não deseja esse tipo de coisa.”Hans: “Mas ele pode PENSAR isso.”Pai: “Mas isso não é bom.”Hans: “Se ele pensa isso, é bom de todo jeito, por que você pode escrevê-lo para o Professor.”Nesse momento, Freud abre uma nota de rodapé e escreve: “Muito bem, pequeno Hans! Eu não poderia desejar uma compreensão melhor da psicanálise por parte de nenhum adulto.”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=32725588#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; FREUD, Sigmund (1909). Análise de uma fobia em um menino de cinco anos. ESB, 2ª ed., vol. X, 1987, p. 81.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-6773379782406852723?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/6773379782406852723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=6773379782406852723' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/6773379782406852723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/6773379782406852723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2008/11/sigmund-freud.html' title='Sigmund Freud'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SY4pmgbbHZI/AAAAAAAAABI/rqHGGXI0zGU/s72-c/Andy+Warhol+Sigmund+Freud.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-115824416950188167</id><published>2006-09-14T11:19:00.001-03:00</published><updated>2010-07-05T15:30:05.717-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sigmund Freud'/><title type='text'>Aula Inaugural do Curso de Especialização dia 14 de Setembro de 2006</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SaXQISOQ5bI/AAAAAAAAAEA/TL8h0YZ1a8A/s1600-h/Aula+psicanÃ¡lise+e+saÃºde+mental.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306876576675194290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SaXQISOQ5bI/AAAAAAAAAEA/TL8h0YZ1a8A/s320/Aula+psican%C3%A1lise+e+sa%C3%BAde+mental.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SaXP2qJaohI/AAAAAAAAAD4/IqWFJBI1yg8/s1600-h/Livro+psicanÃ¡lise+e+saÃºde+mental.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306876273859666450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SaXP2qJaohI/AAAAAAAAAD4/IqWFJBI1yg8/s320/Livro+psican%C3%A1lise+e+sa%C3%BAde+mental.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A aula inaugural do curso de Especialização em Psicologia Clínica ocorreu no dia 14 de Setembro de 2006. No primeiro momento os discentes foram apresentados aos dirigentes da Pró-reitoria de Pós-graduação, algumas informações administrativas reapassadas e logo após a coordenadora apresentou o curso e seu funcionamento. Na segunda parte procedeu-se a primeira aula com o Prof. Dr. Alexandre Fernandes Corrêa. A presente especialização é fruto de uma pesquisa que se iniciou em 1994. A coordenadora do curso hoje, na época era bolsista de iniciação cinetífica e o professor Alexandre foi seu orientador na pesquisa "O Movimento Psicanalítico em São Luís do Maranhão: um estudo sobre a influência da psicanálise nas políticas públicas de saúde coletiva". O presente curso é fruto de um trabalho de 12 anos, portanto, nada melhor do que ter em nosso primeiro momento, aquele que acompanhou seu nascimento. Já em Fevereiro de 2007 foi lançado o livro "Psicanálise e Saúde Mental: Uma Aposta" organizado por Sonia Albert e Ana Cristina Figueiredo pela editora Companhia de Freud. O lançamento foi a abertura da disciplina psicanálise e saúde mental do nosso curso que teve como docente a profa. Dra. Ana Cristina Figueiredo que, por quatro dias inteiros, ministrou 30 horas de uma reflexão profícuo sobre o assunto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-115824416950188167?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/115824416950188167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=115824416950188167' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/115824416950188167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/115824416950188167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2006/09/aula-inaugural-do-curso-de.html' title='Aula Inaugural do Curso de Especialização dia 14 de Setembro de 2006'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SaXQISOQ5bI/AAAAAAAAAEA/TL8h0YZ1a8A/s72-c/Aula+psican%C3%A1lise+e+sa%C3%BAde+mental.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32725588.post-115558088307180044</id><published>2006-08-14T15:39:00.001-03:00</published><updated>2010-07-05T15:35:14.214-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicanálise e Antropologia'/><title type='text'>Especialização em Psicologia Clínica</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SaXL9jc45YI/AAAAAAAAADg/kXFfGAiJ3mc/s1600-h/Andy+Warhol+Sigmund+Freud.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306871994274866562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 205px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SaXL9jc45YI/AAAAAAAAADg/kXFfGAiJ3mc/s320/Andy+Warhol+Sigmund+Freud.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Psicanálise e Saúde Mental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURSO: Especialização em Psicologia Clínica: Psicanálise e Saúde Mental&lt;br /&gt;COORDENAÇÃO: Profª. Ms. Adriana Cajado Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBJETIVOS:&lt;br /&gt;Instrumentalizar teórica e metodologicamente os profissionais para a construção de pesquisa que dialoguem com a psicanálise e saúde mental, criando condições para que a prática clínica seja constantemente revista e atualizada, por meio do estudo teórico, da pesquisa e da construção de trabalhos críticos e éticos, responsáveis pelo tratamento dos sujeitos sofrentes de um conflito psíquico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PÚBLICO ALVO:&lt;br /&gt;Psicólogos devidamente registrados no CRP, Psicanalistas membros de instituições de Psicanálise reconhecidas e Médicos Psiquiatras registrados no CRM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISCIPLINAS:&lt;br /&gt;Psicanálise e Saúde Mental (30 horas); Metapsicologia I (30 horas); A Constituição do Sujeito (30 horas); Antropologia (30 horas); Clínica Psicanalítica I: As neuroses (30 horas); Clínica Psicanalítica II: As psicoses (30 horas); Metapsicologia II (30 horas); Técnica Psicanalítica (30 horas); Clínica Psicanalítica III: As perversões (30 horas); Pesquisa em Psicanálise (30 horas); Psicanálise, Instituições e reforma Psiquiátrica (30 horas); Metodologia de Pesquisa Científica (30 horas); Estágio Supervisionado (140 horas); Projeto de Monografia (10 horas); Defesa de Monografia&lt;br /&gt;Total - 510 horas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOCENTES DE FORA DO ESTADO&lt;br /&gt;Profª.DRª. Ana Cristina Costa de Figueiredo (UFRJ)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Marco Antônio Coutinho Jorge (UERJ)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Mauro Pergaminik Meiches (PUC/SP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRONOGRAMA DE AULAS (SEMANAL):&lt;br /&gt;Às quintas e sextas-feiras, das 19h às 22h30min.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SELEÇÃO:&lt;br /&gt;Entrevista para avaliação do currículo (comprovado) e carta de intenção.&lt;br /&gt;A entrevista objetiva uma aproximação entre a coordenação e os candidatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÉ-MATRICULA:&lt;br /&gt;Os cadastros deverão ser realizados no endereço www.ceuma.br e posterior recolhimento da taxa de inscrição no valor de R$ 50.00(cinquenta reais) e será deduzido da matrícula dos alunos selecionados. Promoções para ex-alunos e alunos concludentes.&lt;br /&gt;Atenção: vagas limitadas – Últimas vagas&lt;br /&gt;Maiores informações pelos números 3214-4189/3214-4217 de segunda a sexta, nos horário de 8h-12h e 14h-21h.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32725588-115558088307180044?l=psicanalisesaudemental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='https://www.extranet.ceuma.br/posgraduacao_2005/dados_curso.asp?curso=0117' title='Especialização em Psicologia Clínica'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/feeds/115558088307180044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32725588&amp;postID=115558088307180044' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/115558088307180044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32725588/posts/default/115558088307180044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanalisesaudemental.blogspot.com/2006/08/especializao-em-psicologia-clnica.html' title='Especialização em Psicologia Clínica'/><author><name>Adriana Cajado Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02206190285174572480</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/S2SU___u1wI/AAAAAAAAAKU/cfKRpPhGC8Y/S220/foto+blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mGgwMAz1eHo/SaXL9jc45YI/AAAAAAAAADg/kXFfGAiJ3mc/s72-c/Andy+Warhol+Sigmund+Freud.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
